Página de Vendas, o que é e como usar na sua estratégia?

A Página de Vendas é um recurso precioso, pensado para levar o lead direto ao último estágio da jornada de compra: a conversão. Então, se você quer melhorar suas vendas online, essa é a ferramenta ideal para o seu negócio, pois a página é focada numa compra específica e não direciona o usuário a outros produtos. Neste conteúdo, você vai saber o que é uma Página de Vendas e como aplicá-la no seu negócio online. Boa leitura! Para que serve uma Página de Vendas? A Página de Vendas é um endereço na internet criado com a finalidade única de vender um determinado produto ou serviço. Portanto, todos os elementos que compõem a página devem ser elaborados pensando em converter. Em outras palavras, o título da página, a descrição do produto ou serviço, as imagens, depoimentos, botões e demais elementos devem ser construídos para atrair a atenção do usuário, assim como uma Landing Page. Principais diferenças entre uma Página de Vendas e uma Landing Page Apesar de ter uma proposta e estrutura semelhantes a uma Landing Page, a Página de Vendas possui algumas diferenças. Isso porque a Landing Page pode ter mais de um objetivo em relação ao Funil de Marketing. Por exemplo, elas podem ser usadas para oferecer eBooks, webinars, gerar solicitações de orçamentos, exibir vídeo demonstrativo, entre outras ações importantes para uma estratégia de geração e qualificação de leads. A Página de Vendas, por outro lado, é mais específica, focando única e exclusivamente em vender para o visitante. Além disso, ela ainda é uma espécie de atalho que te ajuda a fechar negócio de forma mais simples em comparação a um site mais complexo. Aprenda a usar a Página de Vendas para converter mais A princípio, qualquer negócio pode criar uma Página de Vendas para potencializar sua estratégia de marketing digital. Em seguida, você vai ver como aproveitar essa ferramenta para vender muito mais. Confira: Página de Vendas para Infoprodutores Podemos dizer que a Página de Vendas assume o papel de vendedor para os produtores de conteúdo. Afinal, é mais difícil persuadir o usuário quando se trata de produtos digitais, como cursos ou e-books, por exemplo. Já que você não pode usar imagens do produto em si, que por vezes é intangível, terá que utilizar informações estratégicas na hora de montar sua página. A ideia é trabalhar as informações para que elas ajudem a esclarecer todas as dúvidas dos visitantes e eliminar possíveis objeções para a compra. Mas, o que a Página de Vendas de um infoprodutor deve explicar para convencer a persona a efetivar a compra? Basicamente, ele deve conter informações, como: Dica para converter mais: Utilize os depoimentos em texto ou em formato de vídeo, para chamar a atenção do usuário. Além disso, você também pode explorar as notas de avaliação fornecidas por quem já comprou seus infoprodutos. Aproveite para garantir o retorno do investimento financeiro do cliente em até 7 dias se ele não gostar do seu conteúdo. Empresas do varejo de serviços A estrutura de uma Página de Vendas focada em vender serviços requer uma estratégia diferente em relação à comercialização de produtos. Afinal, a prestação de serviço possui um caráter mais abstrato, o que exige recursos que possam “concretizar” a solução ofertada e despertar o interesse do cliente. Portanto, é essencial evidenciar os problemas que sua empresa e o serviço prestado por ela irão resolver. Em outras palavras, explique como este serviço facilita a vida do cliente. Assim, ficará mais fácil convencê-lo a fechar negócio. Dica para converter mais: Mostre os diferenciais do seu serviço em relação aos concorrentes, ou seja, diga ao visitante da página por que a solução que você oferece é a mais indicada para resolver a “dor” do cliente. Mais uma vez recorra aos depoimentos de clientes e até mesmo cases de sucesso com números alcançados pelos clientes que contrataram a sua solução. Empresas B2B Como utilizar a Página de Vendas para vender produtos a empresas B2B? Essa é uma pergunta comum, já que a venda entre empresas costuma ser um processo mais complexo. Isso acontece porque, geralmente, a tomada de decisão se dá de forma mais racional. Além disso, o ticket médio das soluções oferecidas é mais alto e o ciclo de venda é mais longo. Logo, a sua Página de Vendas precisa fazer com que o cliente perceba valor na sua solução e sinta confiança na empresa. Dica para converter mais: Crie um FAQ no fim da página para ajudar o cliente a tirar suas dúvidas. Ademais, considere apresentar informações sobre sua empresa. Para ganhar a confiança da empresa compradora, indique quantos clientes já compraram de você, onde está localizada a sede da empresa ou o escritório e informações que geram ainda mais interesse, como o fato de ser uma marca ecologicamente correta, que presta auxílio à comunidade em que está inserida, etc. Finalizando, uma Página de Vendas garante mais eficiência e gera melhores resultados para suas estratégias de marketing. Comece a criar suas páginas agora mesmo, com o criador de Páginas de Venda do RD Station Marketing. Leitura recomendada: ·         Marketing e vendas para gerar resultados ·         Taxa de conversão do seu e-commerce, como melhorar?

