A Sensibilidade que todo negócio precisa ter!

Em qualquer seguimento é necessário ter um olhar apurado para o seu público e só então oferecer o que ele quer e da maneira como ele espera. Todo micro ou pequeno negócio é uma marca. Por mais que não haja um trabalho de branding sendo desenvolvido constantemente, cada lojinha, lanchonete, restaurante ou etc, tem enraizado em si mesmo a cultura que o faz ser único. Quase como o DNA humano, essa cultura molda importantes setores do negócio e constrói a sua aparência. Muitas vezes o dono ou gerente do negócio se ocupa com uma infinidade de metas e planilhas que acaba por não perceber essa cultura da sua própria marca. Não é raro observar lojas segmentadas em um tipo de produto se moldarem de maneira bastante semelhante “para não dizer idênticas” à grandes marcas do mesmo segmento. Imagine uma loja de chinelos que revende diversas marcas, pratica valores adequados ao mercado, possui um bom visual merchandising e tem um bom atendimento. Agora imagine uma outra no mesmo segmento e com as mesmas características com a diferença de ser uma loja da Havaianas. Ambas estão em um mesmo shopping mas em pisos diferentes. Às suas maneiras, o atendimento por parte dos vendedores é satisfatório. No entanto, em uma das lojas os atendentes estavam de chinelos e na outra de tênis. Um dos vendedores com seus belos e confortáveis chinelos diz “Ah sim, aqui podemos trabalhar de chinelos, é parte da cultura da empresa” e uma vendedora da outra loja declara: “Infelizmente não podemos, o supervisor não nos permite vir trabalhar sem o uso de calçados fechados” É então que nos perguntamos: Qual das lojas é realmente especialista em chinelos?

Heinz triplica produção de concorrente

Internauta canadense propõe boicote ao ketchup da marca e faz estoque do concorrente French´s esgotar nos supermercados. Um único post foi capaz de mobilizar duas grandes empresas, produtores agrícolas, o prefeito de uma cidade e até mesmo um deputado no estado canadense de Ontário. Brian Fernandez, morador da cidade de Leamington, conhecida como a capital do Tomate, colocou em seu perfil no Facebook um convite para que seus conterrâneos boicotassem a marca Heinz já que a concorrente French´s utiliza tomates locais. Em poucos dias, o post de Fernandez foi compartilhado mais de 150 mil vezes e fez com que os ketchups da French´s se esgotassem no varejo. “Vamos triplicar a produção do produto e ficamos entusiasmados de ver a mobilização local”, disse Elliott Penner, presidente da French´s, em entrevista à emissora local CBC.     Já o executivo da Heinz, Sam Diab, disse que é “encorajador ver a forma como os consumidores valorizam o produto local”. Diante da repercussão, John Paterson, prefeito de Leamington, pediu para que os canadenses não boicotem todos os produtos da Heinz porque a empresa ainda fabrica alguns itens com produtos locais como vinagre e molho de macarrão dando empregos para a cidade. Desde 2014, a marca de condimentos Heinz deixou de produzir em Leamington. Com sua saída da cidade a empresa demitiu quase 800 trabalhadores e desestabilizou os agricultores. O post de Fernandez ganhou as notícias e o boicote está se espalhando por outras cidades do Canadá. A situação mostra que mesmo um caso isolado, em uma cidadezinha do interior do Canadá, pode ganhar o mundo em minutos com apenas um clique.     Mentor Muniz Neto, sócio e CCO da Bullet, explica que o caso de French’s x Heinz é apenas mais um exemplo de como o tribunal das redes sociais processa o julgamento instantâneo sobre qualquer assunto colocando no banco dos réus, acusando e condenando sem direito a recurso. “E o resultado para as marcas pode ser um sucesso inimaginável ou um fracasso devastador, assim, estalando os dedos”, observa. Na visão do publicitário, é impossível conceber que o gerenciamento de uma marca não monitore e responda as redes sociais na velocidade dessas redes. “O cliente que ainda encara o Twitter como um call center de luxo, ignora o Snapchat ou usa o Facebook como um site institucional está fadado a ficar fora do diálogo da sua marca”. “O recente acontecimento envolvendo a marca French’s e Heinz revela o protagonismo cada vez maior do consumidor nas estratégias de marketing. Qualquer decisão que não levar em consideração a opinião desse consumidor corre o risco de ser questionada depois. Querendo ou não as empresas ganharam um ombudsman e ele veio para ficar”, diz Paulo Henrique Gomes, o PH, sócio e vice-presidente de criação da Mood. Via-Meio&Mensagem  

Marketing Digital. Custa Pouco e Vale Muito!

É possível fazer muito barulho gastando pouco. Marketing digital custa menos e pode alcançar bem mais! Na hora da crise, muitas empresas precisam cortar investimentos. Nos pequenos negócios, é comum que a verba de marketing seja a primeira na lista de corte. Mas, é em um período desafiador como o de crise que o empreendedor não pode deixar de investir no marketing da sua empresa. Ao invés de gastarem suas economias com incertezas ou projetos de longo prazo, devem apostar em ações mais baratas, focadas e efetivas. Segundo Gustavo Carrer, consultor de marketing do Sebrae e palestrante da Feira do Empreendedor SP 2016, que acontece em fevereiro no Pavilhão do Anhembi, o cenário econômico atual exige que os empreendedores sigam investindo nos seus negócios. “As vendas precisam crescer e o marketing tem como objetivo final aumentar o faturamento das empresas”, diz. Para que isso não impacte de maneira negativa as finanças, o especialista sugere que os investimentos sejam menos dispersos, ou seja, mais focados em ações que podem trazer resultados rápidos. “Investir pouco, mas investir bem é a ordem do dia”, afirma Carrer. É o chamado “marketing de baixo custo”. Descontos, premiações internas, visitas a clientes e apostas nas redes sociais são recomendações essenciais para quem deseja apostar em novas alternativas. Para o especialista, 2016 será um ano em que os donos de negócios gastarão muita “sola de sapato e boca a boca”. “Se está vendendo pouco, então sobra tempo. Essa é a chance de reativar contatos, fazer parcerias, pesquisar concorrentes e ir para a rua atrás de oportunidades.” Confira abaixo com mais detalhes as dicas do consultor: 1. Incentive sua equipe Na visão de Carrer, o primeiro passo para começar a vender mais é incentivar sua equipe de vendas. Para isso, os empreendedores devem utilizar a técnica da premiação, bonificando seus funcionários com algum dinheiro ou mesmo produtos diversos, como brindes e viagens. “É uma campanha que ajuda a levantar o moral da equipe e pode trazer resultados muito interessantes”, afirma. 2. Crie promoções Segundo o especialista, as empresas devem realizar promoções temáticas, aproveitando fatos como a chegada do verão ou à volta as aulas. Além disso, o empreendedor deve ir além e pensar em como agregar produtos a uma mesma venda. “Muitas vezes o cliente não quer só um desconto, mas um bem bolado de itens. Isso vale desde o salgadinho com suco até kits de materiais escolares.” 3. Invista no digital O marketing digital pode se tornar uma das melhores alternativas para as empresas neste momento. Com a capacidade de direcionar as ações para o público-alvo, as redes sociais e o Google AdWords podem colocar o seu empreendimento em contato direto com os clientes por um preço acessível. O especialista também afirma que o aplicativo WhatsApp pode ser uma opção válida. “Enviar uma foto do cardápio, do look do dia ou de uma nova promoção por mensagem pode gerar engajamento efetivo.” Cuidado só para não gerar spams: envie apenas para clientes que autorizaram o recebimento. 4. Faça contatos Para o consultor, empresas que estão com o movimento menor devem fazer bom uso da hora de trabalho dos seus funcionários. Por isso, fazer telefonemas, mandar mensagens e trocar e-mails com possíveis clientes e parceiros deve entrar na rotina de maneira sistêmica. “Um vendedor que fica parado uma hora por dia pode encontrar novas maneiras de encontrar clientes. Se fizer com criatividade, essa ação pode aumentar a produtividade do seu negócio.” 5. Aposte no atendimento pessoal Por último, Correr afirma que os empreendedores devem literalmente ir para a rua atrás de novos clientes. “Na hora que seu negócio estiver mais fraco, vá conhecer seus vizinhos, descubra quem trabalha nos prédios da sua rua. Divulgue a marca na região e faça contatos pessoais. É um trabalho que pode fazer toda a diferença no seu faturamento ao longo do tempo.” Via – PEGN