Inbound Marketing, o que é e como ele pode te ajudar a vender mais?

Conheça o famoso marketing de atração, o inbound marketing que faz com que os clientes vão até às empresas. Há algum tempo o Inbound Marketing vem ganhando força no mercado digital, isso se deve ao fato de que esse novo jeito de se planejar e executar as estratégias digitais tem dado muito certo. Em suma o termo surgiu no Estados Unidos no fim da década passada, em 2009. Ou seja, há quase 10 anos já se fala e se faz Inbound Marketing Mas se você ainda não tinha ouvido falar a respeito, não se preocupe, o inbound marketing só veio dar as caras por aqui nos últimos 4 ou 5 anos. Para se ter uma ideia, ainda são poucas as agências digitais a oferecer essa fantástica estratégia. Neste post você vai conhecer um pouco sobre o inbound marketing, SEO, funil de vendas e como a sua empresa poderá vender mais com a ajuda de tudo isso! Como Funciona? Ao contrário das demais estratégias que já estamos acostumados a ver e praticar, no inbound marketing é o cliente que vem até à empresa e não o contrário. Isso porque o relacionamento entre os dois começa bem antes de um tomar conhecimento sobre o outro. Pense bem, quando você tem um problema, uma pia entupida, um aparelho eletrônico com defeito ou o seu carro não quer ligar, o que você faz primeiro? Busca no Google. É quando a estratégia começa a funcionar. O cliente parte de um problema e busca uma solução que a sua empresa oferece, maravilha, temos um novo cliente certo? Nem tanto. Não basta a sua empresa oferecer a solução para o cliente que a está buscando, ela precisa estar “visível” aos olhos dele. E que melhor lugar para ser encontrado do que a primeira página do google? É lá que o seu site precisa estar quando o cliente buscar pela solução que você oferece. Funil de Vendas Já parou pra pensar em todas as etapas que o cliente percorre até o momento de realizar a compra do seu produto ou serviço? Em marketing digital e principalmente no inbound marketing, utilizamos o funil de vendas. Ele tem esse nome porque o gráfico que ilustra todo o procedimento se baseia em um funil onde os visitantes do seu site se tornarão leads que posteriormente serão qualificados até se tornarem oportunidades que estarão mais predispostos a serem os seus clientes. Tudo isso também tem a ver com as etapas do funil de vendas que são atrair, converter, relacionar, vender e analisar. Vamos falar sobre cada uma delas a seguir: Atrair É o primeiro estágio e por isso normalmente chamamos de topo de funil. O objetivo nesta etapa e atrair o máximo de visitantes possível para o site da sua empresa. As formas de se realizar essa atração são várias, posts em redes sociais, disparos de e-mail marketing, campanhas em google adwords e facebook ads e etc. Note que o que estaremos promovendo nesta etapa são conteúdos relevantes para o seu “futuro” cliente e não um artigo falando sobre a história sua marca, ele ainda não está pronto para isso ok? Converter Na etapa de conversão começamos a “filtrar” os visitantes do site coletando dados como nome, e-mail, telefone e etc. No entanto as pessoas só deixarão seus dados em troca de algo que poderá ser útil no seu dia a dia. Ou então caso tenham gostado muito do seu conteúdo e queiram recebê-lo com recorrência em sua caixa de entrada. Com a coleta desses dados começamos a construir uma base de leads que já se mostrou mais interessada nos conteúdos que a sua empresa tem a oferecer, ótimo não? Relacionar Manter o diálogo sempre aberto é o segredo para se ter uma audiência engajada. É o momento da sua empresa manter contato por e-mail com a base de leads. Semanalmente ou com uma recorrência que seja agradável, é fundamental enviar conteúdos interessantes, dar dicas ou pedir a opinião dos leads. Enquanto se relaciona, sua empresa estará qualificando os leads para um futuro momento de venda. Vender O grande momento é chegado e sabe o que sua empresa terá de fazer nesta etapa? Vender. Simples assim e com um esforço muito menor por serem vendas realizadas para leads qualificados ou oportunidades. Estes estão muito mais inteirados sobre sua marca, produtos, soluções e até mesmo a história da sua empresa, agora sim! Analisar Venda realizada, fim das etapas do funil de vendas certo? Nada disso, estamos falando de marketing digital, mais especificamente de inbound marketing e aqui os dados são a base de tudo. Por isso analisar cada etapa é fundamental. Das vendas realizadas, quanto tempo foi gasto para se qualificar os leads? Qual foi o nosso esforço de venda? E o CAC (custo de aquisição de cliente)? Esses dados serão a base para otimizar toda a estratégia de inbound marketing e dessa maneira otimizar os custos. E os resultados são imediatos? Claro… que não! Trabalhar com conteúdo além de tempo, esforço e dedicação também exige um tempo maior para se ter o retorno. Mas calma, vale e muito a pena investir em inbound marketing. Pense bem em quanto você investe (ou deveria estar investindo) em Google Adwords para o seu site aparecer na primeira página do Google? Agora imagine, daqui a um ano seu site lá, no primeiro resultado sem pagar nada por isso! É apenas uma das vantagens do inbound. Graças ao SEO (Search Engine Optimization) otimização de conteúdo para buscadores, o google entende que o seu site é referência no assunto pesquisado por seu cliente e por isso ele mostrado primeiro. Com a frequente rotina de postagens, criação de materiais e aumento do tráfego o seu site passa a ser mais relevante do que outros e por isso é melhor posicionado. Conteúdo Ainda não tinha falado sobre isso!? Então, sua empresa vai precisar gerar conteúdo, muito conteúdo, muito mesmo e o principal, com qualidade! É através dele que faremos toda essa engrenagem do inbound marketing funcionar lindamente. Os formatos são diversos, blog posts, e-books, whitepapers, webinars e uma infinidade…