Como analisar o funil de vendas?

Analisar o funil de vendas do seu negócio é primordial para melhorar os processos comerciais e aumentar suas taxas de conversão. Afinal, de nada adianta você estruturar todas as etapas e não examinar os dados de cada uma delas. Além disso, fazer esta análise vai ajudar a direcionar os próximos passos da sua estratégia de Inbound Marketing. Então, continue a leitura e aprenda a calcular a eficiência do seu funil. Ops, ainda não entende bem o conceito de Funil de vendas. Sem problemas, a Thaísa explica tudo no vídeo abaixo: Por que medir a eficiência do funil? Como você já sabe, o funil de vendas mostra visualmente cada etapa pelas quais os compradores passam, desde o primeiro contato com sua empresa até o fechamento do negócio. E, a partir da observação dessas etapas você consegue saber onde está perdendo potenciais clientes em cada estágio. Logo, analisar o funil de vendas é uma excelente tática para otimizar seus esforços de marketing e vendas e ampliar os resultados da empresa. Em outro artigo do blog, mostramos que produzir conteúdos de acordo com os estágios do funil faz os leads avançarem mais rápido na jornada de compra. Mas, além disso, também é preciso estudar os números obtidos em cada etapa para fazer uma gestão de vendas eficaz. Afinal, como analisar o funil de vendas? A princípio, você pode fazer a análise do funil de vendas de duas formas: a primeira é controlando o número de entradas e saídas dele; a segunda é descobrindo os gargalos em cada etapa. A seguir, explicaremos mais detalhadamente como esses dois métodos funcionam, na prática. Confira! Como calcular o número de entradas e saídas do funil As entradas de um funil são representadas pela quantidade de oportunidades de vendas, ou seja, pelas pessoas que correspondem ao perfil ideal de cliente do negócio e têm interesse em conhecer sua solução. Já as saídas, são representadas pelas oportunidades ganhas e também pelas oportunidades perdidas. Desse modo, para mensurar a eficiência das entradas e saídas do funil de vendas, você precisa fazer o seguinte cálculo: Taxa de negócios ganhos = (Nº de oportunidades ganhas / Nº de oportunidades que entraram no funil no mesmo período) * 100 Taxa de negócios perdidos = (Nº de oportunidades perdidas / Nº de oportunidades que entraram no funil no mesmo período) * 100 Esta é uma conta simples, mas muito útil, pois te ajuda a entender se será necessário aumentar o número de entradas de oportunidades no funil ou se o time comercial precisa melhorar a conversão de oportunidades em venda. Por exemplo: Imagine que no período de um mês entraram 100 oportunidades em seu funil de vendas, e no mesmo período você ganhou 30 oportunidades e perdeu 60. Portanto, sua taxa de conversão em ganho é de 30% e, em perda, 60%. Neste caso, o percentual que falta está em aberto no seu funil de vendas.  Como analisar o funil de vendas e identificar os gargalos em cada etapa Calculando a eficiência de entrada e a saída do funil, você está fazendo um diagnóstico quantitativo. Contudo, você também precisa analisar o funil de vendas de maneira qualitativa. Então, lembre-se de perguntar ao lead a razão de ele ter fechado ou de não ter fechado negócio com você. Assim, fica mais fácil descobrir em qual estágio o seu produto está atrativo e onde ele pode melhorar. Digamos que você note que a taxa de oportunidades ganhas não está nada boa. Para reverter a situação, você vai precisar entender em qual parte do processo está o gargalo. Logo, será necessário verificar a conversão de uma etapa para outra do seu funil de vendas.  Suponha que, após verificar os números, você percebeu que o gargalo está na transição  entre a negociação e assinatura do contrato, devido a uma queda na conversão. Neste cenário, o recomendável é investigar a abordagem dos vendedores durante os follow-ups ou a condução das apresentações comerciais. Desse modo, você vai detectar os pontos de melhoria e terá um norte para desenhar ações mais assertivas como, por exemplo, ajustar a apresentação comercial ou ofertar um treinamento focado no fechamento das vendas. Viu só, a importância de analisar os números do funil de vendas? Além disso, também é indispensável observar as métricas do funil. Afinal, elas também são fundamentais na hora de definir suas estratégias de marketing e de determinar seu retorno sobre o investimento (ROI). Quer saber mais sobre esse assunto? Então não deixe de ler também: Métricas do funil de vendas: conheça as principais Aproveite para se inscrever e receber conteúdo de marketing digital, vendas e Inbound marketing toda semana.

modelos de popups

Modelos de popup que funcionam

Alguns modelos de popup são inconvenientes e acabam atrapalhando o seu negócio, ao invés de ajudar. Isso porque prejudicam a experiência do usuário. Porém, existem outros tipos que realmente funcionam e promovem uma melhora significativa nas taxas de conversão do seu site. Se você quer saber como gerar novos leads, mas sem ser chato com os visitantes da sua página, continue a leitura deste conteúdo. Além disso, você também verá exemplos de como usar este recurso de forma correta em seu site ou e-commerce. Confira! via GIPHY O que são popups e por que usar em sua estratégia de marketing? O popup é uma “janela” exibida para chamar a atenção do usuário que navega em uma página. Sabe aquela nova página que abre quando você clica em um link? Isso é um popup. Em geral, ele é mais usado para comunicar algo importante ou para gerar e nutrir leads. Mas, também é muito utilizado em e-commerces para fazer uma oferta ou recomendar um produto, recuperar carrinhos abandonados, por exemplo. Aliás, quando você o utiliza da forma certa em uma estratégia online, sem forçar o usuário ou atrapalhar a sua experiência, o pop-up pode trazer excelentes resultados. Muitas vezes, os popups são deixados de lado pelos gestores e profissionais de marketing. Isso porque, inicialmente, não eram muito bem vistos, pois eram usados de maneira intrusiva, além de serem associadas a páginas vírus e spam. No entanto, se você usá-los com cautela, verá que os popups são verdadeiros aliados da sua estratégia digital. Além disso, se você aplicá-los de forma personalizada, com o auxílio de cookies, sem ser intrusivo, é provável que você crie popups com mais de 40% de taxa de conversão. Logo, Quais os modelos de popups mais eficientes? A princípio, é fundamental conhecer os modelos de popup para saber como usá-los de maneira correta. Então, veja abaixo, os principais: Popup Scroll: É possível determinar em qual porcentagem de rolagem da página o popup vai aparecer. Desse modo, você pode exibir a oferta no momento exato em que o usuário estiver lendo um trecho específico do seu conteúdo. Popup Timed: Nesse modelo, o popup é ativado por tempo, ou seja, a mensagem só aparece quando o usuário visita uma determinada página ou após certo tempo de permanência na página, sugerindo determinada ação. Popup Exit Intent Já nesse tipo de popup, a ativação ocorre quando o usuário está para deixar o site ou e-commerce. Ou seja, quando ele leva o mouse até o ‘x’, indicando que vai sair do site, a janela aparece. Portanto, trata-se de um dos modelos de popup que mais funcionam. Afinal, ele não interfere na experiência de navegação do usuário. Popup Click: O popup aparece mediante um clique do usuário. Por exemplo, quando ela clica em determinada área da página. Por isso, esse popup pode ser bastante útil para landing pages Como e quando usar modelos de popup na sua página? Talvez você ainda tenha o receio de espantar o potencial cliente ao utilizar popups. Então, trouxemos alguns exemplos que te ajudarão a entender como usar este recurso da melhor maneira possível em seu site, blog ou e-commerce. Modelo de popup scrool – Promoção de conteúdos exclusivos Se um visitante está lendo um post de seu blog, é porque ele gostaria de aprender mais sobre o tema que você aborda, concorda? Então, seria interessante se ele estivesse terminando de ler um post sobre um determinado assunto e visse a oferta de um conteúdo complementar sobre o tema. Para isso, basta configurar um popup scrool ou timed para aparecer nos posts relacionados aos temas que mais interessam a este visitante. Vale dizer que os popups do tipo scrool podem converter de 1 a 4% dos visitantes do site sem atrapalhar a experiência do usuário, o que é ainda melhor. Modelo de popup exit intent: – Assinatura de Newsletter Quer gerar mais leads com o popup e aumentar as taxas de conversão? Ofereça a assinatura da newsletter do blog. Assim, você tem a oportunidade de nutrir os leads, enviando informações, conteúdos de valor e promoções por e-mail. Modelo de popup click – Download de material rico Os popups de click também funcionam muito bem quando o objetivo é captar leads. Isso porque elimina a necessidade de direcionar o visitante do seu blog ou da landing page para outra pagina do seu blog. Resumindo, esse é um tipo de popup que gera leads de forma mais rápida. Gostou de conhecer os principais modelos de popups? Viu só, como eles podem, de fato, melhorar o resultado da sua empresa? Então, que tal maximizar a geração de leads em sua empresa. Baixe agora mesmo o E-book 28 tipos de conteúdos para geração de leads.

conteudo para cada etapa do funil de vendas

Conteúdo para cada etapa do funil, como criar?

Produzir conteúdo para cada etapa do funil de vendas é uma tática muito importante. Isso porque, além de potencializar seus resultados orgânicos, o conteúdo também é responsável por fazer com que os leads avancem mais rapidamente pelo funil e logo se tornem clientes.  Contudo, é preciso destacar que, para atingir esse objetivo, seus conteúdos precisam ser relevantes e solucionar o problema do potencial cliente, considerando a jornada de compra de cada um deles.  Não sabe como fazer isso? Então continue acompanhando este artigo para saber como produzir conteúdo para cada etapa do funil de forma estratégica. Entendendo o funil de vendas Funil de vendas é um modelo que representa o percurso que os usuários devem percorrer até realizar a compra de seus produtos ou serviços. O conceito de funil ajuda a visualizar as ações e comportamento dos consumidores que entram em contato com sua empresa.  No entanto, você deve planejar o conteúdo considerando que apenas uma parte seleta desse grupo será de fato seus compradores. Dividindo o funil em etapas, você tem mais facilidade para mapear seu processo de vendas, facilitando também a execução de sua estratégia. Nesse sentido, o funil possui três partes: Topo, Meio e Fundo.  Mais adiante falarei mais sobre elas. Para compor a jornada do cliente no seu funil de vendas de maneira eficiente, você precisa entender que o potencial consumidor busca por informações diferentes.   Por isso, a importância de direcionar sua produção de conteúdo para cada uma destas partes do funil.  Além disso, é importante saber ainda quais formatos de conteúdo funcionarão melhor com seus potenciais clientes. A importância dos canais de divulgação Antes mesmo de definir o conteúdo para cada etapa do funil, você deve saber se sua empresa utiliza os canais necessários para uma estratégia efetiva de Marketing de Conteúdo. Nesse aspecto, o canal mais relevante é o blog, uma rede vital para atrair usuários para sua empresa. É por meio do blog que você conseguirá conduzir os usuários interessados pelo funil de vendas, oferecendo variados tipos de conteúdo. Além disso, é fundamental divulgar os conteúdos que você produz.  Portanto, identifique quais são as melhores redes sociais e plataformas digitais para propagá-lo. Talvez você esteja se questionando sobre a melhor maneira de fazer esta escolha. Basta descobrir em que lugar está a sua persona e quais sites seu comprador real visita. Afinal, conhecendo a sua persona, ficará mais fácil decidir em qual rede social sua empresa deve estar presente e como deve ser sua produção de conteúdo para cada etapa do funil de vendas. Como criar conteúdo para cada estágio do funil de vendas Após fazer um estudo do seu público e da sua persona, você terá condições para criar conteúdos assertivos. A seguir listamos os conteúdos ideias de acordo com cada etapa do funil de vendas. Confira! Aproveite e baixe grátis nosso ebook com 28 tipos de conteúdo para gerar leads sem sofrência. Conteúdo para Topo do funil O topo do funil de vendas é representado pelo conteúdo de atração. O usuário que se encontra nesta etapa mal sabe que tem um problema a ser resolvido.  Logo, ele ainda não está interessado em uma solução específica.  Em geral, ele chega ao site de sua empresa através dos resultados das pesquisas no Google ou de postagens nas redes sociais.  Portanto, você deve apostar em um conteúdo com forte poder de atração e iniciar um processo de educação da audiência, orientando sobre como resolver seus problemas. Os conteúdos mais indicados para se trabalhar na fase de descoberta e aprendizado são: Blog posts com textos educativos e úteis, pois, a ideia é responder dúvidas que possam ser pesquisadas nos motores de busca. Newsletters  são informativos muito eficientes quando a ideia é iniciar um relacionamento com seu público. Outros formatos interessantes para o topo de funil são guias, dicas, listas, webinars, vídeos, tutoriais e respostas objetivas. Conteúdo para Meio do funil O usuário aqui já não é apenas um visitante que acabou de chegar ao seu site ou blog. O potencial cliente desta fase já sabe que tem uma dor a ser sanada e está em busca de opções para resolver seu problema. Ou seja, é agora que o usuário se torna um lead e fica mais perto da conversão. Portanto, nesta fase de considerações e decisões, os conteúdos mais eficientes são: Blog posts com conteúdos mais elaborados e extensos, que complementam o post que atraiu o consumidor. Ebook e outros materiais ricos. Além do tradicional formato, explore ferramentas em excel, calculadoras, simuladores e etc. Webinars são ideais para fortalecer sua presença e posicionar sua empresa como especialista. A dica é usá-lo para apresentar números e cases de sucesso para eliminar possíveis objeções. Conteúdo para Fundo de Funil Esta é a última etapa do funil de vendas, ou seja, é a hora de começar a fazer negócio. Portanto, aproveite para produzir um conteúdo mais persuasivo. Assim, você ajuda seu consumidor a tomar sua decisão de compra, mostrando os benefícios de seu produto ou serviço. Assim, os tipos de conteúdos mais indicados para o fundo de funil são: Ferramentas avançadas, como trials e versões de demonstração são ótimas para manter os usuários engajados. Depoimentos de clientes que já compraram de você pode fazer a diferença para os indivíduos a um passo da compra. Emails com cases de sucesso de clientes atendidos pela sua empresa. Por fim, esperamos que este artigo tenha te ajudado a compreender o funil de vendas e a importância de realizar uma estratégia de Inbound direcionada a cada etapa. E lembre-se: quanto mais você conhecer as necessidades de cada tipo de potencial consumidor, mais chances o seu conteúdo tem de converter. Leitura recomendada: Como evoluir uma estratégia de redes sociais para Inbound Marketing? E-mail marketing ainda funciona? Como gerar mais leads? Aproveite para assinar nossa newsletter de Marketing Digital e receber as melhores dicas para o seu negócio vender mais no digital!

Descomplicando o Inbound Marketing

“Ah, mas esse negócio é muito complicado. É coisa para vocês, jovens, ou então pro pessoal do departamento de marketing.” Quem nunca ouviu objeções como essa no ambiente corporativo? O tal do inbound marketing passou de ilustre desconhecido a famosinho do momento. Nos últimos 5 anos, então, nem se fala! E mesmo agora com o inbound, ou como muitos dizem, o marketing de atração na boca do povo, muita gente não entende ou tem preguiça de conhecer esse rapazinho. Mas o fato é que todo mundo que empreende ou deseja ter um negócio próprio ou até já possui anos de experiência em uma grande empresa consolidada precisa entender nem que seja um pouquinho sobre o assunto. Por isso, hoje estamos aqui descomplicando o inbound marketing. Este post é para você que não sabe o que é lead, segmentação ou não faz ideia se landing page é de comer ou passar no cabelo. Vamos nessa? Descomplicando o Inbound Marketing: Os principais termos Primeiramente é importante conhecer o pessoal que faz o inbound acontecer. Mas pode ficar tranquilo que, apesar dos nomes diferentes, eles são gente boa. Lead Ahhhh, o lead! Ô nomezinho desejado. Lead é todo e qualquer visitante do seu site que você pode se conectar diretamente, ou seja, alguém que foi até o site e deixou os dados de contato. Nome + email ou telefone. É muito importante ter uma boa base de leads e se relacionar com eles. A gente tem um post bem completo sobre esse assunto: Base de Leads, por que é importante construir uma? via GIPHY Landing Page Traduzir esse nome ao pé da letra ajuda bem a entender o seu conceito: página de pouso ou aterrissagem. É onde os visitantes poderão pousar e preencher um formulário de contato para solicitar um orçamento de seus produtos, serviços ou ainda baixar algum conteúdo. Uma característica das landing pages é não possuir menu de navegação como as páginas comuns do site. Isto porque o intuito dela é bem claro, transformar visitantes em leads, logo, ao chegar em uma landing page, o visitante tem apenas 2 opções, preencher o formulário e se tornar um lead ou fechar a página. Adivinha?! A gente também tem um post sobre landing pages, olha ele aqui: Landing Page, o que é e como usar? via GIPHY Conversão Não, não é uma conversa longa (péssima piada). Conversão é uma ação importante que um visitante ou lead realiza numa landing page ou no site mesmo. Preencher um formulário, solicitar uma ligação, baixar um material rico, enfim, uma atividade que demonstre interesse na sua marca e que possa ser registrada por algum plugin ou ferramenta de automação de marketing. Material Rico ou Material Isca Pode ser um e-book, uma planilha ou algum arquivo que seja útil ou tenha um conteúdo muito interessante para sua persona. Geralmente os materiais ricos ou iscas ficam disponíveis para serem acessados após uma conversão numa landing page, por exemplo. Daí o nome material isca. Os materiais ricos estão sempre bem alinhados à estratégia de transformar visitantes em leads. Popup Sabe aquelas janelinhas que aparecem quando você já ia fechar o site? Elas são as polêmicas popups. Uns amam, outros odeiam. Se você ainda não faz inbound marketing pode ser que não goste muito. Algumas pessoas acham muito invasivas, mas é tudo questão de contexto, bom senso e criatividade na hora de criar as popups. Elas servem, basicamente, para direcionar o tráfego de uma página para outra específica. Geralmente estão posicionadas em páginas que são mais visitadas. Uma boa estratégia é usá-las para levar o tráfego da home page para uma landing page, por exemplo. Lead Qualificado Agora que você já sabe o que é um lead é mais fácil entender o que é um lead qualificado. Trata-se daqueles leads que estão sempre interagindo com seus posts em redes sociais, abrindo seus e-mails e visitando sempre o site. Eles estão engajados com sua marca e seu conteúdo tem agradado. Falta só um empurrãozinho para eles se tornarem oportunidades. Oportunidades São efetivamente oportunidades de venda ou fechamento de negócios. Se essas oportunidades percorreram o funil de vendas, seus vendedores terão mais facilidade em ter sucesso, uma vez que já conhecem sua empresa, possivelmente suas soluções e as vantagens em fechar negócio com você. Em marketing digital dizemos que o trabalho que realizamos é o de colocar os vendedores na cara do gol, isto é, tornar as oportunidades tão fáceis de concretizar em vendas quanto marcar um gol sem goleiro. Por isso, marketing e vendas precisam vestir a mesma camisa: a da sua marca! via GIPHY Métricas Pois bem, as métricas aparecem aqui quase no final, mas em um bom projeto de inbound marketing, elas devem ser definidas no planejamento, ou seja, no início do projeto. Basicamente são os números que dirão se a estratégia funcionou ou não. Temos um post super completo sobre métricas? Temos sim… Métricas do Marketing Digital São os resultados obtidos com as ações realizadas. Quantos visitantes conseguimos atrair para o site? Quantos novos leads geramos este mês? Quantas oportunidades? E o principal, quantas vendas? Mas essas são as métricas do funil de vendas. E por falar nele… Descomplicando o Inbound Marketing – Funil de Vendas O funil de vendas no inbound marketing é ao mesmo tempo um termômetro e uma bússola. Um termômetro por ser responsável por apontar os números em cada etapa do projeto. Sua estrutura consiste em um funil mesmo, onde a parte maior (superior) ilustra os visitantes do site e a menor, embaixo, ilustra as vendas. No meio do caminho estão as etapas de lead e oportunidades. Então o funil apresenta os números exatos de visitantes, leads, oportunidades e vendas. Com isso é possível mensurar todo o processo de aquisição de clientes e saber em qual etapa está o gargalo, onde é possível otimizar ou ainda se é preciso atrair mais visitantes para movimentar mais as etapas seguintes do funil. Ele também pode ser uma bússola do projeto, pois norteia grande parte dos conteúdos…

Métricas do Marketing Digital

Conheça as principais métricas do marketing digital. No mercado do marketing digital sempre dizemos que há dois grandes pecados. O primeiro deles é não mensurar nada. O segundo é mensurar coisas demais! As métricas do marketing digital servem para apontar a efetividade das ações realizadas de acordo com o objetivo principal. Talvez a maior vantagem do marketing digital em relação ao marketing tradicional seja o poder de mensuração. Como as ações são realizadas no ambiente digital, é possível extrair dados reais acerca de visualizações, cliques, interações, visitas e muito mais. As métricas do marketing digital são poderosas mas precisam ser bem utilizadas. Marketing Tradiocional Quem já utilizou outdoor ou placas em rodovias, por exemplo, sabe bem a falta que esses dados fazem na hora de avaliar se a estratégia deu certo ou errado. Quantas pessoas viram o seu outdoor? Quantas realmente leram? E quantas apenas viram de relance o seu anúncio? Não dá pra saber com precisão. Quando o assunto são as métricas do marketing digital a coisa toda muda de figura. É possível extrair dados bastante específicos como por exemplo, qual a profissão das pessoas que curtiram o seu anúncio? Ou ainda se essas pessoas são casadas, se moram em São Paulo, se usam Android ou iPhone e etc. Contudo, esse excesso de dados também pode prejudicar a sua avaliação quanto a eficiência de uma campanha de marketing digital. Por isso é importante seguir algumas orientações na hora de avaliar suas ações de marketing na web, olha só: Frequência de Mensuração Defina uma frequência para avaliar os resultados obtidos por meio das métricas do marketing digital. No entanto este recorte precisa fazer sentido de acordo com o objetivo ou objetivos principais da campanha. Relatórios semanais são bons para avaliação e tomada decisões relacionadas a investimentos, segmentações de público e desempenho de anúncios, por exemplo. Já os relatórios mensais conseguem trazer um recorte de tempo maior o que possibilita uma breve avaliação de desempenho (quando falamos de campanhas com pelo menos 3 meses de duração) Recortes maiores como trimestral, semestral ou até mesmo anual são ótimos para se fazer comparações de desempenho entre os períodos. O que dizem as métricas do marketing digital? Como performou a nossa campanha no primeiro trimestre do último ano? Em relação ao mesmo período houve melhora? Os custos aumentaram? Tenha uma hipótese Após uma análise de dados relevantes é hora de formular hipóteses que podem ou não fazer sentido. É importante aliar bem as hipóteses com a frequência de mensuração. Assim será possível acompanhar a flutuação que é a variação do desempenho ao longo do período definido e identificar os padrões, ou seja, dias da semana ou épocas do ano em que suas ações performaram melhor. Métricas do Marketing digital – Operacionais O acompanhamento diário das campanhas digitais é uma boa prática muito recomendada por especialistas da área. Esse hábito permite a identificação dos rumos que as ações estão tomando. Se uma campanha com o objetivo de engajar o público não obteve muitas curtidas, comentários ou compartilhamentos nos primeiros dias, algo precisa ser revisto. Talvez o criativo dos anúncios não esteja de acordo, ou a linguagem utilizada ou ainda a segmentação do público precisa ser refinada. São diversos os fatores que podem influenciar os resultados de uma campanha. KPIs Os famosos KPIs em inglês (Key Performance Indicator) que significam indicadores chave de desempenho servem para mostrar os dados que realmente importam para o seu objetivo de campanha. Se você por exemplo, pretende aumentar as vendas em seu e-commerce, então a taxa de conversão no site será um KPI para você e não a quantidade de visualizações no seu anúncio do Google (sacou?). Apesar de todos os dados terem a sua relevância os KPIs servem mesmo para focar as atenções no objetivo das ações. Se ao invés de aumentar as vendas em seu e-commerce, seu objetivo fosse exposição de marca, então as visualizações no anúncio teriam mais importância do que a taxa de conversão no site. Métricas do Marketing Digital – Consumo São métricas que indicam o quão seu conteúdo está sendo consumido (que surpresa!). Neste grupo estão: Visitantes únicos Visualizações de página Páginas mais visitadas Visualizações no YouTube Alcance em redes sociais E por aí vai… É legal se ligar nessas métricas se você tem um blog ou gera conteúdo na web, pois é através delas (e também das métricas de engajamento – próximo tópico) que você vai vender seu peixe e conseguir bons parceiros comerciais e anunciantes ($$$). Métricas do Marketing Digital – Engajamento De que lhe adianta ter muitas visualizações e poucas interações? Atualmente as marcas buscam por conteúdo que gere engajamento em seu público [o que muitas vezes inclui influenciadores digitais], já que deixamos de ser meros espectadores e passamos a conversar, opinar e a criar junto com as marcas. Em termo de métricas de engajamento temos: Quantidade de comentários no blog Compartilhamentos em redes sociais Comentários em posts de redes sociais Curtidas e qualquer interação rápida (as famosas métricas de vaidade 😮😮😮) Como assim métricas de vaidade? A boa e velha curtida 👍 ou as novas interações lançadas pelo Facebook não são exatamente termômetro de sucesso! Da mesma forma que a quantidade de curtidas ou fãs não são sinônimo de qualidade. Elas fazem parte da infinidade de métricas do marketing digital mas não tem o mesmo peso que as demais na hora de avaliar os resultados. E por falar em facebook vale a pena ler tambem Marketing no Facebook, algumas dicas valiosas Facebook ads, principais formatos Instagram pode impulsionar o seu negocio? É que hoje (mais do que nunca) é preciso engajar, tirar do lugar, colocar em movimento. As pessoas precisam gostar tanto do que estão vendo a ponto de querer comentar, compartilhar e mostrar para os amigos. Todo esse engajamento é a porta de entrada para duas palavrinhas do marketing digital, viralização 😶 e conversão ♥. Uma não gostamos muito e a outra a gente ama! Métricas do Marketing Digital – Conversão ♥️ As métricas de conversão ♥️ apontam…