Tráfego no Google Ads

Como Gerar Tráfego no Google Ads?

Conseguir tráfego no Google ads tem se tornado um desafio cada vez maior. Não somente no Google Ads, atrair gente para o seu site ou e-commerce está cada vez mais difícil. Mas por que? Por causa da boa e velha lei de oferta e procura. São cerca de 930 mil e-commerce e mais de 10 milhões de sites publicados somente no Brasil, ou melhor, com domínios terminados em .br. Então a disputa por espaço na primeira página do Google tem sido ferrenha. Sobretudo nos últimos anos onde o Google tem criado cada vez mais espaço para vídeos do youtube e menos espaço para links de site. Isso porque a plataforma recentemente começou a indexar vídeos, ou seja, o Google, graças ao boom das pesquisas por voz, agora consegue identificar palavras-chave que são ditas dentro de vídeos e em breve isso irá se expandir para podcasts também. Mas isso é assunto para outro artigo né? Voltando ao tráfego é importante começar por um conceito simples: Tráfego pago x Tráfego Orgânico Se você já atua com marketing digital e possui um site ou e-commerce e principalmente, um google analytics instalado e configurado, sabe bem a diferença entre tráfego pago e tráfego orgânico. Mas não podemos seguir adiante e falar de tráfego no google ads, sem antes explicarmos que: Tráfego Pago: são os acessos que chegam ao seu site ou loja virtual provenientes de anúncios em Google, Facebook, Portais ou demais plataformas de anúncios online. De maneira geral é o tráfego que você obtém investindo, ou seja, comprando espaços publicitários para veicular um anúncio. Tráfego Orgânico: se refere aos acessos obtidos sem a necessidade de investimento em mídia. Em sua maioria estarão aqui as visitas obtidas por meio de buscas no Google onde seu site aparece de maneira orgânica na página de resultado de buscas. Qual deles é melhor? Depende do momento de compra, ou melhor, em que etapa do funil de vendas está o visitante.  Pode ser que você consiga muito tráfego orgânico, mas se sua página de destino não oferecer o que o usuário procura ele logo fechará e sairá em seguida, isso faz com que sua taxa de rejeição aumente. Isso influencia diretamente na reputação do seu site/loja e pode até prejudicar suas campanhas no google ads. Por isso uma coisa que sempre dizemos é que tráfego pago e tráfego orgânico são irmãos gêmeos de mães diferentes. Como o Google Ads funciona? Falando de Google Ads em si, temos um artigo super completo que fala exatamente sobre como anunciar no Google Ads? A leitura é quase obrigatória. Mas dá para fazer um breve resumo aqui e explicar como o Google Ads funciona. O formato mais tradicional da plataforma é o Search e funciona da mesma forma que as buscas orgânicas. O usuário faz uma busca e logo surgem os resultados, neste caso os resultados pagos. Antigamente chamados de Links Patrocinados. Ao ver o anúncio o usuário pode decidir clicar e visitar a página. É neste momento que o Google ganha dinheiro, quando a pessoa clica no anúncio. Se o ad for bom e a página de destino convincente o anunciante pode ter conseguido um cliente e todo mundo sai ganhando. É focado neste propósito de oferecer a melhor experiência ao usuário que o Google desenvolveu toda a robusta plataforma de anúncios que existe hoje. Então o que antes eram apenas os links patrocinados, agora se estende ao Youtube e sites parceiros com os formatos de anúncios em vídeo, imagem e gifs. Nestes outros formatos você pode, mas não estará limitado apenas à escolha de palavras-chave, já que a Inteligência artificial do Google mapeou inúmeros perfis de consumo para que anunciantes possam segmentar melhor o público em suas campanhas. O Tráfego no Google ads é mais qualificado? Há quem diga que sim, eu particularmente por trabalhar com Google ads desde 2014, concordo. Isso porque, especialmente nos anúncios de texto, nas campanhas de search, é possível impactar o público ideal no momento exato de compra.  Por isso gerar tráfego no google ads é essencial para manter seu funil de vendas saudável. A plataforma de anúncios do Google é uma das mais antigas na web. Talvez por ter começado cedo e acumulado anos e anos de dados sobre todos nós, o Google ads consegue identificar padrões de comportamento que dão todas as pistas a respeito de possíveis clientes. Por exemplo, para concessionárias e montadoras, a plataforma oferece estudos personalizados que conseguem prever quando alguém irá comprar um carro novo ou trocar de veículo.  Como eles fazem isso? “Observando” as pesquisas que aqueles usuários fazem em um determinado período de tempo. Pense bem, comprar um veículo é algo complexo e depende de vários fatores. Então a pessoa que está neste momento de compra, vai certamente, recorrer ao doutor sabe tudo para saber sobre taxas de juros, condições de financiamento, marcas e modelos, consumo de combustível e etc. 5 passos para gerar mais tráfego no Google Ads Mas se você veio a este artigo para saber como gerar mais tráfego no google ads, não se desanime, pois é sobre isso que vamos falar a seguir. Siga estes 5 passos que preparamos e consiga mais tráfego no google ads. 1 – Revise/Crie sua Persona Achou que o primeiro passo seria abrir o Google ads e fuçar na ferramenta? Errou! O primeiro passo para gerar tráfego no google ads é revisar a sua persona. Se você ainda não sabe o que é persona pode ler tudo a respeito neste outro artigo aqui: O que é persona e como definir a sua? Rever ou criar um personagem que irá representar o seu perfil de cliente ideal irá nortear toda a estratégia por trás das campanhas de tráfego no google ads. Isso porque você vai mapear as dores e temores do seu público. A partir disso poderá supor como ele ou ela irá buscar a solução no Google e só isso já é meio caminho andado. 2 – Mapeie seu Funil de Vendas Você se lembra do exemplo…

