10 lições de gestão de marketing

10 anos, 10 lições que mudaram a forma como enxergamos negócios

Completar uma década de mercado não é apenas sobre sobrevivência; é sobre evolução. No mundo corporativo, onde as estatísticas jogam contra a longevidade das empresas, chegar aos 10 anos significa que aprendemos a navegar por crises, mudanças tecnológicas e novas demandas de consumo. Na RG Soluções Empresariais, essa jornada nos ensinou que o crescimento real não é fruto de sorte. Ele é o resultado de uma combinação precisa entre direção, diagnóstico, mentalidade e estratégia. Para marcar esta data, não queríamos apenas celebrar. Queríamos compartilhar o que aprendemos “no campo de batalha”, atendendo clientes de diversos portes e segmentos. Reunimos aqui as 10 lições fundamentais que moldaram nossa metodologia e que podem transformar a trajetória da sua empresa. 1. Crescimento não é sobre velocidade. É sobre direção. Vivemos na era da pressa, onde tudo precisa ser “para ontem”. Mas vimos muitas empresas correrem incansavelmente apenas para descobrir que estavam indo para o lugar errado. Empresas que correm sem estratégia cansam antes de chegar. Antes de acelerar, certifique-se de que o caminho está correto. 2. A diferença entre sobreviver e escalar está no diagnóstico Ninguém cresce de forma sustentável aplicando “receitas de bolo” encontradas na internet. O que funcionou para o seu concorrente pode ser fatal para o seu negócio. A clareza vem de um diagnóstico profundo da sua realidade, das suas forças e das suas fraquezas. Sem isso, você está apenas chutando. 3. Marketing sem gestão é ego. Gestão sem marketing é sobrevivência. Vimos muitos empresários investirem fortunas em publicidade sem ter processos internos para suportar a demanda (Marketing sem gestão). Por outro lado, vimos empresas organizadas que estagnaram porque ninguém as conhecia (Gestão sem marketing). Os negócios que prosperam de verdade são aqueles que equilibram esses dois pratos da balança, definindo metas claras de desempenho para ambas as áreas. 4. Resultados sólidos vêm do que você estrutura, não só do que você posta Em tempos de redes sociais, é fácil confundir “likes” com faturamento. Mas o que sustenta um negócio não é o viral do momento. É o calendário editorial, o processo comercial bem desenhado, as metas claras e a análise constante. O brilho do palco depende da organização dos bastidores. 5. Os maiores saltos vieram da mentalidade, não do orçamento Dinheiro ajuda, mas não resolve tudo. Já vimos empresas com pouco recurso crescerem vertiginosamente pela visão de seus líderes, e empresas ricas estagnarem por medo ou visão curta. Negócios mudam quando os donos mudam. A limitação, muitas vezes, não está no caixa, mas na mente de quem decide. 6. Não existe estratégia boa para empresa desorganizada Essa é uma verdade dura: antes de vender mais, sua empresa precisa funcionar melhor. Tentar escalar o caos apenas amplifica os problemas. Se a sua operação não está “arrumada”, trazer mais clientes só vai gerar mais insatisfação e churn (cancelamento). 7. Relacionamento é o ativo mais poderoso Produtos podem ser copiados. Preços podem ser cobertos. Mas a confiança que o seu cliente tem na sua marca é irreplicável. Clientes fiéis não permanecem apenas pelo preço; eles ficam porque confiam na entrega e na experiência encantadora que você construiu. 8. Os números sempre contam a verdade A intuição é importante, mas ela não pode ser sua única bússola. Empresa que não mede, adivinha. E no mercado atual, quem vive de adivinhação, quebra. Métricas claras transformam opiniões em fatos e permitem correções de rota rápidas e precisas. 9. Empresas extraordinárias são feitas no detalhe O “bom” é inimigo do “ótimo”. A diferença entre uma empresa comum e uma marca extraordinária mora nos detalhes: na elegância da comunicação, no acabamento do produto, na gentileza do atendimento e no uso de formatos que engajam de verdade. É o cuidado com o detalhe que encanta. 10. Estratégia constrói o que a internet não mostra Dez anos depois, nossa maior certeza é esta: o sucesso visível é construído por uma base invisível sólida. A estratégia é o alicerce que sustenta o prédio, mesmo que ninguém a veja nas fotos do Instagram. O que vem nos próximos 10 anos? Olhar para trás nos dá orgulho, mas olhar para frente nos dá motivação. O mercado continuará mudando, a tecnologia continuará avançando, mas os princípios de uma boa gestão e de um marketing estratégico permanecem. Se você quer construir uma história de longevidade e sucesso para o seu negócio, pare de contar com a sorte. Conte com a estratégia. Confira essa história de sucesso da Personalize Conviteria A RG Soluções Empresariais está pronta para os próximos 10 anos. E a sua empresa?

