Homem e mulher escrevem em papeis coloridos colados a um vidro. Estão desenhando uma estratégia inbound marketing.

Criando uma estratégia de Inbound Marketing em 5 passos

Desenhar uma estratégia de Inbound Marketing bem estruturada traz diversos benefícios para as empresas. Como exemplo, posso mencionar o aumento do ROI, a captação de leads qualificados, a construção de uma presença digital forte, entre outros. Como a maioria das pessoas faz compras online, investir na produção de conteúdo é essencial para ampliar as suas oportunidades de converter vendas. Mas, por onde começar a traçar sua tática de Inbound, afinal? Continue a leitura e descubra mais adiante. Passo a passo para executar uma boa estratégia de Inbound Marketing Graças ao Inbound, você consegue transformar usuários da internet em possíveis clientes. Mas, para isso, é necessário alinhar alguns pontos. Sem delongas, veja a seguir, o que você deve fazer para desenvolver uma estratégia bem-sucedida. Confira! 1)    Definir os objetivos da estratégia Sabe-se que plano de muitas empresas ao trabalhar com o Inbound, consiste, sobretudo, em conversão. Mas, a abordagem também possibilita outros resultados, conforme os objetivos almejados. Portanto, antes de tudo, a primeira coisa a se fazer é estabelecer os objetivos. Em outras palavras, a empresa precisa saber com clareza o que ela deseja alcançar com o Inbound Marketing. Veja algumas possibilidades: Aumentar o alcance e a visibilidade do negócio Aposte em conteúdo útil e de qualidade para atingir as pessoas interessadas em sua empresa e na solução que ela oferece. Para isso, você pode utilizar diferentes canais, como blog, redes sociais, etc. Basta entender onde o público está. Veja 7 razões para fazer marketing de conteúdo Tornar-se referência de mercado Mas, se o objetivo da empresa é ser referência no mercado, seja inovador, entregando conteúdos relevantes e diferentes em relação à concorrência. Esse é um requisito fundamental para chamar a atenção dos usuários, afinal, a internet já está cheia de conteúdos semelhantes. Se você quer mesmo mostrar que entende de um determinado assunto, apresente um texto assinado por um especialista no tema, uma entrevista também passa credibilidade. Reduzir o CAC – Custo de Aquisição de Clientes O Inbound Marketing também ajuda na redução do CAC, uma métrica importante para o setor de marketing. Aliás, uma estratégia de Inbound custa  muito menos do que as ações de Outbound. Em resumo, se você Investe em SEO e tem um alcance orgânico do seu blog, certamente terá uma ação com custos bem diluídos no longo prazo. 2)    Criar as personas da estratégia de Inbound Marketing O segundo passo para garantir o sucesso com l Inbound é construindo as buyer personas. Assim, o seu time de marketing e vendas saberá ao certo para quem estarão vendendo. Além disso, as personas possibilitam direcionar a produção de conteúdo com mais assertividade. Desse modo, você irá falar com a pessoa certa e da maneira certa, tendo mais chances de se aproximar do seu potencial cliente. Mas, como fazer para construir personas relevantes? Bem, neste processo, o mais importante é se basear em dados e não em intuição ou achismos.  Veja algumas dicas para criar a persona do seu negócio: Se quiser se aprofundar ainda mais em personas não deixe de ler este outro artigo aqui do blog 3)    Produza conteúdo que seja relevante para a sua estratégia de Inbound Marketing Mesmo no ambiente digital, é necessário conhecer muito bem o público para o qual o conteúdo é direcionado. Por isso, logo após a definição de objetivos e a criação das personas, também é preciso: Compreender a jornada de compra Ao entender cada momento da jornada de compra, você tem condições reais de criar conteúdo de valor, que irão realmente solucionar as necessidades do público. Além disso, também fica mais fácil identificar os melhores formatos de conteúdo, conforme os estágios do funil de vendas. Escolher os canais mais eficientes Muitos gestores e empreendedores acreditam que a merca precisa estar presente em todas as redes sociais quando, na verdade, ela só precisa utilizar os canais pertinentes para a estratégia de Inbound Marketing que foi elaborada. Em outras palavras, esteja onde o seu público está. Por exemplo, o LinkedIn é considerada uma das melhores plataformas para distribuição de conteúdo B2B, enquanto o Instagram e o Pinterest proporcionam melhores resultados para o comércio B2C. 4)    Otimize seus conteúdos para SEO Para aumentar as chances de sucesso de uma estratégia de Inbound Marketing, é indispensável trabalhar o Search Engine Optimization (SEO). Afinal, essa tática pode posicionar a empresa nos primeiros lugares das buscas orgânicas. Contudo, para isso, é importante criar textos relevantes, originais e com boa escaneabilidade. 5)    Foque na geração e na qualificação de leads Para aumentar a confiança do usuário em sua empresa e, consequentemente, transformar visitantes em leads e depois em clientes, realize algumas ações, como, por exemplo: Resumo: 5 passos para elaborar uma estratégia de Inbound Marketing Agora que você já sabe quais passos seguir para implementar uma estratégia de Inbound Marketing de sucesso, o próximo passo a ser dado é colocar tudo em prática e aguardar os resultados. Para te ajudar a dar start na sua estratégia, recomendo também a leitura deste artigo: Inbound Marketing, como começar?