O que é marketing de Guerrilha?

Aprenda como o marketing de guerrilha funciona e como chamar atenção com criatividade ! O ser humano sempre viu na necessidade de se reinventar oportunidades para inovar e encontrar soluções criativas. Na hora de divulgar — seja produtos, serviços ou mesmo ideias de utilidade pública — isso não é diferente. Na verdade, podemos dizer que o marketing, nas suas muitas formas, oferece o espaço perfeito para essa inovação. Uma delas, chamada marketing de guerrilha, vem ganhando espaço pelo alto impacto que causa, mesmo sem gastar muito. Parece bom, não é? Veja tudo que você precisa saber sobre o marketing de guerrilha! O que é marketing de guerrilha? O termo marketing de guerrilha faz jus ao nome que leva, já que é mais direto e, por vezes, até mais agressivo que outras formas conhecidas de divulgação. Aliás, não é difícil entender o porquê: basta ver a origem do nome, que foi criado pelo publicitário americano Jay Conrad Levinson no final dos anos 70, inspirado pela guerra do Vietnã. Mesmo com um poder de fogo bem menor, os vietnamitas conseguiram passar por cima das limitações usando táticas de guerrilha e superaram seus adversários. Trazendo esse conceito para o mundo do marketing, a ideia é aumentar bastante o impacto da ação sobre o público com um investimento baixo. Por que vale a pena investir no marketing de guerrilha? Faz todo o sentido saber que essa forma de marketing vem crescendo mais e mais a cada dia, já que a promessa é fazer mais com menos. Mas, indo um pouco além, o que faz com que os resultados sejam tão expressivos assim? Entender isso vai ser a chave para saber como criar ações de sucesso. Se formos comparar o modelo do marketing de guerrilha com o marketing tradicional, nem sempre vamos encontrar grande diferença em termos técnicos. Afinal, ambos contam com anúncios que tentam atrair a atenção das pessoas para um produto, serviço ou ideia. O diferencial está mesmo na abordagem. Hoje em dia, todos nós somos bombardeados com um volume gigantesco de informações, tarefas urgentes e prazos apertados. Sendo assim, é natural ficarmos mais seletivos quanto ao que merece nosso tempo e atenção, não concorda? Por isso, os anúncios convencionais se tornaram uma distração facilmente descartável. Ninguém quer ser incomodado por propagandas inconvenientes. O marketing de guerrilha, por outro lado, é feito para ser tão chamativo que se torne impossível de ignorar, criando acima de tudo uma impressão duradoura na mente dos clientes. Mais ainda, o foco está em provocar uma reação no consumidor, talvez por fazê-lo reavaliar suas prioridades e hábitos pessoais, métodos de trabalho ou mesmo por “cutucar” um concorrente de modo direto. 