Planeamento de posicionamento de marca desenhado num papel.

Posicionamento de marca, o que é e por que é importante?

O posicionamento de marca é primordial para a sustentabilidade de qualquer negócio. Ainda mais em um cenário extremamente competitivo, onde as empresas, se quiserem permanecer no mercado, precisam se tornar cada vez mais relevantes e gerar valor para o consumidor. Além disso, uma estratégia de posicionamento bem desenhada traz diversos benefícios para sua marca. Continue acompanhando o conteúdo para conhecer estes benefícios e entender mais sobre o assunto. O que é posicionamento de marca? A princípio, o posicionamento de marca é uma estratégia de marketing que diz respeito à maneira com a qual os clientes pensam sobre você. Em outras palavras, o posicionamento refere-se ao lugar que sua marca ocupa na mente e no coração do público. Nesse sentido, definir o posicionamento de marca é fundamental, pois ele orienta todas as ações da sua empresa. Além disso, também a diferencia dos concorrentes no mercado. Um exemplo bastante conhecido A Coca-Cola é um verdadeiro case de sucesso quando o assunto é estratégia de posicionamento de marca. Afinal, qual é o segredo da Coca-Cola para uma permanência de mais de 125 anos no mercado? Além disso, como a marca consegue manter-se em primeiro lugar dentro de seu concorrido segmento? Basta observar algumas de suas campanhas, como “Abra a felicidade”, “O lado Coca-Cola da vida” e “Para Todos”. Em todas elas a marca se utilizou de valores como amizade, felicidade, alegria, partilha, união e diversão para se posicionar. E é isso que a Coca-Cola comunica: momentos felizes que devem ser compartilhados. Além de refrigerante, a marca vende felicidade. Enfim, com uma estratégia clara e sólida de posicionamento de marca, você pode comunicar aos consumidores os seus diferenciais em relação às empresas concorrentes. Assim, você terá destaque e poderá fortalecer o vínculo entre marca e cliente. Como o consumidor reconhece sua marca? De que forma a audiência enxerga sua marca? A representação que o consumidor cria sobre um determinado negócio é chamada de percepção de marca. Essa percepção é formada pelo resultado da combinação de tudo o que consumidor experimenta ao entrar em contato com a sua empresa. Essas experiências incluem o nome da marca, o logo e toda a identidade visual, o atendimento, a compra e até mesmo as sensações provocadas por cheiro, cor, dentre outros. Leia mais: Como criar uma experiência do cliente incrível em sua empresa Além disso, o público também constrói sua percepção de marca baseando-se em outros critérios como, por exemplo, notícias, avaliações online, recomendações de amigos e familiares, anúncios, etc. Logo, associando sua marca a características positivas e valores que seu público-alvo aprecia, é mais provável que consumidores comprem de você. A importância de ter uma marca bem posicionada Certamente um posicionamento de marca adequado e bem estruturado pode trazer muitos ganhos para a sua estratégia de marketing digital. Entre as principais, podemos destacar: Permite falar com o público certo Conforme você já deve saber, tentar alcançar o número máximo de pessoas no digital não funciona, afinal, custa caro conversar com muitas pessoas de perfis diferentes. Por outro lado, quando você fala com quem realmente importa, os resultados tendem a ser melhores. Com uma boa estratégia de posicionamento de marca, você terá uma abordagem assertiva e uma comunicação direcionada às personas do seu negócio. Alie isso ao poder de segmentação que o marketing digital entrega e construa uma estratégia matadora. O posicionamento de marca gera leads qualificados Ao se relacionar com o público certo, você consegue conquistar leads qualificados, isto é, pessoas que estão de fato interessadas no seu produto. Para obter esses leads, é necessário ter um posicionamento de marca alinhado às necessidades e desejos do seu público-alvo. Ademais, também é preciso tratar sobre a dor da sua persona nas ações de comunicação nos meios digitais. Facilita a construção de marcas sólidas Para solidificar a marca no mercado é preciso ter uma identidade bem definida. Em outras palavras, sua empresa deve ter uma cara e uma personalidade que sejam facilmente reconhecidas. Isso gera conexão e uma relevância perante os clientes. No entanto, para alcançar esta solidez, é preciso ter consistência no posicionamento. Lembre-se: construir uma marca forte leva tempo. Portanto, para que o público saiba sempre com que empresa está falando, é importante que sua marca mantenha o estilo de linguagem, a identidade visual e o tom de voz. O posicionamento também direciona o trabalho de branding De forma resumida, branding é o conjunto de ações alinhadas ao posicionamento, propósito e valores da marca. É uma tática que visa despertar sensações e criar conexões conscientes e inconscientes, que serão determinantes para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço. Os esforços de branding são muito úteis para as empresas que querem fortalecer sua marca no ambiente digital. Mas, antes de tudo é preciso definir o posicionamento a ser seguido. Em síntese, uma empresa bem posicionada tem mais chances de garantir uma estratégia de branding bem-sucedida. Concluindo, o posicionamento de marca é indispensável em uma estratégia de marketing digital, sobretudo porque suas vantagens e possibilidades ajudam as empresas a alcançarem os objetivos do negócio. Sua empresa ainda não tem um posicionamento forte e consistente? Então nós podemos te ajudar! A Agência RG Digital possui um time qualificado e experiente para te ajudar a cuidar das suas estratégias de marketing digital. Não perca mais nenhum conteúdo do #RGblog. 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Ilustração de seres humanos interagindo com inteligências artificiais - Chat GPT no Marketing