core web vitals - thumb

Core Web Vitals: por que investir em experiência do usuário?

Core Web Vitals refere-se às métricas do Google que medem a experiência do usuário nas páginas.  Elas estão relacionadas à velocidade, interatividade e estabilidade visual, fatores que determinam se o usuário vai acessar o seu conteúdo ou desistir diante de um obstáculo.  Afinal, o que o usuário quer é ter uma boa experiência ao buscar a solução para um problema. Ou seja, ele espera encontrar respostas para as suas dúvidas de maneira rápida e prática. Se você ainda não está tão por dentro desse assunto, não se preocupe. Ao longo deste artigo falaremos mais sobre as Web Core Vitals e sobre as otimizações necessárias para o seu site oferecer uma experiência ainda melhor ao usuário.  Acompanhe! via GIPHY A princípio, o Google utiliza esses critérios em seu algoritmo para avaliar a usabilidade de uma página.  As Core Web Vitals abrangem os seguintes indicadores: Largest Contentful Paint (LCP) – calcula o tempo de carregamento da página;  First Input Delay (FID) – mede em quanto tempo o usuário consegue interagir com a sua página; Cumulative Layout Shift (CLS) – mensura a estabilidade do conteúdo enquanto a página carrega e o usuário interage com ela. O desenvolvimento desses indicadores foi anunciado pelo Google em maio de 2020.  A ideia era unificar as orientações dos fatores de qualidade de uma pagina.  Assim, não seria necessário lidar com diversas ferramentas e métricas. Já no fim do mesmo mês, o Google informou que incorporaria as Core Web Vitals ao seu algoritmo. Experiência do usuário: outros indicadores que o Google utiliza Além das Core Web Vitals, o Google usa outras métricas para saber sobre a experiência que a página entrega ao usuário.  Em outras palavras, elas passam a fazer parte de outros fatores de rankeamento, que o algoritmo já adotava, como: Mobile friendly Com a popularização dos dispositivos móveis, o Google passou a priorizar a experiência mobile dos usuários.  Desde 2018, o buscador classifica os sites usando apenas a versão para dispositivos móveis. Isso não significa que as versões de desktop perderam completamente a relevância, mas o movimento de mobile first (primeiro o móvel) também passou a ser parte das condições de avaliação do Google. Navegação segura Após analisar milhares de URLs e identificar os sites que possuem vulnerabilidades, o Google exibe avisos nos resultados de busca e no navegador.  Afinal, os sites não seguros são um risco para os usuários. HTTPS Já o protocolo HTTPS possui uma camada de proteção criptografada na transmissão de dados entre o computador e o servidor. Assim, ajuda a aumentar a segurança. Testando o seu site para as Core Web Vitals  Mais adiante você verá de que forma é possível testar sua página para as Core Web Vitals.  Mas antes é importante dizer que, para avaliar as métricas, o Google divide a origem dos dados em dois grupos: Field Data e Lab Test Data. Enquanto o primeiro se baseia nas experiências reais de usuários com o site e é utilizado para sua classificação no Google, o segundo refere-se a métricas aproximadas.  Ou seja, elas são criadas em um ambiente de teste que tenta reproduzir a experiência do usuário. As Core Web Vitals – chamadas também de “principais métricas da web” – podem ser testadas pelas principais ferramentas de SEO.  O Google Search Console, por exemplo, conta com relatórios dedicados para acompanhar essas métricas. A Semrush também pode fazer isso.  Além disso, você pode testar sua página com o Google PageSpeed Insights, que usa Field Data para seus resultados.  Assim, ele traz métricas conforme o que o Google está levando em consideração. Também é possível fazer teste usando o Lighthouse. Contudo, vale ressaltar que este utiliza Lab Test Data, e por isso não apresenta o First Input Delay (FID). Como otimizar o site com as “principais métricas da web”? LCP – Largest Contentful Paint Conforme, adiantamos, LCP é a métrica que representa a percepção de carregamento das páginas. Segundo o Google, 2,5 segundos ou menos  é considerado um bom tempo de LCP; entre 2,5 e 4 segundos é um tempo razoável, que ainda requer melhorias e acima de 4 segundos é um LCP ruim, que precisa de melhorias urgentes, como: Otimizar seu servidor; Utilizar CDN; Ativar o cache; Usar Service Worker para páginas HTML “cache-first”; Antecipar conexões de terceiros; Minificar e adiar JavaScript e CSS que não são críticos para a página. FID – First Input Delay De forma resumida, podemos dizer que o FID mensura a primeira impressão do usuário.  Como assim? Ele calcula o tempo entre a primeira interação do usuário com a página.  Mas ele não mede o carregamento em si, mas apenas o atraso causado entre a interação do usuário e o início do carregamento para cada acesso ao site. Para o Google, um FID abaixo de 100 milissegundos é bom, entre 100 e 300 milissegundos é um tempo razoável e acima de 300 milissegundos é um FID ruim, que precisa das melhorias abaixo: Dividir Javascript pesados em tarefas menores e assíncronas; Otimizar as página para interaction readiness; Usar um web worker; Reduzir o tempo de execução do JavaScript. CLS – Cumulative Layout Shift Já a CLS é a métrica das Core Web Vitals que mede as mudanças inesperadas nas páginas, isto é, sua estabilidade visual.  Essas mudanças ocorrem sempre que um elemento visível muda de um quadro renderizado para outro. Para chegar a uma pontuação, o navegador usa como base o tamanho da janela de visualização e o movimento dos elementos. Desse modo, um CLS abaixo de 0,1 é considerado bom, entre 0,1 e 0,25 é razoável, e acima de 0,25 é um CLS ruim, que precisa urgentemente de melhorias como: Incluir atributos de width e height para imagens e vídeos; Reservar espaços para anúncios e conteúdo dinâmico; Usar uma API de carregamento de fontes pode reduzir seu tempo de carregamento. Agora que você já sabe como otimizar as “principais métricas da web”, tenho uma pergunta: Por que melhorar a experiência do usuário? Em primeiro lugar, porque o Google vai classificar ou ranquear melhor a sua página nas buscas orgânicas.  Em segundo lugar, focar nessas otimizações de SEO impacta positivamente nos seus resultados de Marketing…

Anúncios para E-commerce, tudo que você precisa ler sobre.

Anunciar o seu e-commerce na internet é relativamente fácil hoje em dia. São várias as plataformas de anúncios no modelo self-service, onde o próprio empreendedor consegue criar e mensurar os resultados de suas campanhas. Mas, com tanta opção disponível é bem comum que dúvidas como quais são os melhores formatos de anúncios para e-commerce? Ou como escolher o objetivo certo em minha campanha? Ou ainda a clássica, quanto investir em uma campanha? Surjam na cabeça dos empreendedores digitais. Mas não se preocupe, porque neste artigo vamos mergulhar nestas e em outras questões. Você vai descobrir quais os melhores formatos, objetivos e estratégias para criar seus anúncios para e-commerce como um profissional de mídia paga! Continue lendo… E-commerce no ar, viva! Você finalmente conseguiu, criou seu e-commerce e agora sua empresa está online. Sério mesmo, chegar até aqui já é uma baita vitória. Entre as fases de planejar e executar o projeto de uma loja virtual o empreendedor aprende, e muito, a respeito de hospedagem, domínio, logística, cadastro de produtos e etc. Mas com a publicação da sua loja novos desafios surgem. O momento para começar um e-commerce é perfeito já que o mercado segue muito aquecido. Para se ter uma ideia durante a pandemia o mercado digital cresce 36% na América Latina, segundo dados da Exame. Pois bem, mas o que isso tem a ver com a mídia paga para e-commerce? Tudo a ver. Com mais e mais lojas online entrando no ar todos os dias, a concorrência também se acirra. Por isso, se você pensou que colocar a loja no ar era seu principal objetivo, melhor repensar o planejamento. Com a loja online é que começa o jogo. Tráfego para E-commerce Se engana quem pensa que no dia seguinte sua loja online vai estar bombando. A menos que você possua um domínio muito popular, na melhor das hipóteses seu e-commerce terá alguns milhares de visitantes no primeiro mês. Isso acontece porque seus produtos e páginas da loja ainda estão sendo indexados pelo Google e isso meu amigo(a), leva um tempinho. Em média, 1 ano ou mais. Se você fez tudo certo na criação de sua loja, os produtos estão com fotos bonitas, ótimas descrições e com um layout super atrativo, especialmente no mobile. E para mostrar sua loja ao mundo você precisa da mídia paga, ou o famoso ‘tráfego pago’, como dizem agora. Parece mágica, mas em 2 ou 3 dias de campanha rodando, sua loja já poderá registrar as primeiras conversões. Os anúncios para e-commerce neste início de trabalho garantem o movimento na sua loja. Porque convenhamos, não dá pra ficar esperando o Google indexar sua loja e começar a trazer tráfego orgânico de braços cruzados. Faz todo o sentido, na verdade. Pense se você tivesse aberto uma loja física ao invés do e-commerce. Como faria para que as pessoas soubessem onde é a loja? Investiria em anúncios, né? E mais, o famoso boca a boca no mundo físico é bem parecido com o tráfego orgânico no online. Leva tempo até as pessoas começarem a visitar sua loja por terem ouvido alguém comentar. Então, os anúncios para e-commerce são o passo seguinte na etapa de pós criação da sua loja. Principais Plataformas de Anúncios Como dito, existem muitas plataformas de anúncio online hoje em dia. Muitas mesmo. Algumas especializadas em formatos específicos como áudio e vídeo. Outras mais abrangentes conseguem rodar anúncios em quase todo tipo de formato. Mas há de destacar os grandes players, Facebook Ads e Google Ads. Juntas, as duas plataformas recebem em torno de U$$ 230 bilhões em investimentos publicitários anualmente via GIPHY As empresas criaram estruturas enormes para atender anunciantes do mundo todo um ecossistema ao redor. De cursos online, pagos e gratuitos a certificações para profissionais e agências parceiras. Tais certificações garantem que aqueles profissionais estão aptos a criar e gerenciar campanhas com qualidade. A gente aqui já conquistou o selo do Face, o do Google está saindo do forno. 😉 Se quiser saber tim-tim por tim-tim do Google ads é só clicar aqui e ler este artigo que escrevemos. Neste outro artigo falamos bastante detalhadamente sobre os principais formatos de Facebook Ads Se quiser, pode deixar para ler mais tarde. Vamos adiante. Os Objetivos Toda campanha de mídia paga tem um objetivo. Graças às métricas do Marketing Digital somos capazes de mensurar absolutamente tudo em uma campanha. São eles, os objetivos que nos ajudam a encontrar nossos KPIs, os indicadores chave de performance. Trazendo para o nosso universo, mais especificamente em se tratando de anúncios para e-commerce, tanto google quanto facebook oferecem objetivos diversos na hora de criar as campanhas. Alcance Sua loja é nova? Então vamos torná-la conhecida. Anúncios de alcance são ideais para quem quer criar autoridade e ter uma marca memorável. Você já se perguntou, “onde é que eu vi esse logo mesmo?” Há grandes chances de ter sido em uma campanha de alcance. No Google ads a rede de display dá conta do recado. Com ela você cria banners que poderão aparecer em diversos sites parceiros, além do Youtube, é claro. O Facebook ads é mestre no assunto já que suas redes sociais são 100% voltadas a conteúdos visuais, sejam vídeos ou fotos. Tráfego no site Trata-se do nosso exemplo acima. Para quem não pode ficar esperando o e-commerce ser indexado para receber visitas, este é o objetivo básico em qualquer campanha. No Google Ads existem as campanhas de pesquisa que são ideais para conseguir muitos cliques e visitas em questão de horas. O facebook também conta com esta opção valiosa e usa toda a sua inteligência para exibir o seu anúncio para usuários que têm maior propensão a clicar e fazer uma visita. Conversão Tá tudo muito bom, mas o que a gente quer é grana no bolso. Gerar vendas, este é o principal objetivo de qualquer e-commerce. E não é por menos que este objetivo faça parte do leque das maiores plataformas de anúncios. Quando o assunto é vender o Google Shopping brilha! Dá…

E-mail para e-commerce: saiba como fidelizar clientes

Quem acompanha o boom das redes sociais nos últimos anos, muitas vezes não sabe que um outro canal muito mais antigo continua rendendo vendas até hoje: o e-mail marketing. Independente da sua idade, você provavelmente teve seu primeiro contato com as “cartas eletrônicas” quando decidiu se cadastrar em uma rede social ou assinar um site de notícias. E aí, tradicionalmente, era solicitado a fornecer um endereço de e-mail. Hoje em dia, este caminho é muito parecido. Mas o grande ouro do e-mail marketing para e-commerce é muito mais do que se relacionar com usuários que já efetuaram uma compra em sua loja; através de campanhas bem sucedidas, muitos negócios geram demanda diretamente do e-mail, tornando-o um poderoso canal de vendas. E-mail para e-commerce: como explorar o canal? Uma das principais características (e vantagens) do marketing digital é a capacidade de mensuração e análise de dados. Saber quais páginas um visitante acessou, com quais produtos este mesmo usuário interagiu e até quais itens foram colocados no carrinho são informações muito valiosas que só temos graças à inteligência do marketing digital. E não vamos desperdiçá-las, né? Estes dados são tão ricos que não influenciam somente as campanhas de e-mail marketing. Podemos e devemos utilizá-los para fazer aprimoramentos no e-commerce e oferecer uma experiência cada vez mais alinhada às expectativas dos clientes. Portanto, tendo estes dados, a concepção de e-mails marketing matadores se torna muito mais natural. O foco sempre é o cliente – são as respostas dele (através das métricas de engajamento) que vão dizer qual é a direção mais adequada. Benefícios do e-mail para e-commerce “Afinal, o que eu ganho disparando e-mails?” Os benefícios do e-mail marketing para e-commerce atuam em diversos níveis, como fidelizar clientes, aumentar as vendas e até otimizar processos comerciais do seu negócio. público quente impactado: as campanhas de e-mail dialogam exatamente com os clientes que estão interessados em determinada oferta, que pode ser de conteúdo ou de produto. Falarei mais disso a seguir. foco no resultado: esqueça o volume! Quantidade não é qualidade, e o foco na segunda característica pode trazer resultados ainda não vistos em sua estratégia de marketing digital. mais conhecimento do público: a resposta dos leads aos e-mails são dados relevantes para você adaptar estratégias. otimização de processos: sabe quando o cliente conclui a compra, mas esquece de efetuar o pagamento do boleto bancário? O e-mail é um ótimo canal para otimizar processos como esse e evitar o desperdício de vendas. Utilizando as segmentações Uma segmentação de leads parte do pressuposto que, nesse grupo de usuários, há algum comportamento, característica ou interesse comum. E que estas variáveis influenciam os desejos de consumo de cada cliente. Por exemplo: podemos segmentar/agrupar leads que moram na cidade de Belo Horizonte para anunciar uma campanha de frete grátis para a cidade em questão. Pense comigo: faz sentido para um cliente do Rio de Janeiro receber uma oferta que não pode ser aproveitada por ele? Não. Por isso escolhemos exatamente os leads que dialogam com aquela ação. Quanto mais específica é uma segmentação, a tendência é que menos leads se encaixam nela O agrupamento é, basicamente, feito por camadas que alcançam públicos mais ou menos restritos. Você pode segmentar clientes de um mesmo país, de um mesmo estado, de uma mesma cidade ou de um mesmo bairro. