seo para pesquisa por voz

SEO para pesquisa por voz: como fazer e sair na frente da concorrência?

SEO para pesquisa por voz é uma tática que surgiu com o aumento do voice search ou pesquisa por voz, em português. Com a popularização de assistentes virtuais como Alexa, Siri e Google Assistente, as consultas faladas são tendência no Brasil e no mundo. Segundo a PWC,71% dos consumidores brasileiros preferem falar a digitar ao fazerem uma pesquisa nos mecanismos de busca. Portanto, elaborar estratégias de SEO para pesquisa por voz é fundamental para ter sucesso online. Continue a leitura deste artigo para entender como funciona a otimização de SEO para pesquisa por voz e o que é mobile first, bem como sua importância em uma estratégia digital. O que é SEO de voz? O SEO para pesquisa por voz refere-se à otimização de conteúdo para ser facilmente identificado pelos motores de busca quando as consultas são feitas através de comandos de voz.  Uma das principais características da pesquisa por voz é que elas tendem a ser mais conversacionais e longas. Graças à atualização de seu algoritmo Hummingbird, feita em 2013, o Google passou a responder perguntas longas de forma mais rápida e precisa. Desse modo, as estratégias tradicionais de SEO precisaram ser ajustadas para se alinharem com a natureza única dessas pesquisas. Como exemplo, podemos citar a ênfase nas palavras-chave de cauda longa, já que correspondem à maneira como as pessoas falam no dia a dia. Logo, em vez de pesquisar genericamente “lojas de móveis”, através da pesquisa por voz, o usuário pode perguntar ao assistente virtual, “Onde encontro uma loja de móveis perto de mim?”. Note que a compreensão da intenção do usuário e a criação de conteúdo que responda a essas perguntas de forma clara são aspectos essenciais do SEO pesquisa por voz. Veja como criar uma boa estratégia de SEO Como funciona uma pesquisa por comando de voz? Para funcionar, a busca por voz utiliza uma tecnologia chamada ASR (Speech Recognition System ou Sistema de Reconhecimento de Fala). É o ASR que converte os sinais da voz em textos que, por sua vez, possibilitam o entendimento dos robôs. Além disso, o sistema também serve como base para aplicações, como softwares de transcrição de fala em texto ou ferramentas de tradução. Assim, quando o usuário utiliza a opção de fala, a tecnologia traduz a voz em textos para que a busca seja realizada. O algoritmo do Google se apoia no Processamento de Linguagem Natural (PLN), isto é, área da Inteligência Artificial que aprimora o entendimento dos robôs sobre a linguagem humana. Por isso, quanto mais o usuário utiliza a pesquisa por voz, mais o Google “aprende” não só a linguagem, mas também o sotaque, além de padrões de fala a fim de trazer os melhores resultados. Como otimizar o conteúdo para SEO pesquisa por voz? As buscas por voz continuam crescendo, pois são rápidas e mais práticas, possibilitando resultados instantâneos a usuários cada vez mais conectados e imediatistas. Por isso, elencamos 4 dicas de otimização de SEO para pesquisa por voz para te ajudar a utilizar essa estratégia de maneira inteligente em seu negócio. Confira a seguir: 1.     Use termos conversacionais e de cauda longa Ao criar conteúdo, é crucial incorporar palavras-chave de cauda longa que imitem as consultas conversacionais típicas da pesquisa por voz. Além disso, quando o assunto é pesquisa por voz, é muito comum que o usuário utilize as palavras interrogativas: como, quando, onde, o que e por que. Esses termos apontam o degrau de intenção do usuário, sendo que algumas são mais propensas a ações imediatas do que outras. Se você quer se posicionar nas pesquisas por voz, é importante identificar em qual degrau de intenção o seu negócio se encaixa. Assim, ao desenvolver seu conteúdo, foque na palavra-chave conversacional mais relacionada a essa intenção. 