Chat GPT no Marketing: a popularização das IAs no mercado

Usar o chat GPT no marketing é uma possibilidade que tem levantado muitas discussões, sobretudo desde que o recurso foi lançado. A propósito, o uso da Inteligência Artificial (IA) já é uma realidade em diversos segmentos. No marketing, as ferramentas de IA ajudam a automatizar o fluxo de trabalho, otimizando o tempo e tornando a estratégia mais robusta. No entanto, a disseminação da IA também tem sido motivo de preocupação, sobretudo para muitos profissionais de marketing. Para entender um pouco mais sobre essa polêmica, continue acompanhando. Boa leitura! Inteligência Artificial no Marketing Digital Falar sobre Inteligência Artificial, até pouco tempo atrás, era algo um tanto quanto futurista e remetia a robôs, carros voadores e outras inovações. No entanto, atualmente esta tecnologia já faz parte do dia a dia das pessoas, mesmo que elas não tenham se dado conta disso. Por falar nisso, como vai a sua alexa? Hoje, a inteligência artificial também está presente no Marketing Digital. Ferramentas como o Midjourney e o Dall-E utilizam IA para transformar comandos de texto em diferentes imagens. Além disso, o uso da IA permite a criação de conteúdos relevantes e personalizados para os clientes, baseados em suas preferências pessoais. Enfim, a Inteligência Artificial é um recurso que vem sendo amplamente explorado por empresas como a Microsoft, que é dona de parte da OpenAI e já investe  bilhões de dólares nesta tecnologia há pelo menos quatro anos. Afinal, o que é o Chat GPT? O Chat GPT é um chatbot conversacional com IA, desenvolvido pela OpenAI para criar conversas interativas. A solução consegue processar uma grande quantidade de informações e responder com agilidade perguntas complexas sobre diversos assuntos. O Chat GPT é um tipo de inteligência artificial baseada em machine learning, conceito que permite simular a conversa humana em linguagem natural. Desse modo, a ferramenta utiliza a entrada do usuário como ponto de partida para gerar a resposta. Para isso, a inteligência leva em conta a previsão da próxima palavra ou frase que melhor se adequa à estrutura da frase e ao contexto geral. Logo, o Chat GPT no marketing, pode ser usado para fornecer suporte ao cliente, fazer recomendações de produtos, automatizar conversas de vendas, produzir conteúdo e muito mais. Como aplicar o Chat GPT no marketing de sua empresa? Como você pode perceber, o Chat GPT pode ser muito útil para as empresas, mas, como será que ele pode beneficiar o marketing da sua empresa, na prática? Veja a seguir! Atendimento ao cliente Conforme mencionamos, o Chat GPT processa grandes quantidades de informações e, por isso, ajuda a otimizar o atendimento. Com o auxílio da ferramenta, sua empresa pode prestar um atendimento mais ágil, eficiente e humanizado, já que a ferramenta apresenta diálogos mais evoluídos. Além disso, o recurso fornece respostas personalizadas e individualizadas, aumentando a confiança e satisfação do público. Automação de tarefas repetitivas Você também pode contar com a IA do Chat GPT para automatizar o trabalho operacional, liberando assim, a equipe de marketing para que ela possa focar em tarefas mais estratégicas. Produção de Conteúdo Um dos grandes diferenciais do Chat GPT é a capacidade de gerar conteúdos automáticos como, por exemplo, artigos de notícias, copy para vendas, descrições de produtos, entre outros. Logo, a solução da OpenAI pode proporcionar uma grande economia de tempo e esforço, facilitando a vida de quem trabalha com estratégias de Inbound Marketing. Antecipar as tendências do mercado  O uso do Chat GPT no marketing ainda gera relatórios e disponibiliza informações valiosas para o planejamento estratégico da sua empresa. Com isso, você pode aprimorar a tomada de decisões e direcionar recursos de maneira mais precisa e eficiente. Chat GPT no marketing, vilão ou aliado? Bem, há quem condene o uso da ferramenta a partir dor argumento de que ela pode dizimar determinadas profissões. Para Bill Gates, cofundador da Microsoft, o Chat GPT vai mudar o mundo atual e aperfeiçoar a dinâmica dos trabalhos. Quanto à aplicação do Chat GPT no marketing, vale ficar atento, sobretudo às limitações da ferramenta.   Afinal, há a possibilidade de o bot pode trazer informações imprecisas, gerar um conteúdo tendencioso ou até mesmo prolixo – e tudo isso pode prejudicar sua estratégia, concorda? Nesse sentido, é preciso considerar que as ferramentas de IA podem sim, ser muito úteis para a estratégia de marketing das empresas, contudo, nunca se esqueça de dar aquele toque humanizado nas interações com o seu público. Você também vai gostar de ler: ·         5 Tendências de Marketing para 2023 ·         3 estratégias de automação de marketing para sua empresa