7 dicas para um marketing de guerrilha eficiente É importante frisar um detalhe sobre o marketing de guerrilha: ao mesmo tempo em que ele é impactante, esse impacto pode ser tanto bom como ruim. Daí vem a necessidade de tomar alguns cuidados para que a ação não tenha um efeito contrário ao que você espera e gere reação negativa do público. Que tal ver algumas dicas sobre o assunto? Separamos 7 delas para te ajudar: Conheça muito bem seus clientes O primeiro passo para acertar nas ações de guerrilha é conhecer em detalhes as pessoas que serão impactadas por elas. Isso inclui tanto seus clientes atuais quanto os que têm potencial de ser. Por isso, é importante que você leve em conta as personas do seu negócio nesse momento. Tomar esse cuidado é a melhor forma de evitar que uma campanha incrível acabe se tornando um fracasso por não se encaixar nos valores e interesses do público. Não fuja das suas origens O marketing de guerrilha não precisa seguir uma única fórmula. Na verdade, para ter sucesso com ele, isso é tudo que você não deve buscar. Enquanto algumas campanhas conseguem ser muito engraçadas, outras miram diretamente para a provocação e o desafio. Ainda outras tratam de assuntos muito sérios. Como uma única fórmula seria capaz de comportar tantas mensagens diferentes? É impossível! O importante mesmo é não fugir das suas origens: se o seu segmento permite uma linguagem mais leve e descontraída, siga esse caminho. Senão, se adapte conforme for necessário, a fim de que o resultado final continue sendo autêntico. Considere fazer parcerias Nós já falamos aqui o quanto somos fãs do co-marketing, e no marketing de guerrilha também é possível usar esse recurso com sucesso. Um exemplo interessante — além de bastante simples — é a tática de guerrilha que a Microsoft usou ao lançar o seu tablet, chamado Surface, no mercado. A empresa fez parceria com um lava-rápido de Chicago, para expor em sua parede um graffiti anunciando o novo dispositivo. Mas, qual a grande novidade? A localização: a loja ficava perto de uma loja da Apple, uma das principais concorrentes, bem à vista de seus clientes.Isso mostra claramente que parcerias de marketing de guerrilha não precisam ser complicadas para dar certo. Seja original Um elemento essencial das táticas de guerrilha é a originalidade. Não dá para se dar bem só por copiar o que já deu certo em outros casos. Não importa o quanto uma ideia já provada pareça fazer sentido para o seu negócio, é sempre melhor apostar em uma ideia original. Por outro lado, você fará bem em procurar inspiração nos casos de sucesso. Eles podem servir para aguçar a sua criatividade e ajudar a ter ideias legais. Desse jeito, dá para aprender com o que já foi feito por outras empresassem correr o risco de ganhar fama de imitador. Capriche na execução Boa parte das campanhas de marketing que dão errado não falha na fase de planejamento, e sim no momento de executar tudo que foi pensado. Pensando nisso, depois de ter definido a melhor forma de atrair e impactar seu público de maneira original, pense em cada detalhe do que será preciso para tornar sua ideia um sucesso. Se tiver decido contar com a ajuda de um parceiro, não se esqueça de se reunir com ele para dividir as tarefas e resolver como tudo vai funcionar. Uma…

Heinz triplica produção de concorrente

Internauta canadense propõe boicote ao ketchup da marca e faz estoque do concorrente French´s esgotar nos supermercados. Um único post foi capaz de mobilizar duas grandes empresas, produtores agrícolas, o prefeito de uma cidade e até mesmo um deputado no estado canadense de Ontário. Brian Fernandez, morador da cidade de Leamington, conhecida como a capital do Tomate, colocou em seu perfil no Facebook um convite para que seus conterrâneos boicotassem a marca Heinz já que a concorrente French´s utiliza tomates locais. Em poucos dias, o post de Fernandez foi compartilhado mais de 150 mil vezes e fez com que os ketchups da French´s se esgotassem no varejo. “Vamos triplicar a produção do produto e ficamos entusiasmados de ver a mobilização local”, disse Elliott Penner, presidente da French´s, em entrevista à emissora local CBC.     Já o executivo da Heinz, Sam Diab, disse que é “encorajador ver a forma como os consumidores valorizam o produto local”. Diante da repercussão, John Paterson, prefeito de Leamington, pediu para que os canadenses não boicotem todos os produtos da Heinz porque a empresa ainda fabrica alguns itens com produtos locais como vinagre e molho de macarrão dando empregos para a cidade. Desde 2014, a marca de condimentos Heinz deixou de produzir em Leamington. Com sua saída da cidade a empresa demitiu quase 800 trabalhadores e desestabilizou os agricultores. O post de Fernandez ganhou as notícias e o boicote está se espalhando por outras cidades do Canadá. A situação mostra que mesmo um caso isolado, em uma cidadezinha do interior do Canadá, pode ganhar o mundo em minutos com apenas um clique.     Mentor Muniz Neto, sócio e CCO da Bullet, explica que o caso de French’s x Heinz é apenas mais um exemplo de como o tribunal das redes sociais processa o julgamento instantâneo sobre qualquer assunto colocando no banco dos réus, acusando e condenando sem direito a recurso. “E o resultado para as marcas pode ser um sucesso inimaginável ou um fracasso devastador, assim, estalando os dedos”, observa. Na visão do publicitário, é impossível conceber que o gerenciamento de uma marca não monitore e responda as redes sociais na velocidade dessas redes. “O cliente que ainda encara o Twitter como um call center de luxo, ignora o Snapchat ou usa o Facebook como um site institucional está fadado a ficar fora do diálogo da sua marca”. “O recente acontecimento envolvendo a marca French’s e Heinz revela o protagonismo cada vez maior do consumidor nas estratégias de marketing. Qualquer decisão que não levar em consideração a opinião desse consumidor corre o risco de ser questionada depois. Querendo ou não as empresas ganharam um ombudsman e ele veio para ficar”, diz Paulo Henrique Gomes, o PH, sócio e vice-presidente de criação da Mood. Via-Meio&Mensagem  

Conheça o seu público digital

O estudo MMA Mobile Report 2015 disseca o comportamento das gerações com relação aos dispositivos móveis. Conheça um pouco mais da Geração Millenials.   (*) Por Alberto Pardo   Apurar o olhar para o melhor entendimento possível do perfil do consumidor da sua marca deve ser um exercício diário. A constante e veloz evolução tecnológica, contexto econômico e social, tornam este desafio ainda maior. Quando transferimos esse pensamento para a publicidade e capacidade de atingir o público desejado é fundamental uma radiografia sobre o comportamento da geração millenials, jovens entre 14 e 24 anos.   O estudo MMA Mobile Report 2015 disseca o comportamento desta geração, mostrando a importância de mirar investimentos em publicidade mobile para marcas que têm esse público como seu target para as campanhas:   1. Sempre conectados: esta é geração que mais está conectada à internet por dispositivos móveis, com 4h31 por dia navegando.   2. Internet rules: é via internet que os jovens desta geração tomam decisão sobre o veem, leem ou escutam. Os meios tradicionais têm menor peso em comparação às gerações mais experientes.   3. Mais que ligações: para os millenials navegar na internet em dispositivos móveis já é tão importante quanto fazer ligações   4. Social mobile: 7 dos 10 apps mais utilizados por essa geração são para socializar, ver e ser visto e bater papo.   5. Via de mão-dupla: a motivação dos millenials para prestar atenção à propaganda está relacionada a ganhar algo em troca, visual/design, interesse pela categoria e humor.   6. Consumo: as atividades de compra preferidas por este grupo em dispositivos móveis são varejo de roupas, calçados e acessórios, e entretenimento como ingressos, filmes/séries e música.   Lembre-se dos dados acima quando for planejar sua próxima campanha para os millenials.   O estudo completo pode ser baixado gratuitamente aqui>>> Pesquisa Mobile 2015   (*) Alberto Pardo é CEO da Adsmovil

Marketing Digital. Custa Pouco e Vale Muito!

É possível fazer muito barulho gastando pouco. Marketing digital custa menos e pode alcançar bem mais! Na hora da crise, muitas empresas precisam cortar investimentos. Nos pequenos negócios, é comum que a verba de marketing seja a primeira na lista de corte. Mas, é em um período desafiador como o de crise que o empreendedor não pode deixar de investir no marketing da sua empresa. Ao invés de gastarem suas economias com incertezas ou projetos de longo prazo, devem apostar em ações mais baratas, focadas e efetivas. Segundo Gustavo Carrer, consultor de marketing do Sebrae e palestrante da Feira do Empreendedor SP 2016, que acontece em fevereiro no Pavilhão do Anhembi, o cenário econômico atual exige que os empreendedores sigam investindo nos seus negócios. “As vendas precisam crescer e o marketing tem como objetivo final aumentar o faturamento das empresas”, diz. Para que isso não impacte de maneira negativa as finanças, o especialista sugere que os investimentos sejam menos dispersos, ou seja, mais focados em ações que podem trazer resultados rápidos. “Investir pouco, mas investir bem é a ordem do dia”, afirma Carrer. É o chamado “marketing de baixo custo”. Descontos, premiações internas, visitas a clientes e apostas nas redes sociais são recomendações essenciais para quem deseja apostar em novas alternativas. Para o especialista, 2016 será um ano em que os donos de negócios gastarão muita “sola de sapato e boca a boca”. “Se está vendendo pouco, então sobra tempo. Essa é a chance de reativar contatos, fazer parcerias, pesquisar concorrentes e ir para a rua atrás de oportunidades.” Confira abaixo com mais detalhes as dicas do consultor: 1. Incentive sua equipe Na visão de Carrer, o primeiro passo para começar a vender mais é incentivar sua equipe de vendas. Para isso, os empreendedores devem utilizar a técnica da premiação, bonificando seus funcionários com algum dinheiro ou mesmo produtos diversos, como brindes e viagens. “É uma campanha que ajuda a levantar o moral da equipe e pode trazer resultados muito interessantes”, afirma. 2. Crie promoções Segundo o especialista, as empresas devem realizar promoções temáticas, aproveitando fatos como a chegada do verão ou à volta as aulas. Além disso, o empreendedor deve ir além e pensar em como agregar produtos a uma mesma venda. “Muitas vezes o cliente não quer só um desconto, mas um bem bolado de itens. Isso vale desde o salgadinho com suco até kits de materiais escolares.” 3. Invista no digital O marketing digital pode se tornar uma das melhores alternativas para as empresas neste momento. Com a capacidade de direcionar as ações para o público-alvo, as redes sociais e o Google AdWords podem colocar o seu empreendimento em contato direto com os clientes por um preço acessível. O especialista também afirma que o aplicativo WhatsApp pode ser uma opção válida. “Enviar uma foto do cardápio, do look do dia ou de uma nova promoção por mensagem pode gerar engajamento efetivo.” Cuidado só para não gerar spams: envie apenas para clientes que autorizaram o recebimento. 4. Faça contatos Para o consultor, empresas que estão com o movimento menor devem fazer bom uso da hora de trabalho dos seus funcionários. Por isso, fazer telefonemas, mandar mensagens e trocar e-mails com possíveis clientes e parceiros deve entrar na rotina de maneira sistêmica. “Um vendedor que fica parado uma hora por dia pode encontrar novas maneiras de encontrar clientes. Se fizer com criatividade, essa ação pode aumentar a produtividade do seu negócio.” 5. Aposte no atendimento pessoal Por último, Correr afirma que os empreendedores devem literalmente ir para a rua atrás de novos clientes. “Na hora que seu negócio estiver mais fraco, vá conhecer seus vizinhos, descubra quem trabalha nos prédios da sua rua. Divulgue a marca na região e faça contatos pessoais. É um trabalho que pode fazer toda a diferença no seu faturamento ao longo do tempo.” Via – PEGN