2.     Crie uma página de FAQ para fazer SEO pesquisa por voz Uma página de Frequent Asked Questions (FAQ) é um recurso valioso na otimização de SEO para voz. Isso porque facilita o uso dos termos interrogativos em seu conteúdo. Ademais, elas também ajudam a incluir o seu site no recurso featured snippet, do Google. Esse recurso refere-se ao “As pessoas também perguntam“ e serve para ajudar o usuário a encontrar o que busca sem que ele precise clicar no conteúdo apresentado na SERP. 3.     Insira sua empresa no Google My Business De acordo com dados do Internet Trends Report de 2016, 22% das pessoas utilizam pesquisa por voz para encontrar informações locais. Como muitas pesquisas por voz têm uma intenção local, é vital otimizar o conteúdo para buscas específicas de localização. Isso é especialmente importante para empresas locais, garantindo que sejam encontradas por pessoas na região. Diante disso, uma das táticas de SEO para pesquisa por voz inclui colocar informações sobre sua empresa no Google Meu Negócio. Compartilhe informações que ajudem o potencial cliente a te encontrar, como telefone, endereço, horário de atendimento, etc. 4.     Use dados estruturados em sua estratégia de SEO  pesquisa por voz Além do conteúdo, os mecanismos de busca também analisam diversos outros fatores para determinar a relevância e posição de uma página em seus resultados de busca. Um desses fatores é a marcação schema, chamado também de dados estruturados, isto é, dados sobre a informação no seu site. Essa funcionalidade pode colocar seu site na frente da concorrência no ranqueamento. Por que você deve ter um site mobile first? A maioria das pesquisas por voz é feita em smartphones, logo, ter um site otimizado para essas plataformas é crucial. Além do mais, a experiência do usuário em dispositivos móveis é um fator significativo para o ranking nos motores de busca, e os algoritmos estão cada vez mais favorecendo sites responsivos e mobile-friendly. Mas o que significa ter um site mobile first, afinal? Em poucas palavras, sites mobile first são pensados para proporcionar a melhor experiência possível em dispositivos móveis, priorizando a usabilidade e a velocidade de carregamento. Além de melhorar a classificação nos motores de busca, esse conceito também atende às expectativas dos…

O que é Messy Middle?

Messy Middle é um conceito do Google e se propõe a entender o meio da jornada de busca do usuário, ou seja, o estágio entre os gatilhos e as decisões de consumo. Mas, por que isso é relevante? Bem, porque esse é o momento mais difícil da jornada, marcado por altos e baixos. Logo, é importante estudá-lo para saber como minimizar a perda de clientes e melhorar os resultados nesta etapa do processo. Venha entender mais sobre o assunto! via GIPHY Os micro momentos do Google Antes de tudo, vejamos um pouco sobre o conceito de micro momentos, divulgado também pelo Google. Ele refere-se a momentos em que o usuário utiliza o buscador para saber como chegar a uma página, para fazer alguma coisa ou ainda para comprar algo. Segundo o Google, para fazer parte desses momentos do potencial cliente, sua empresa deve focar na produção de conteúdo de valor. E, para isso, deveria considerar a jornada de compra e suas fases: descoberta, consideração da solução e decisão. Contudo, posteriormente, o próprio Google apresentou, por meio de um estudo, um novo conceito que trazia uma abordagem mais correta para analisar o comportamento do usuário durante uma pesquisa. Messy Middle: por que o meio é confuso? O The Messy Middle ou “o meio bagunçado” em português, é um modelo da jornada de compra, realizado através desse estudo que acabamos de mencionar. No gráfico abaixo, é possível visualizar o trajeto percorrido pelo usuário para encontrar o que está pesquisando: Na jornada representada, o início se dá a partir dos gatilhos encontrados em meio à exposição dos resultados da ferramenta de busca. Após interagir com os gatilhos que o looping começa, levando o usuário a uma etapa de exploração e avaliação, sem necessariamente levar direto para a conversão. Isso porque nem todos os consumidores que entram em sua jornada de compra fecham negócio. É nesse ponto que fica o meio confuso, isto é, o meio do caminho, um lugar complexo entre gatilhos e compra, no qual os consumidores são conquistados e perdidos. Também é nessa “confusão” que as pessoas buscam informações sobre marcas e produtos e, depois acabam pesando todas as opções. As fases do Messy Middle, intenções de busca e melhores conteúdos Agora, conheça alguns detalhes sobre as duas fases do Messy Middle: Exploração: Em geral, esta etapa é informacional. Portanto, os formatos de conteúdo que mais funcionam para atrair o usuário são: artigos, infográficos, e-books, tutoriais, fluxogramas, FAQ, etc. Avaliação: Já a fase de avaliação desperta o lado mais racional do comprador e requer conteúdos que abordem um determinado produto ou serviço, como por exemplo: páginas de avaliações, comparações e reviews, páginas de categorias e listagens e páginas de produtos. Fatores que influenciam a decisão de compra: De acordo com a pesquisa feita pelo Google, diversos vieses cognitivos definem o comportamento de compra e influenciam a escolha de um produto nesse looping de exploração e avaliação do Messy Middle. Nesse sentido, existem 6 principais fatores comportamentais que podem influenciar o consumidor na hora da compra: Análises heurísticas: Descrições curtas de especificações-chave dos produtos podem simplificar as decisões de compra. O poder do agora: Quanto mais tempo a pessoa espera por um produto, mais fraca se torna a proposta. Confirmação social: Recomendações, depoimentos e comentários de outros acerca do produto podem ser bastante persuasivos. Viés de escassez: Quanto menor a disponibilidade de um produto, mais desejável ele se torna. Autoridade:  O consumidor pode comprar o seu produto ou até mesmo trocar de marca se for convencido por um especialista ou por uma fonte confiável. O poder do gratuito: Ofereça algo grátis junto de uma compra para motivar o potencial cliente a fechar negócio. Como utilizar o Messy Middle para aumentar as vendas? Embora pareça complicado, o Messy Middle, fornece ao usuário não só informações, mas também a confiança necessária para a tomada de decisão de compra. Sendo assim, como usar o conceito para melhorar os resultados de marketing digital da sua empresa? A seguir, alguns insights: Construa uma presença digital forte para posicionar sua marca, produtos e serviços na mente dos consumidores para que eles se lembrem de você na etapa de exploração. Reduza o espaço entre o gatilho e a compra, para que os seus clientes, tantos os fiéis, quanto os potenciais, fiquem menos tempo expostos aos concorrentes. Utilize os fatores cognitivos mencionados anteriormente para tornar a sua proposta atraente aos compradores que estão avaliando as opções de compra. Faça otimizações de SEO em suas páginas, vinculando conteúdos do formato informacional às páginas do produto. Por fim, aproveitar o Messy MIddle para entender melhor o comportamento de compra do cliente é uma grande vantagem competitiva. Afinal, como vimos, as pessoas tomam decisões de forma cada vez confusa e nada lineares. Mas, conhecendo um pouco sobre esse processo, você pode traçar estratégias de marketing mais eficazes para conquistar clientes. E já que o assunto abordado neste conteúdo está relacionado ao Google, aproveite e conheça as principais ferramentas que o buscador oferece para alavancar suas táticas de marketing. Aproveite para assinar nosso blog e receber conteúdo como este em seu e-mail toda semana.