Black Friday 2022: o que aprendemos com a ação?

A Black Friday 2022 foi muito aguardada por donos de e-commerce na esperança de alavancarem as vendas e aumentar o faturamento.  Assim como ocorreu nos últimos anos, muitas marcas apostaram na antecipação das ofertas e descontos – o chamado “esquenta” Black Friday – para chamar a atenção dos consumidores. Nos dias 24 e 25 de novembro, as vendas foram tímidas, registrando uma melhora no sábado, 26. Mas, no geral, os resultados desta Black Friday não foram tão positivos quanto se esperava. Black Friday 2022: dados Analisar o desempenho da última Black Friday pode te ajudar a entender melhor sobre o comportamento do mercado e a traçar estratégias mais precisas para o próximo evento e até mesmo para o Natal, que já está cheagando. Então, vamos aos dados! Segundo pesquisa feita pela Confi Neotrust, em parceria com a ClearSale, o faturamento dos comércios eletrônicos na Black Friday deste ano caiu 28% em comparação ao ano passado. Além disso, o número de pedidos sofreu queda de 23%. Apesar da baixa nas vendas nos dias 24 (quinta) e 25 (sexta), o sábado surpreendeu positivamente atingindo a marca de R$ 1, 2 bilhão em transações online. Contudo, esses números não foram suficientes para superar a Black Friday do ano passado. Categorias mais vendidas durante a Black Friday 2022 As categorias de produtos que fizeram mais sucesso entre os compradores, figurando entre as mais vendidas são: Formas de pagamento mais utilizadas: Ainda segundo o relatório da Confi Neotrus, cartão de crédito e PIX foram as modalidades mais escolhidas pelos consumidores na hora de pagarem suas compras. Por outro lado, o boleto bancário foi o meio de pagamento menos utilizado, conforme você pode conferir abaixo: Afinal, a Copa do Mundo ajudou ou atrapalhou a Black Friday 2022? Sem dúvida, a Copa do Mundo do Catar foi um dos fatores que acabou contribuindo para a queda na performance das vendas durante a Black Friday deste ano.  Isso por que a estreia da Seleção Brasileira no jogo contra a Sérvia ocorreu na véspera da ação (24/11), o que dispersou a atenção dos consumidores e influenciou nas primeiras horas de acesso. No entanto, a Copa do Mundo não pode ser apontada como a única responsável pelo resultado negativo da ação. Afinal, a instabilidade na economia também prejudicou as vendas. Além disso, também podemos atribuir o fracasso da Black Friday 2022 a velhos problemas que ainda assombram os consumidores na hora de realizar uma compra online. De acordo com o Reclame Aqui, a plataforma registrou 15.889 queixas relacionadas à Black Friday entre 12h da quarta-feira (23) e 23h59 de domingo (27). Nesse sentido, os problemas que mais geraram reclamações por parte dos clientes foram relacionados a cupons de desconto inválidos, mau atendimento, erros em entregas, defeitos e indisponibilidade de produtos anunciados.  Quais as lições deixadas pela Black Friday 2022? Apesar dos problemas mencionados, o índice de reclamações caiu 1,9% em relação ao ano anterior, o que é um bom sinal. No entanto, ainda é preciso trabalhar melhor o e-commerce para a crescente demanda da data. Além de planejar melhor a parte logística, as empresas também devem focar na jornada de compra dos clientes para otimizar os canais de atendimento e oferecer uma experiência omnichannel. Por fim, para fortalecer ainda mais a ação no varejo brasileiro, é necessário atuar de maneira mais transparente, eliminando definitivamente as propagandas enganosas e falsas ofertas que comprometem a credibilidade da Black Friday. Gostou do conteúdo? Então, acesse o blog da RG e confira outros artigos sobre assuntos relacionados a vendas e-commerce. Leia também: Lições de marketing que todo empreendedor  precisa aprender

Mudanças no Mercado Digital nos últimos 7 anos

O que pode mudar em 7 anos num mercado dinâmico como o digital? O ano era 2015 e o Facebook imperava solitário como a rede social. A Microsoft lançava o seu HoloLens e o Google seu carro autônomo. Inovações de quase uma década que ainda não se perpetuaram, e o Facebook deixou de ser “a rede social” perdendo muita relevância. Hoje vamos falar sobre as mudanças mais importantes para o marketing digital, empreendedorismo e negócios digitais nos últimos 7 anos. Se dar uma boa olhada no passado pode ou não ajudar a prever o futuro, disso não sabemos. A certeza é que este é um exercício válido para quem deseja ter ideias novas, se antecipar e se posicionar com mais sabedoria rumo aos próximos anos. Mídia e Mercado A grande aposta em 2015 era a publicidade digital. Ainda naqueles tempos, as possibilidades de segmentação, mensuração e personalização das ações fascinavam a todos. Uma palavra que estava na moda na época era a tal da mídia programática. Pode ser que você nem tenha chegado a conhecê-la, pois atualmente quase ninguém fala dela. Basicamente ela funciona de maneira automatizada.  O anunciante, utilizando-se de plataformas e ferramentas adequadas, realiza um set-up para compra de mídia automática em sites e portais. É o anunciante que define o preço máximo a pagar pelo espaço e escolhe o perfil ideal de quem será impactado pelo banner.  Ao fazer isso, ele participa de um leilão, bem parecido com o do Google ads, e a mágica acontece. Mas não é feitiçaria, é tecnologia, como diria uma personagem dos anos 2000. LGPD Mas se a Mídia Programática é essa maravilha toda, por que quase ninguém fala disso hoje em dia? Porque essa mídia é faminta por cookies, e como você deve saber eles estão ficando bem escassos ultimamente. É que a tal da LGPD pegou e com isso todo o mercado digital está se adequando para um futuro sem cookies. Eram os cookies que rastreiam e conseguiam oferecer aos anunciantes os dados de navegação e o perfil das pessoas. Sem isso em mãos, nada feito. Hoje em dia Facebook ads e Google ads, praticamente incorporaram esta inteligência em suas plataformas. Tanto numa quanto noutra é possível comprar mídia direcionada de maneira automática. Parte do movimento de democratizar o acesso a essas plataformas de anúncio também contribuíram para isso. Essa, sem dúvidas, é uma das grandes mudanças da mídia nos últimos anos. Mídia e mercado: antes x agora Estamos em 2015, mas vamos voltar mais 7 anos. Lá em 2008 o marketing digital ainda estava com o cordão umbilical ligado ao marketing tradicional. Para anunciar seu negócio na mídia você tinha, rádio, tv e mídia impressa. Além disso, para anunciar nessas mídias era preciso contar com uma agência de publicidade e propaganda devidamente homologada na abap, associação brasileira de agências de publicidade. Isso porque existe uma lei, ainda vigente, que somente agências podem comprar espaços publicitários em veículos de mídia impressa e/ou analógica. Com o fortalecimento destas plataformas de anúncio no modelo self service, o anunciante ganhou maior liberdade e empoderamento. Neste meio tempo, as inteligências artificiais de Google e Facebook também se aprimoraram aprendendo com os milhões de anúncios sendo veiculados diariamente. Assim, recomendações de otimização, melhores práticas e segmentações ficaram mais precisas, o que beneficia anunciantes e agências. Consumo Em 7 anos, os comportamentos mudam e novos padrões de consumo surgem. O jeito de comprar e vender mudou bastante, graças à explosão dos dispositivos móveis que ganharam autonomia para ser praticamente tudo que o usuário precisa. De volta a 2015, era impensável sair de casa sem sua carteira, dinheiro e documentos, certo? Hoje tudo isso pode estar no seu smartphone, se você assim desejar. Carteiras digitais, pix e documentos digitais são realidade e cresce cada vez mais o número de adeptos. Fazer pagamentos com o celular, smartwatch ou via pix acelerou bastante a adesão de empresas e usuários no mercado digital. A digitalização do mercado também veio na forma do consumidor comprar. As vendas por e-commerce que no ano de 2015 movimentaram 41,3 bilhões de reais e já haviam apresentado crescimento de 15,3% em relação ao ano anterior, ganharam ainda mais força. Em 2021 as lojas virtuais movimentaram nada menos que 89, 6 bilhões, o que representa um crescimento maior que 100%. É verdade que no meio do caminho houve, e ainda há, uma pandemia global em curso que acelerou em 10 anos, segundo estimativas, o crescimento do mercado digital. Mas também é fato que os hábitos digitais permaneceram mesmo após o fim dos confinamentos em casa. Consumidores que nunca haviam comprado online antes tiveram que experimentar o digital pela primeira vez e grande parte saiu satisfeita. Pesquisas mais recentes indicam que mesmo após a reabertura de lojas físicas, o comportamento de busca online deve permanecer antes de o consumidor decidir por uma compra presencial. Empreendedorismo Um mercado por assinatura Além das compras, a forma como as pessoas consomem conteúdo também mudou bastante. Há 7 anos, ao dar uma rápida olhada no mercado de streaming, por exemplo, poucas eram as opções para assinar. Em 2015 tínhamos Netflix, Spotify que havia chegado ao mercado no ano anterior, e Deezer. A locadora vermelha nadou “de braçada” em um oceano azul por anos e praticamente ensinou o consumidor a “maratonar” suas séries. Neste mesmo ano estreou o Globoplay de maneira bem mais tímida, mas com uma visão de futuro neste mercado, até então, de um player só. Hoje são diversas plataformas de assinatura de filmes, séries, músicas, games, livros, vinhos, cafés, cervejas e o que mais você puder imaginar. O consumidor gostou do formato de pagar uma mensalidade e poder desfrutar de um catálogo inteiro de conteúdo, sem anúncios ou interrupções. As empresas também amaram o modelo de negócio que dá previsibilidade e ampla possibilidade de escala. Um casamento perfeito. O MEI Além do mercado de streaming, o que já estava quente e seguiu aquecido de 2015 para cá foram os empreendimentos digitais e locais. O MEI (Microempreendedor Individual) se…

Lições de Marketing para empreendedores - destaque

Lições de Marketing que todo empreendedor precisa aprender

A maioria dos empreendedores deseja ver a empresa prosperar e fazer muito sucesso. Em outras palavras, quem tem um negócio próprio quer atrair mais clientes, faturar mais, abrir novas unidades, ganhar autoridade no mercado, dentre outras coisas. Para isso, muitos apostam no marketing digital. Mas será que as estratégias que você tem adotado estão, de fato, entregando o resultado que você tanto espera? Ou será que os seus esforços têm sido em vão? Bem, existem muitas coisas que todo empreendedor deveria saber sobre marketing, mas a verdade é que ninguém te conta. Então, elaboramos este artigo com algumas lições de marketing que vão te ajudar a aprimorar suas táticas e resultados nessa área. Não deixe de conferir! Nem todas as estratégias darão certo A primeira lição a aprender e talvez a mais importante das lições de marketing digital é que nem tudo o que você fazia há alguns meses, dará certo hoje. Nem tudo o que funciona hoje seguirá funcionando amanhã e assim por diante. Afinal, essa é uma área muito dinâmica e cheia de mudanças e marketing digital é teste, análise e persistência. Um bom exemplo são os algoritmos do Google e de redes sociais, como Instagram e Facebook que estão em constante mundança. A fim de melhorar a experiência do usuário, esses algoritmos são sempre otimizados. Portanto, você precisa estar atento a essas transformações para saber quais ações continuarão rendendo bons resultados para o seu negócio. Ser bom não é suficiente, é preciso inovar Em um mercado cada vez mais competitivo, nem sempre é fácil se destacar da concorrência.  Nesse sentido, oferecer produtos e serviços de qualidade ajuda muito na hora de posicionar o seu negócio.  Mas devo te dizer que isso ainda é pouco. Entretanto, há uma maneira de se diferenciar: inovando, seja ao criar uma oferta inédita ou ao entregar uma experiência única ao cliente. É impossível crescer sem correr riscos e planejar O empreendedorismo é uma jornada arriscada. Ou seja, o processo envolve muitas dúvidas e incertezas, sobretudo quando se trata de pequenos negócios.  Do mesmo modo, quando você decide ampliar a atuação do seu negócio, você coloca muita coisa em jogo. Afinal, e se tudo der errado? No entanto, não estou dizendo que você deve fazer tudo no escuro e esperar para ver o que acontece. Muito pelo contrário.  No marketing, todas as ações devem ser planejadas, testadas e validadas. Assim, é possível minimizar os riscos. Lições de Marketing para ter na cabeceira da cama O que funciona para a outra empresa não necessariamente funcionará para a sua. Tráfego pago não faz milagre, é preciso ter um bom produto e uma experiência de compra incrível. Planeje, execute e analise. Repita este ciclo com recorrência. Esteja atento(a) às novidades. Novos canais, novas práticas e comportamentos do seu público. Continue se capacitando. Faça cursos e estude muito sobre marketing digital. Os resultados só chegarão se houver consistência Aqui vai outra importante lição de marketing: Os resultados não chegam tão rápido, dependendo da estratégia adotada.  Muitas vezes é necessário ter paciência. Marketing digital é um investimento de retorno a médio e longo prazo. No entanto, se bem elaboradas, as táticas de marketing digital geram excelentes resultados para a empresa. Sendo assim, suas ações devem ser consistentes e medidas com frequência. Desse modo, além de obter resultados satisfatórios, você poderá otimizá-los ainda mais.  Construa um relacionamento próximo com o público Muitos empreendedores ainda não entendem bem a importância de se relacionar com seu público. Alguns até respondem e-mails ou comentários nas redes sociais, mas só essa interação não basta. Se você quer fixar sua marca na mente do público, é preciso ir além. Portanto, entregue conteúdos que agreguem valor à persona.  Ademais, desenvolva uma estratégia multicanal, para unificar os pontos de contato e oferecer uma experiência mais positiva ao cliente. Seja autêntico para engajar mais pessoas Profissionalizar o marketing sem dúvida traz diversos benefícios para a divulgação da marca. Inclusive, é muito comum isso acontecer à medida que o negócio se desenvolve. Porém, tenha cuidado para não perder a identidade da empresa e correr o risco de ter uma comunicação rasa e engessada.  Afinal, histórias originais e autênticas são as que mais chamam a atenção do público. Para ter retorno é preciso investir  A última lição de marketing que deixo para você é a seguinte: Para obter resultados efetivos, você precisa investir. Infelizmente não há outro caminho. Eu sei que isso representa um grande desafio para os empreendedores que estão começando agora e precisam fazer tudo sozinhos. Até mesmo porque, quando falamos de investimento, não é apenas a dinheiro, mas também a tempo, conhecimento e dedicação. Contudo, para se sobressair no mercado, é necessário ter estratégias bem estruturadas e desenhadas. Por fim, esperamos que essas lições de marketing te ajudem a desenvolver e a dar mais visibilidade ao seu negócio. Agora, que tal conhecer os mitos do marketing digital!

CRM, vale a pena investir

CRM, vale à pena investir?

Vender! É pra isso que o seu negócio existe, ora bolas. Pense bem: se sua empresa parar de vender, quanto tempo de “vida” ela terá até ter de fechar as portas de uma vez?! Sim, são as vendas que fazem o jogo seguir e o mercado girar. Sua empresa vende para seus clientes, mas também compra de fornecedores, que por sua vez compram de outras empresas. Por isso o foco é sempre continuar vendendo. Mas como vender mais e melhor? Com apenas 3 letras: CRM.  Essa sigla é, ao mesmo tempo, um conceito e uma ferramenta poderosa que pode ajudar seu negócio a ir além e transformar não só o seu processo de vendas, mas também a cultura do seu negócio. Quer ver? Então continue lendo e descubra tudo sobre o CRM. CRM, o conceito A sigla vem do inglês (Customer Relationship Manegement), o que seria a Gestão de Relacionamento com o Cliente. E o que poderia ser mais importante para sua empresa do que os clientes? Vivemos a era do cliente. Empresas, serviços, produtos e soluções são criados orientados aos clientes. A maioria com enorme sucesso de mercado. E proporcionar uma experiência incrível ao seu cliente pode ser o grande diferencial do seu negócio. Para isso é preciso criar uma cultura em sua empresa que realmente se preocupe, em todas as etapas, a se relacionar com os clientes. É onde o conceito de CRM toma forma, pois de nada adianta ter estratégias de marketing encantadoras se o contato direto com os vendedores e o time de atendimento da empresa não estiverem alinhados à proposta de oferecer excelência. Se engana o vendedor que em pleno século XXI acha que o seu trabalho é apenas vender. As vendas são sim, sua principal meta, no entanto, uma venda consultiva pode fazer toda a diferença no LTV (Life Time Value) da empresa. O comportamento padrão das empresas Tradicionalmente, após o fechamento da venda, os contatos entre empresa e cliente se dão em apenas algumas ocasiões como: reclamações, dúvidas, sugestões, recomendações ou elogios. Quase todas as vezes a iniciativa é tomada pelo cliente, e a empresa então o retorna. Observe bem: como a sua operadora de telefonia ou o provedor de internet se relaciona com você? Com a exceção de informes promocionais, quando foi que a empresa entrou em contato para antecipar alguma necessidade sua? Pois é exatamente esse comportamento que o conceito de CRM transforma. Para ter uma cultura de excelência centrada no cliente, sua marca deve deixar de ser reativa e se tornar proativa em diversas situações. Antecipar as necessidades e solicitações mais comuns que os clientes fazem pode ser o ponto de partida para oferecer uma experiência mais completa. E uma vez que o cliente se torna o porque de todas as ações, sua empresa terá uma nova cultura que engloba a marca como um todo. CRM, a ferramenta Com o conceito em mente, compreender a ferramenta se torna bem mais fácil. A ideia do CRM em si é organizar as etapas e ações de relacionamento com leads, oportunidades e clientes. Os tradicionais cursos de venda possivelmente podem ter pincelado parte desta cultura de CRM ao trazer ferramentas de vendas como planilhas de gestão, ou próprias ferramentas de CRM. De fato, o ato de se relacionar com os clientes é prática comum dos melhores vendedores. No entanto, a ferramenta de CRM veio para organizar melhor e democratizar o relacionamento com clientes. Imagine que sua empresa possui dois vendedores, ambos competentes e empenhados em bater suas metas de vendas. Contudo, ainda não há implementada uma boa ferramenta de CRM, cada vendedor tem sua planilha de acompanhamento onde salvam um histórico dos contatos e necessidades de cada lead. Um de seus vendedores está em um processo de vendas quente com um possível grande cliente. Eis que no dia de uma reunião importante onde este vendedor poderia “bater o martelo”, uma gripe o impossibilita de realiza-la. E aí? O que fazer? Todo o histórico de relacionamento com este possível grande cliente está em seu notebook, que é levado para casa a fim de atualizar as informações e detalhes. Uma ideia seria colocar o outro vendedor na negociação, contudo, um briefing para entender as necessidades e dores do possível novo cliente só seria possível com a planilha do vendedor que ficou doente. Um CRM em nuvem poderia ser a solução prática para este problema. Há no mercado diversas opções com possibilidade de anotações, lembretes, anexo de documentos e todos detalhes relacionados a cada lead. Compartilhando as informações com o time de vendas, todos estariam alinhados com toda a negociação, assim qualquer vendedor poderia participar da negociação sem problemas. Ótimos CRMs disponíveis no mercado Com a modernização dos negócios e práticas de vendas, as ferramentas de CRM vieram, ao longo dos anos, ganhando novas e importantes atualizações. Novas funções, metodologias e maneiras de organizar e gerir o relacionamento com leads e clientes. Separamos aqui algumas das principais opções disponíveis no mercado. A maioria com planos gratuitos, mas também com versões mais robustas caso tenha uma equipe maior ou necessidades específicas em sua empresa. RD Station CRM Talvez o caçula da turma que vamos elencar aqui. o RD Station CRM é perfeito para quem já utilizar o RD Station Marketing e deseja unir as duas ferramentas. Com ele é possível montar seu pipeline facilmente e aproveitar a integração com mais de 30 apps e ferramentas web como Trello, Agenda Google e Whatsapp. Entre os recursos se destacam a possibilidade de envio de e-mails e realização de chamadas de dentro do próprio RD Station CRM e mesmo no plano free o número de usuários e contatos são ilimitados. E a ferramenta ainda possui um app disponível para Android e IOS para te ajudar na gestão do CRM de onde estiver. Pipedrive Um dos grandes nomes do mercado quando o assunto é CRM. O Pipedrive é uma das ferramentas mais utilizadas para gerenciar leads e clientes. Com uma plataforma cheia de recursos, ele também permite a realização de…