Como montar um cronograma de conteúdo para blog?

Criar conteúdo para blog exige muita estratégia e planejamento. Até mesmo porque, para gerar mais tráfego e aumentar as conversões em sua página ou loja virtual, você precisa ser assertivo. Assim, além de escrever artigos consistentes e de qualidade, é necessário também focar em solucionar as dores da persona. Nesse sentido, mapear a produção de conteúdo pode ajudar e muito. Por isso, trouxemos algumas dicas que te ajudarão a organizar as tarefas relacionadas à criação dos seus materiais. Quer saber como elaborar um calendário de publicações eficaz para o seu blog? Então é só continuar a leitura. via GIPHY Por que você precisa planejar o conteúdo do blog? Para início de conversa, ter um cronograma é fundamental para o sucesso da sua estratégia de conteúdo, sobretudo porque essa ferramenta proporciona diversos benefícios, como: Mais organização Quando você cria um plano de ação para a produção de conteúdo do seu blog, fica mais fácil manter o controle de cada demanda e verificar se as tarefas estão em dia. Além disso, você evita atrasos nas publicações e garante mais clareza na comunicação entre os membros do time. Desse modo, o fluxo de trabalho tende a ser mais efetivo. Essa organização é ainda muito importante para alimentar um bichinho chamado algoritmo. Ele é bem faminto e gosta de saborear seu conteúdo com certa cadência. Então aproveite esse planejamento e já deixe o dia e horário de publicação dos conteúdos alinhado. Melhores resultados de SEO Planejando o conteúdo da página do blog, você consegue manter uma boa frequência de publicações. E por que isso importa? Porque a regularidade influencia diretamente no SEO do seu site, pois essa é uma forma de avisar que em certa data o blog será atualizado. Lembrando que as páginas que fazem uma boa gestão do conteúdo tendem a ser priorizadas pelo Google. Permite aprimorar a estratégia de Marketing de Conteúdo Além disso, documentando as publicações no blog, é possível saber o que deu certo e o que precisa ser revisto e melhorado. Por exemplo, se você tem um cronograma de conteúdos, poderá entender quais os melhores dias e horários para postar no blog, quais os assuntos mais acessados, a frequência ideal de postagens, entre outros insights. Sem falar que o calendário também serve de inspiração para novos temas, já que você pode melhorar e até adaptar posts antigos, reaproveitando-os. O que um calendário de conteúdo para blog deve ter? Basicamente, um calendário editorial ou cronograma de conteúdo é um documento que prevê a programação da produção de conteúdo para o blog. Em outras palavras, é o planejamento da sua estratégia de Marketing de Conteúdo, que deve conter pontos, como: Os temas e formatos de cada conteúdo; Datas de publicação no blog; Datas de promoção em redes sociais; As palavras-chave estratégicas; As personas e a etapa da jornada do cliente para as quais o post foi feito. Criando um cronograma de conteúdos para blog – passo a passo Na prática, para fazer um cronograma de publicações para o seu blog, basta seguir os passos a seguir: 1.     Escolha a ferramenta ideal Em primeiro lugar, para elaborar e compartilhar o cronograma com a equipe, você precisa utilizar a melhor ferramenta. O Excel, por exemplo, é uma boa opção, pois você pode adicionar o arquivo no Dropbox ou Google Drive para que todos tenham acesso. Outra ferramenta bastante eficiente é o Google Calendar, já que permite criar eventos para cada publicação, convidar os integrantes da equipe e também ajuda a lembrar das tarefas por meio de alertas. 2.     Defina a frequências de publicações de conteúdo para blog Antes de escrever os conteúdos da sua página, defina a periodicidade das postagens, considerando os seus objetivos. Embora seja bom postar com uma frequência alta, faça isso apenas se conseguir entregar a quantidade proposta e manter a qualidade dos textos e demais materiais. Se você não seguir a periocidade estipulada inicialmente, terá sérios problemas com engajamento. 3.     Pesquise para encontrar os melhores temas de conteúdos para blog Agora é hora de definir o assunto do conteúdo para blog. Como eleger os melhores temas? Para isso, você pode fazer benchmarking e avaliar a estratégia dos concorrentes. Contudo, tome cuidado para não copiar os conteúdos de outros sites. Além disso, você também pode escolher o tema do post se baseando nas palavras-chave mais buscadas nas pesquisas on line. Nesse sentido, ferramentas como o Google Trends, o Keyword Planner e o SEMRush são excelentes fontes de inspiração. Ademais, ao definir o assunto do conteúdo para o blog, leve em conta as dúvidas e necessidades da persona do seu negócio. Afinal, a o seu blog deve gerar valor com conteúdos úteis para a persona, isto é, que a ajude a avançar na jornada de compra. E caso não seja você que vai produzir o conteúdo para blog, recomendamos que elabore um briefing completo, com todas essas informações, além de referências sobre o assunto. Assim, fica mais fácil garantir que o resultado do material esteja alinhado à estratégia de conteúdo. 4.     Acompanhe os resultados Por fim, não adianta produzir conteúdo para blog e não mensurar os resultados obtidos. Portanto, não deixe de definir métricas e KPIs para monitorar a performance das suas postagens. Escolha os indicadores mais relevantes para a sua estratégia como, por exemplo, leads gerados, novos visitantes, taxa de conversão de vendas, etc. Agora que você já conhece os benefícios do cronograma de conteúdo para blog, que tal, colocar a mão na massa e dar início ao seu planejamento? Mas antes, leia também: Cronograma de conteúdo para funil de vendas, como montar o seu? Aproveite também para se inscrever em nosso blog e receber toda semana artigos sobre Marketing, de Conteúdo, Inbound Marketing, Tráfego Pago e muito mais…

SEO: como criar uma boa estratégia

O SEO possui técnicas indispensáveis para qualquer empresa. Isso porque ajuda a destacar a marca nas buscas orgânicas, trazendo resultados reais para o negócio. Mas, para isso, você precisa traçar uma estratégia mais completa e que vá além da criação de conteúdos baseados em palavras-chave. Afinal, o trabalho de SEO é complexo e deve ser executado a longo prazo e acompanhado de perto. Neste conteúdo, você verá quais pontos levar em conta ao desenhar a sua estratégia de SEO. Mas de imediato, e dentro de um contexto de estratégias no ambiente digital, é o SEO que vai te ajudar a ter mais visitas orgânicas e gastar menos com mídia paga. Confira! via GIPHY Afinal, o que é SEO? O SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de técnicas utilizadas para conduzir o usuário à melhor experiência no ambiente digital. Ou seja, estamos falando de recursos de otimização que visam posicionar o seu site no topo nas pesquisas dos mecanismos de busca como o Google. Logo, essa é uma tática que também gera mais tráfego para a página e aumenta o número de conversões. Resumindo, o SEO é uma das melhores formas de atrair clientes. Mas, ainda há gestores, empreendedores e profissionais de marketing que acreditam que o método se resume à escolha de palavras-chave. Na verdade, existem outras táticas que você não pode ignorar, como: SEO on page A princípio, o SEO on page refere-se às otimizações feitas dentro do site. Por exemplo, quando você cria títulos utilizando o termo chave, descreve as imagens do texto, define uma URL, insere links internos que apontam para outros conteúdos, etc. Todas essas melhorias devem ser realizadas considerando a experiência do usuário.   Isso porque, se seu conteúdo é bem estruturado e de qualidade, ele tende a se diferenciar dos demais, o que é uma vantagem para sua empresa. SEO off page Já o SEO off page trata das técnicas de otimização feitas fora do site. Ele inclui uma estratégia chamada Link Building, isto é, a criação de back links como forma de aumentar a relevância da página. Em resumo, são ações externas que visam melhorar os resultados orgânicos do seu domínio. Além do Link Building, o SEO off page também trabalha outras táticas, como redes sociais, marketing de conteúdo, a obtenção de avaliações, entre outros. SEO técnico São as otimizações relacionadas a parte operacional, que trata da arquitetura do site e dos códigos.            Além de influenciar o ranqueamento, o SEO técnico serve, acima de tudo, para permitir o rastreamento e indexação do site. Por isso, essa é uma parte que exige atenção. Para melhorar os aspectos técnicos, é preciso verificar a velocidade da página, os certificados de segurança, responsividade, entre outros. SEO local É uma estratégia para melhorar o posicionamento nas pesquisas locais ou regionais. Essa otimização leva em consideração a geolocalização e outros recursos para que o usuário ache uma solução perto do local que ele se encontra. O objetivo é aprimorar a experiência dos usuários e também atrair novos públicos. Nesse sentido, algumas ferramentas como, Google Maps, Google Meu Negócio e até mesmo as redes sociais são essenciais em uma estratégia de SEO local. Dicas para criar uma estratégia eficaz de SEO Agora que você já conhece as diferentes técnicas de otimização, veja o que fazer para construir uma estratégia sólida de conteúdo e SEO: Comece elencando os assuntos Em primeiro lugar, para ter um bom crescimento orgânico, você precisa criar uma lista com assuntos que pretende abordar. Para isso, pesquise os termos relacionados ao seu produto ou serviço. Existem ferramentas que te ajudam a identificar o volume de busca dessas palavras-chave bem como as variações relacionadas. Por exemplo: Keyword Tool, e SEMrush. Liste as palavras-chave de cauda longa É importante entender como o seu usuário ou público-alvo pesquisa pelos termos mais usados em relação ao seu negócio. Assim, você deixa de lado os termos mais genéricos e passa a dar preferência a termos mais específicos, que estejam mais próximos do conteúdo que você quer divulgar. Ao escrever o conteúdo do seu site, você pode usar palavras-chave de cauda longa, que mostram a intenção de busca da persona do seu negócio.   Em geral, elas são formadas por três ou mais palavras, criando uma pequena frase e representando uma busca mais personalizada. Apesar de atrair um número menor de pessoas, este tipo de palavra-chave ajuda a atrair tráfego mais qualificado, ou seja, pessoas que buscam pelo seu produto ou serviço. Potencialize o SEO, criando um blog A princípio, o blog é uma ótima ferramenta para classificar palavras-chave e envolver os visitantes do seu site. Isso porque cada post de blog é uma nova página, ou seja, é outra chance da sua empresa subir nos rankings de pesquisa. Logo, se o seu negócio ainda não tem um blog, está mais que na hora de fazer um. Até mesmo porque é no blog que você vai elaborar cada subtópico e começar a aparecer no Google. Faça publicações semanais e melhore a autoridade da página Para que o Google preste atenção no domínio do seu site publique conteúdos ao menos uma vez por semana. Porém, lembre-se de escrever para o seu público e não para os mecanismos de busca. Portanto, escreva sobre assuntos que sejam úteis e de interesse do seu público. Planeje a construção de links na sua estratégia de SEO Quanto mais autoridade de página o site de origem tiver, maior será o efeito dele no ranking da página à qual está ligado. Portanto, pense em formas de atrair links de entrada para o seu site. Uma boa maneira de começar é compartilhando seus links com outras empresas da sua cidade em troca de links nos sites delas. Além disso, convide blogueiros para escrever posts que você possa vincular com o seu site. Monitore os resultados dos seus esforços de SEO Por fim, não deixe de mensurar os resultados obtidos com o seu trabalho de SEO. Nesse aspecto, a métrica mais importante é o tráfego orgânico. Então, é importante ter uma…

core web vitals - thumb

Core Web Vitals: por que investir em experiência do usuário?

Core Web Vitals refere-se às métricas do Google que medem a experiência do usuário nas páginas.  Elas estão relacionadas à velocidade, interatividade e estabilidade visual, fatores que determinam se o usuário vai acessar o seu conteúdo ou desistir diante de um obstáculo.  Afinal, o que o usuário quer é ter uma boa experiência ao buscar a solução para um problema. Ou seja, ele espera encontrar respostas para as suas dúvidas de maneira rápida e prática. Se você ainda não está tão por dentro desse assunto, não se preocupe. Ao longo deste artigo falaremos mais sobre as Web Core Vitals e sobre as otimizações necessárias para o seu site oferecer uma experiência ainda melhor ao usuário.  Acompanhe! via GIPHY A princípio, o Google utiliza esses critérios em seu algoritmo para avaliar a usabilidade de uma página.  As Core Web Vitals abrangem os seguintes indicadores: Largest Contentful Paint (LCP) – calcula o tempo de carregamento da página;  First Input Delay (FID) – mede em quanto tempo o usuário consegue interagir com a sua página; Cumulative Layout Shift (CLS) – mensura a estabilidade do conteúdo enquanto a página carrega e o usuário interage com ela. O desenvolvimento desses indicadores foi anunciado pelo Google em maio de 2020.  A ideia era unificar as orientações dos fatores de qualidade de uma pagina.  Assim, não seria necessário lidar com diversas ferramentas e métricas. Já no fim do mesmo mês, o Google informou que incorporaria as Core Web Vitals ao seu algoritmo. Experiência do usuário: outros indicadores que o Google utiliza Além das Core Web Vitals, o Google usa outras métricas para saber sobre a experiência que a página entrega ao usuário.  Em outras palavras, elas passam a fazer parte de outros fatores de rankeamento, que o algoritmo já adotava, como: Mobile friendly Com a popularização dos dispositivos móveis, o Google passou a priorizar a experiência mobile dos usuários.  Desde 2018, o buscador classifica os sites usando apenas a versão para dispositivos móveis. Isso não significa que as versões de desktop perderam completamente a relevância, mas o movimento de mobile first (primeiro o móvel) também passou a ser parte das condições de avaliação do Google. Navegação segura Após analisar milhares de URLs e identificar os sites que possuem vulnerabilidades, o Google exibe avisos nos resultados de busca e no navegador.  Afinal, os sites não seguros são um risco para os usuários. HTTPS Já o protocolo HTTPS possui uma camada de proteção criptografada na transmissão de dados entre o computador e o servidor. Assim, ajuda a aumentar a segurança. Testando o seu site para as Core Web Vitals  Mais adiante você verá de que forma é possível testar sua página para as Core Web Vitals.  Mas antes é importante dizer que, para avaliar as métricas, o Google divide a origem dos dados em dois grupos: Field Data e Lab Test Data. Enquanto o primeiro se baseia nas experiências reais de usuários com o site e é utilizado para sua classificação no Google, o segundo refere-se a métricas aproximadas.  Ou seja, elas são criadas em um ambiente de teste que tenta reproduzir a experiência do usuário. As Core Web Vitals – chamadas também de “principais métricas da web” – podem ser testadas pelas principais ferramentas de SEO.  O Google Search Console, por exemplo, conta com relatórios dedicados para acompanhar essas métricas. A Semrush também pode fazer isso.  Além disso, você pode testar sua página com o Google PageSpeed Insights, que usa Field Data para seus resultados.  Assim, ele traz métricas conforme o que o Google está levando em consideração. Também é possível fazer teste usando o Lighthouse. Contudo, vale ressaltar que este utiliza Lab Test Data, e por isso não apresenta o First Input Delay (FID). Como otimizar o site com as “principais métricas da web”? LCP – Largest Contentful Paint Conforme, adiantamos, LCP é a métrica que representa a percepção de carregamento das páginas. Segundo o Google, 2,5 segundos ou menos  é considerado um bom tempo de LCP; entre 2,5 e 4 segundos é um tempo razoável, que ainda requer melhorias e acima de 4 segundos é um LCP ruim, que precisa de melhorias urgentes, como: Otimizar seu servidor; Utilizar CDN; Ativar o cache; Usar Service Worker para páginas HTML “cache-first”; Antecipar conexões de terceiros; Minificar e adiar JavaScript e CSS que não são críticos para a página. FID – First Input Delay De forma resumida, podemos dizer que o FID mensura a primeira impressão do usuário.  Como assim? Ele calcula o tempo entre a primeira interação do usuário com a página.  Mas ele não mede o carregamento em si, mas apenas o atraso causado entre a interação do usuário e o início do carregamento para cada acesso ao site. Para o Google, um FID abaixo de 100 milissegundos é bom, entre 100 e 300 milissegundos é um tempo razoável e acima de 300 milissegundos é um FID ruim, que precisa das melhorias abaixo: Dividir Javascript pesados em tarefas menores e assíncronas; Otimizar as página para interaction readiness; Usar um web worker; Reduzir o tempo de execução do JavaScript. CLS – Cumulative Layout Shift Já a CLS é a métrica das Core Web Vitals que mede as mudanças inesperadas nas páginas, isto é, sua estabilidade visual.  Essas mudanças ocorrem sempre que um elemento visível muda de um quadro renderizado para outro. Para chegar a uma pontuação, o navegador usa como base o tamanho da janela de visualização e o movimento dos elementos. Desse modo, um CLS abaixo de 0,1 é considerado bom, entre 0,1 e 0,25 é razoável, e acima de 0,25 é um CLS ruim, que precisa urgentemente de melhorias como: Incluir atributos de width e height para imagens e vídeos; Reservar espaços para anúncios e conteúdo dinâmico; Usar uma API de carregamento de fontes pode reduzir seu tempo de carregamento. Agora que você já sabe como otimizar as “principais métricas da web”, tenho uma pergunta: Por que melhorar a experiência do usuário? Em primeiro lugar, porque o Google vai classificar ou ranquear melhor a sua página nas buscas orgânicas.  Em segundo lugar, focar nessas otimizações de SEO impacta positivamente nos seus resultados de Marketing…

Google PageSpeed, o que é e como usar?

Aparecer na primeira posição do Google. Esse é um dos maiores sonhos de muitos empreendedores digitais. Se você tem um blog, site ou e-commerce, o topo do Google é sem dúvidas um objetivo a ser alcançado. Com a ajuda do Google PageSpeed essa missão se torna menos impossível já que a ferramenta foi desenvolvida para ajudar na otimização de páginas e websites. Fique comigo neste post e aprenda a usar a ferramenta a seu favor e saiba como interpretar os resultados que ela oferece sobre seu site. O que é Google Pagespeed? Vamos pensar um pouco? Estamos em 2021 onde o ritmo na vida de todos é insano. As informações chegam com rapidez e estamos 100% do tempo conectados. Dito isto, passemos ao ritual diário de bilhões de pessoas, buscar no google. Pense, quantas vezes você já fez isso hoje? Pense um pouco mais, quando você clicou em um site que levou mais de 3 segundos pra carregar, se sentiu impaciente ou talvez um pouco frustrado? Sim minha amiga e meu amigo, este fator passou a ser um dos principais levados em conta pelo Google na hora ranquear os resultados de busca. Sites lentos não ficarão muito tempo no top 10 do Google, simples assim. Aliás, como anda o tempo de carregamento do seu? Não sabe bem? O Google Pagespeed pode te ajudar. Trata-se de uma ferramenta lançada pelo Google para ajudar desenvolvedores a otimizar a velocidade de carregamento de seus sites e com isso, oferecer uma boa experiência de busca aos usuários. Como usar o Google Pagespeed? O primeiro passo é ter um website, e-commerce ou pelo menos uma landing page. Algo seu, da sua marca, não um perfil no instagram ou página do facebook pois neste caso você está “pegando emprestado” um espaço para sua marca, mas isso é assunto para outro post. Então você tem uma url própria, muito bem! O processo é tão simples quanto fazer uma busca no google. Passo 1: acesse o site Google Pagespeed; Passo 2: insira a sua url; Passo 3: clique em analisar e aguarde o relatório. Você deverá ver uma nota no topo da tela. Essa nota vai de 0 a 100 e leva em consideração vários pontos. Observe que há uma nota para o desempenho do seu website no desktop e outra para o mobile. Isso acontece porque há alguns anos o google vem priorizando o raqueamento de sites responsivos, isto é, sites que se adaptam bem às telas de smartphones e tablets. Algo bem óbvio hoje, que quase todo mundo ou pelo faz ideia, é que o mobile é mais usado do que desktops. Mas isso é algo que o Google já previu há pelo menos 7 anos quando passou a priorizar o ranqueamento de sites mobile. E é exatamente a partir disso que o Google Pagespeed se baseia. Essa nota atribuída ao desempenho de carregamento do site parte de uma simulação de acesso ao url fornecido.  E para trazer resultados mais reais o Google Pagespeed emula um acesso ao seu site com uma conexão 4g padrão do país onde o teste é solicitado. Então você já sabe que aquela nota representa uma visita ao seu site com o 4g padrão do Brasil. O Relatório do Google PageSpeed Teste concluído, hora avaliar os resultados. Ok, você agora tem uma nota atribuída à sua URL.  É bom saber que se ela está entre 0 e 49 você terá muito a otimizar. Se está entre 50 e 89, o arroz com feijão está feito, mesmo que precise de um pouco mais de tempero. Mas se sua nota está na casa dos 90, muito bem! Para se ter uma ideia, fizemos um teste com o site do próprio Google e pasme, nem mesmo eles conseguiram uma nota acima de 90 no mobile. Então não se sinta mal por não passar de ano no Google Pagespeed. FCP (First Contentful Paint) Começando a entrar em detalhes do relatório temos a primeira sigla FCP. Traduzindo livremente, trata-se da primeira renderização de conteúdo em sua página, isso é, a primeira mudança significativa na tela do usuário que o faz perceber que seu site está carregando. Isto está intimamente ligado à performance do site pois ajuda a evitar uma desistência antes mesmo de o site carregar, o que aumentaria sua taxa de rejeição dentro do Google analytics. FID (First Input Delay)  Para você que está acostumado com os partidos políticos, as siglas do Google Pagespeed serão fichinhas. Chegamos ao FID, segunda métrica trazida no relatório. Ela se baseia na interação do usuário. Como o google prioriza sites responsivos, essa métrica acaba por influenciar bastante na nota final. O FID ou atraso de primeira entrada se refere à experiência dos usuários ao interagir com sua página mobile, logo após o carregamento ser concluído. É importante ter um baixo delay, isto é, atraso na interatividade em seu site. Sabe quando o site carrega, mas os botões ainda não funcionam ou o player do vídeo ainda não está ativo? Isso acontece devido a um alto FID. LCP (Larges Contentful Paint) O LCP, ah que que coisa linda. Todo site tem! Talvez o principal item a ser validado no Google Pagespeed. Se você for guardar apenas um conteúdo desse artigo, que seja este! O LCP é a métrica que avalia o conteúdo principal da sua página. O conteúdo principal é aquele que mostra para o usuário que a página foi carregada. O tempo de carregamento é fundamental para garantir uma boa experiência ao usuário. Não é por menos que o Google Core Web Vitals resume a categoria (loading) carregamento neste item. Falamos sobre CWV mais abaixo (outra sigla? Que legal!) CLS (Comulative Layout Shift) Já o CLS quantifica algo que é experimentado pelo usuário final. Já aconteceu com você de entrar num site e os botões, imagens e itens simplesmente mudarem de lugar? É bem comum na verdade. Você entra no site e o botão aparece no canto esquerdo e aí quando você vai clicar, ele simplesmente muda de…

Descrição de Produtos no E-commerce, é importante? Como fazer?

Você tem um e-commerce? Ou pretende criar um em breve? Em ambas situações, certamente você já deve ter pesquisado muito a respeito do assunto. Provavelmente já avaliou questões como estoque, plataforma, marketplaces, marketing digital, etc. Mas é muito comum empreendedores não darem tanta atenção para um detalhe muito importante: a descrição de produtos no e-commerce. Dependendo do segmento de atuação, gasta-se muito tempo e dinheiro na produção de lindas fotos e vídeos para tentar convencer o usuário a “levar pra casa” o seu produto. Contudo, a descrição muitas vezes é ainda mais eficiente na tarefa de convencer e, quando bem feita, é a peça chave para altas taxas de conversão no e-commerce. Descubra a importância de uma boa descrição de produtos no e-commerce e antes do fim, aprenda a criar descrições eficientes em sua loja virtual. Leia também Mídia paga para e-commerce: 3 ótimas estratégias E-mail marketing: como usar e vender mais Inbound marketing em 2021: 3 motivos para investir A Importância da Descrição de Produtos Quando você visita uma loja como é a sua experiência de compra? Você pode tocar nos produtos, ler as embalagens, sentir o peso e comparar com outros. Além de tudo isso, dependendo da loja, você ainda tem um vendedor pra te explicar tudo. Já no e-commerce, a experiência é diferente. Apesar da possibilidade de comprar de qualquer lugar, toda essa experiência de compra fica comprometida. Você não tem ali todos os recursos citados acima para te auxiliar nas escolha da melhor opção. É neste ponto que uma boa descrição de produtos no e-commerce pode auxiliar e trazer um pouco dessa experiência para o online. Experiência do Usuário As pesquisas indicam que, em média, 87,4% dos usuários buscam em outro site quando não encontram informações relevantes sobre ele em uma página de produto. Isso indica algo óbvio, ninguém compra algo sem saber o que é. Por vezes nos deparamos com páginas de produtos com apenas fotos e pouquíssimas informações. A imagem pode até valer por mil palavras, mas não consegue sozinha convencer alguém a comprar. Isso acontece porque o usuário chega na página de produto com uma dor. Essa dor pode ou não ser sanada por este produto. Mas o fato é que ele só saberá disso se estiver bem claro quais são as vantagens e benefícios de se adquirir aquele produto. Descrições que informam e educam Tome como exemplo uma loja de materiais elétricos. Você precisa comprar uma tomada para ser instalada em sua cozinha, para ligar o micro-ondas. Você logo pesquisa no google e chega numa página com essa descrição de produto: “Tomadas de energia 20A tem plugues com pinos mais grossos (4,8mm) e é recomendado para conectar equipamentos que exijam maior capacidade. A capacidade da corrente total dos equipamentos conectados não deve exceder 20A. A potência máxima em 127V, é de 2540W e em 220V, de 4400W“ Note como as informações estão de encontro com a sua dor, “ligar o micro-ondas”. A descrição não apenas fala do produto, mas também ensina de maneira prática que a tomada de 20a tem plugues para pinos mais grossos. Exatamente iguais aos pinos do seu micro-ondas. Se você não é eletricista pode ser que tenha chegado essa página de produto sem saber sobre essa questão do plugue, tampouco saberia sobre as capacidades de potência. Descrições que otimizam a experiência de compra Imagine agora que você precisa comprar uma short jeans. Novamente faz a busca e acessa na página com a seguinte descrição de produto: “Um básico diferenciado que você precisa. O short é feito no jeans claro, possui passante para cinto, fechamento regular por zíper e botão metalizado, três bolsos frontais e dois bolsos traseiros. Sua barra é dobrada, dando aquele toque vintage à peça. Acompanha cinto removível, também no jeans, com fivela quadrada e níveis de ajuste. Como usar: Sem dúvida alguma, esse modelo fica perfeito para um look casual cheio de estilo. Um item essencial e versátil que combina com qualquer modelo de blusa, e pode ser usado tanto em um look dia como em um look noite.“ Lembra que falamos acima que o online tem suas vantagens mas perde um pouco na experiência de compra? O que a descrição deste produto faz é justamente preencher a lacuna de não poder experimentar a roupa antes de comprar. Sequer colocamos a foto aqui e apenas com a descrição você já sabe que: O short é feito no jeans claro; Possui passante para cinto; Fechamento regular por zíper e botão metalizado; Três bolsos frontais e dois traseiros; Agora feche os olhos e veja a peça de roupa se materializar na sua mente. Mágica? Não, texto bem escrito. Outro trecho que otimiza a experiência de compra, é o como usar. Você pode combinar com qualquer modelo de blusa e pode usar tanto em looks do dia quanto da noite. Há ainda na página do produto detalhes como medidas, composição de materiais e outras dicas para vestir bem essa peça. Uma boa descrição despensa qualquer provador. Descrição de Produtos no E-commerce e o SEO Todo bom texto deve ser escrito para alguém específico. Ao fazer as descrições de seus produtos, tenha sempre isso em mente. Contudo, os buscadores como Google e Bing costumam beneficiar páginas de produtos com boas descrições. Estamos falando do bom e velho SEO. Só que ao longo dos anos essa técnica veio se atualizando, junto com as inovações nos motores de busca. O Google, principalmente, tornou seu sistema de pesquisa mais “humanizado”. Com isso, não basta mais repetir a palavra-chave de maneira desenfreada ao longo do texto. É preciso criar um contexto, usar sinônimos e palavras que se relacionem com o termo principal. Em suma, as descrições de produtos mais bem feitas ganham maior relevância nos resultados de busca. Então você consegue matar dois coelhos com uma cajadada só. Escreva descrições de produtos que convençam, informem e encantem os visitantes. Mas como fazer para escrever boas descrições? Como fazer uma boa descrição de produto? Escrever bem demanda prática! Se colocar no lugar de quem…

Inbound Marketing, o que é e como ele pode te ajudar a vender mais?

Conheça o famoso marketing de atração, o inbound marketing que faz com que os clientes vão até às empresas. Há algum tempo o Inbound Marketing vem ganhando força no mercado digital, isso se deve ao fato de que esse novo jeito de se planejar e executar as estratégias digitais tem dado muito certo. Em suma o termo surgiu no Estados Unidos no fim da década passada, em 2009. Ou seja, há quase 10 anos já se fala e se faz Inbound Marketing Mas se você ainda não tinha ouvido falar a respeito, não se preocupe, o inbound marketing só veio dar as caras por aqui nos últimos 4 ou 5 anos. Para se ter uma ideia, ainda são poucas as agências digitais a oferecer essa fantástica estratégia. Neste post você vai conhecer um pouco sobre o inbound marketing, SEO, funil de vendas e como a sua empresa poderá vender mais com a ajuda de tudo isso! Como Funciona? Ao contrário das demais estratégias que já estamos acostumados a ver e praticar, no inbound marketing é o cliente que vem até à empresa e não o contrário. Isso porque o relacionamento entre os dois começa bem antes de um tomar conhecimento sobre o outro. Pense bem, quando você tem um problema, uma pia entupida, um aparelho eletrônico com defeito ou o seu carro não quer ligar, o que você faz primeiro? Busca no Google. É quando a estratégia começa a funcionar. O cliente parte de um problema e busca uma solução que a sua empresa oferece, maravilha, temos um novo cliente certo? Nem tanto. Não basta a sua empresa oferecer a solução para o cliente que a está buscando, ela precisa estar “visível” aos olhos dele. E que melhor lugar para ser encontrado do que a primeira página do google? É lá que o seu site precisa estar quando o cliente buscar pela solução que você oferece. Funil de Vendas Já parou pra pensar em todas as etapas que o cliente percorre até o momento de realizar a compra do seu produto ou serviço? Em marketing digital e principalmente no inbound marketing, utilizamos o funil de vendas. Ele tem esse nome porque o gráfico que ilustra todo o procedimento se baseia em um funil onde os visitantes do seu site se tornarão leads que posteriormente serão qualificados até se tornarem oportunidades que estarão mais predispostos a serem os seus clientes. Tudo isso também tem a ver com as etapas do funil de vendas que são atrair, converter, relacionar, vender e analisar. Vamos falar sobre cada uma delas a seguir: Atrair É o primeiro estágio e por isso normalmente chamamos de topo de funil. O objetivo nesta etapa e atrair o máximo de visitantes possível para o site da sua empresa. As formas de se realizar essa atração são várias, posts em redes sociais, disparos de e-mail marketing, campanhas em google adwords e facebook ads e etc. Note que o que estaremos promovendo nesta etapa são conteúdos relevantes para o seu “futuro” cliente e não um artigo falando sobre a história sua marca, ele ainda não está pronto para isso ok? Converter Na etapa de conversão começamos a “filtrar” os visitantes do site coletando dados como nome, e-mail, telefone e etc. No entanto as pessoas só deixarão seus dados em troca de algo que poderá ser útil no seu dia a dia. Ou então caso tenham gostado muito do seu conteúdo e queiram recebê-lo com recorrência em sua caixa de entrada. Com a coleta desses dados começamos a construir uma base de leads que já se mostrou mais interessada nos conteúdos que a sua empresa tem a oferecer, ótimo não? Relacionar Manter o diálogo sempre aberto é o segredo para se ter uma audiência engajada. É o momento da sua empresa manter contato por e-mail com a base de leads. Semanalmente ou com uma recorrência que seja agradável, é fundamental enviar conteúdos interessantes, dar dicas ou pedir a opinião dos leads. Enquanto se relaciona, sua empresa estará qualificando os leads para um futuro momento de venda. Vender O grande momento é chegado e sabe o que sua empresa terá de fazer nesta etapa? Vender. Simples assim e com um esforço muito menor por serem vendas realizadas para leads qualificados ou oportunidades. Estes estão muito mais inteirados sobre sua marca, produtos, soluções e até mesmo a história da sua empresa, agora sim! Analisar Venda realizada, fim das etapas do funil de vendas certo? Nada disso, estamos falando de marketing digital, mais especificamente de inbound marketing e aqui os dados são a base de tudo. Por isso analisar cada etapa é fundamental. Das vendas realizadas, quanto tempo foi gasto para se qualificar os leads? Qual foi o nosso esforço de venda? E o CAC (custo de aquisição de cliente)? Esses dados serão a base para otimizar toda a estratégia de inbound marketing e dessa maneira otimizar os custos. E os resultados são imediatos? Claro… que não! Trabalhar com conteúdo além de tempo, esforço e dedicação também exige um tempo maior para se ter o retorno. Mas calma, vale e muito a pena investir em inbound marketing. Pense bem em quanto você investe (ou deveria estar investindo) em Google Adwords para o seu site aparecer na primeira página do Google? Agora imagine, daqui a um ano seu site lá, no primeiro resultado sem pagar nada por isso! É apenas uma das vantagens do inbound. Graças ao SEO (Search Engine Optimization) otimização de conteúdo para buscadores, o google entende que o seu site é referência no assunto pesquisado por seu cliente e por isso ele mostrado primeiro. Com a frequente rotina de postagens, criação de materiais e aumento do tráfego o seu site passa a ser mais relevante do que outros e por isso é melhor posicionado. Conteúdo Ainda não tinha falado sobre isso!? Então, sua empresa vai precisar gerar conteúdo, muito conteúdo, muito mesmo e o principal, com qualidade! É através dele que faremos toda essa engrenagem do inbound marketing funcionar lindamente. Os formatos são diversos, blog posts, e-books, whitepapers, webinars e uma infinidade…