SEO: como criar uma boa estratégia

O SEO possui técnicas indispensáveis para qualquer empresa. Isso porque ajuda a destacar a marca nas buscas orgânicas, trazendo resultados reais para o negócio. Mas, para isso, você precisa traçar uma estratégia mais completa e que vá além da criação de conteúdos baseados em palavras-chave. Afinal, o trabalho de SEO é complexo e deve ser executado a longo prazo e acompanhado de perto. Neste conteúdo, você verá quais pontos levar em conta ao desenhar a sua estratégia de SEO. Mas de imediato, e dentro de um contexto de estratégias no ambiente digital, é o SEO que vai te ajudar a ter mais visitas orgânicas e gastar menos com mídia paga. Confira! via GIPHY Afinal, o que é SEO? O SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de técnicas utilizadas para conduzir o usuário à melhor experiência no ambiente digital. Ou seja, estamos falando de recursos de otimização que visam posicionar o seu site no topo nas pesquisas dos mecanismos de busca como o Google. Logo, essa é uma tática que também gera mais tráfego para a página e aumenta o número de conversões. Resumindo, o SEO é uma das melhores formas de atrair clientes. Mas, ainda há gestores, empreendedores e profissionais de marketing que acreditam que o método se resume à escolha de palavras-chave. Na verdade, existem outras táticas que você não pode ignorar, como: SEO on page A princípio, o SEO on page refere-se às otimizações feitas dentro do site. Por exemplo, quando você cria títulos utilizando o termo chave, descreve as imagens do texto, define uma URL, insere links internos que apontam para outros conteúdos, etc. Todas essas melhorias devem ser realizadas considerando a experiência do usuário.   Isso porque, se seu conteúdo é bem estruturado e de qualidade, ele tende a se diferenciar dos demais, o que é uma vantagem para sua empresa. SEO off page Já o SEO off page trata das técnicas de otimização feitas fora do site. Ele inclui uma estratégia chamada Link Building, isto é, a criação de back links como forma de aumentar a relevância da página. Em resumo, são ações externas que visam melhorar os resultados orgânicos do seu domínio. Além do Link Building, o SEO off page também trabalha outras táticas, como redes sociais, marketing de conteúdo, a obtenção de avaliações, entre outros. SEO técnico São as otimizações relacionadas a parte operacional, que trata da arquitetura do site e dos códigos.            Além de influenciar o ranqueamento, o SEO técnico serve, acima de tudo, para permitir o rastreamento e indexação do site. Por isso, essa é uma parte que exige atenção. Para melhorar os aspectos técnicos, é preciso verificar a velocidade da página, os certificados de segurança, responsividade, entre outros. SEO local É uma estratégia para melhorar o posicionamento nas pesquisas locais ou regionais. Essa otimização leva em consideração a geolocalização e outros recursos para que o usuário ache uma solução perto do local que ele se encontra. O objetivo é aprimorar a experiência dos usuários e também atrair novos públicos. Nesse sentido, algumas ferramentas como, Google Maps, Google Meu Negócio e até mesmo as redes sociais são essenciais em uma estratégia de SEO local. Dicas para criar uma estratégia eficaz de SEO Agora que você já conhece as diferentes técnicas de otimização, veja o que fazer para construir uma estratégia sólida de conteúdo e SEO: Comece elencando os assuntos Em primeiro lugar, para ter um bom crescimento orgânico, você precisa criar uma lista com assuntos que pretende abordar. Para isso, pesquise os termos relacionados ao seu produto ou serviço. Existem ferramentas que te ajudam a identificar o volume de busca dessas palavras-chave bem como as variações relacionadas. Por exemplo: Keyword Tool, e SEMrush. Liste as palavras-chave de cauda longa É importante entender como o seu usuário ou público-alvo pesquisa pelos termos mais usados em relação ao seu negócio. Assim, você deixa de lado os termos mais genéricos e passa a dar preferência a termos mais específicos, que estejam mais próximos do conteúdo que você quer divulgar. Ao escrever o conteúdo do seu site, você pode usar palavras-chave de cauda longa, que mostram a intenção de busca da persona do seu negócio.   Em geral, elas são formadas por três ou mais palavras, criando uma pequena frase e representando uma busca mais personalizada. Apesar de atrair um número menor de pessoas, este tipo de palavra-chave ajuda a atrair tráfego mais qualificado, ou seja, pessoas que buscam pelo seu produto ou serviço. Potencialize o SEO, criando um blog A princípio, o blog é uma ótima ferramenta para classificar palavras-chave e envolver os visitantes do seu site. Isso porque cada post de blog é uma nova página, ou seja, é outra chance da sua empresa subir nos rankings de pesquisa. Logo, se o seu negócio ainda não tem um blog, está mais que na hora de fazer um. Até mesmo porque é no blog que você vai elaborar cada subtópico e começar a aparecer no Google. Faça publicações semanais e melhore a autoridade da página Para que o Google preste atenção no domínio do seu site publique conteúdos ao menos uma vez por semana. Porém, lembre-se de escrever para o seu público e não para os mecanismos de busca. Portanto, escreva sobre assuntos que sejam úteis e de interesse do seu público. Planeje a construção de links na sua estratégia de SEO Quanto mais autoridade de página o site de origem tiver, maior será o efeito dele no ranking da página à qual está ligado. Portanto, pense em formas de atrair links de entrada para o seu site. Uma boa maneira de começar é compartilhando seus links com outras empresas da sua cidade em troca de links nos sites delas. Além disso, convide blogueiros para escrever posts que você possa vincular com o seu site. Monitore os resultados dos seus esforços de SEO Por fim, não deixe de mensurar os resultados obtidos com o seu trabalho de SEO. Nesse aspecto, a métrica mais importante é o tráfego orgânico. Então, é importante ter uma…

core web vitals - thumb

Core Web Vitals: por que investir em experiência do usuário?

Core Web Vitals refere-se às métricas do Google que medem a experiência do usuário nas páginas.  Elas estão relacionadas à velocidade, interatividade e estabilidade visual, fatores que determinam se o usuário vai acessar o seu conteúdo ou desistir diante de um obstáculo.  Afinal, o que o usuário quer é ter uma boa experiência ao buscar a solução para um problema. Ou seja, ele espera encontrar respostas para as suas dúvidas de maneira rápida e prática. Se você ainda não está tão por dentro desse assunto, não se preocupe. Ao longo deste artigo falaremos mais sobre as Web Core Vitals e sobre as otimizações necessárias para o seu site oferecer uma experiência ainda melhor ao usuário.  Acompanhe! via GIPHY A princípio, o Google utiliza esses critérios em seu algoritmo para avaliar a usabilidade de uma página.  As Core Web Vitals abrangem os seguintes indicadores: Largest Contentful Paint (LCP) – calcula o tempo de carregamento da página;  First Input Delay (FID) – mede em quanto tempo o usuário consegue interagir com a sua página; Cumulative Layout Shift (CLS) – mensura a estabilidade do conteúdo enquanto a página carrega e o usuário interage com ela. O desenvolvimento desses indicadores foi anunciado pelo Google em maio de 2020.  A ideia era unificar as orientações dos fatores de qualidade de uma pagina.  Assim, não seria necessário lidar com diversas ferramentas e métricas. Já no fim do mesmo mês, o Google informou que incorporaria as Core Web Vitals ao seu algoritmo. Experiência do usuário: outros indicadores que o Google utiliza Além das Core Web Vitals, o Google usa outras métricas para saber sobre a experiência que a página entrega ao usuário.  Em outras palavras, elas passam a fazer parte de outros fatores de rankeamento, que o algoritmo já adotava, como: Mobile friendly Com a popularização dos dispositivos móveis, o Google passou a priorizar a experiência mobile dos usuários.  Desde 2018, o buscador classifica os sites usando apenas a versão para dispositivos móveis. Isso não significa que as versões de desktop perderam completamente a relevância, mas o movimento de mobile first (primeiro o móvel) também passou a ser parte das condições de avaliação do Google. Navegação segura Após analisar milhares de URLs e identificar os sites que possuem vulnerabilidades, o Google exibe avisos nos resultados de busca e no navegador.  Afinal, os sites não seguros são um risco para os usuários. HTTPS Já o protocolo HTTPS possui uma camada de proteção criptografada na transmissão de dados entre o computador e o servidor. Assim, ajuda a aumentar a segurança. Testando o seu site para as Core Web Vitals  Mais adiante você verá de que forma é possível testar sua página para as Core Web Vitals.  Mas antes é importante dizer que, para avaliar as métricas, o Google divide a origem dos dados em dois grupos: Field Data e Lab Test Data. Enquanto o primeiro se baseia nas experiências reais de usuários com o site e é utilizado para sua classificação no Google, o segundo refere-se a métricas aproximadas.  Ou seja, elas são criadas em um ambiente de teste que tenta reproduzir a experiência do usuário. As Core Web Vitals – chamadas também de “principais métricas da web” – podem ser testadas pelas principais ferramentas de SEO.  O Google Search Console, por exemplo, conta com relatórios dedicados para acompanhar essas métricas. A Semrush também pode fazer isso.  Além disso, você pode testar sua página com o Google PageSpeed Insights, que usa Field Data para seus resultados.  Assim, ele traz métricas conforme o que o Google está levando em consideração. Também é possível fazer teste usando o Lighthouse. Contudo, vale ressaltar que este utiliza Lab Test Data, e por isso não apresenta o First Input Delay (FID). Como otimizar o site com as “principais métricas da web”? LCP – Largest Contentful Paint Conforme, adiantamos, LCP é a métrica que representa a percepção de carregamento das páginas. Segundo o Google, 2,5 segundos ou menos  é considerado um bom tempo de LCP; entre 2,5 e 4 segundos é um tempo razoável, que ainda requer melhorias e acima de 4 segundos é um LCP ruim, que precisa de melhorias urgentes, como: Otimizar seu servidor; Utilizar CDN; Ativar o cache; Usar Service Worker para páginas HTML “cache-first”; Antecipar conexões de terceiros; Minificar e adiar JavaScript e CSS que não são críticos para a página. FID – First Input Delay De forma resumida, podemos dizer que o FID mensura a primeira impressão do usuário.  Como assim? Ele calcula o tempo entre a primeira interação do usuário com a página.  Mas ele não mede o carregamento em si, mas apenas o atraso causado entre a interação do usuário e o início do carregamento para cada acesso ao site. Para o Google, um FID abaixo de 100 milissegundos é bom, entre 100 e 300 milissegundos é um tempo razoável e acima de 300 milissegundos é um FID ruim, que precisa das melhorias abaixo: Dividir Javascript pesados em tarefas menores e assíncronas; Otimizar as página para interaction readiness; Usar um web worker; Reduzir o tempo de execução do JavaScript. CLS – Cumulative Layout Shift Já a CLS é a métrica das Core Web Vitals que mede as mudanças inesperadas nas páginas, isto é, sua estabilidade visual.  Essas mudanças ocorrem sempre que um elemento visível muda de um quadro renderizado para outro. Para chegar a uma pontuação, o navegador usa como base o tamanho da janela de visualização e o movimento dos elementos. Desse modo, um CLS abaixo de 0,1 é considerado bom, entre 0,1 e 0,25 é razoável, e acima de 0,25 é um CLS ruim, que precisa urgentemente de melhorias como: Incluir atributos de width e height para imagens e vídeos; Reservar espaços para anúncios e conteúdo dinâmico; Usar uma API de carregamento de fontes pode reduzir seu tempo de carregamento. Agora que você já sabe como otimizar as “principais métricas da web”, tenho uma pergunta: Por que melhorar a experiência do usuário? Em primeiro lugar, porque o Google vai classificar ou ranquear melhor a sua página nas buscas orgânicas.  Em segundo lugar, focar nessas otimizações de SEO impacta positivamente nos seus resultados de Marketing…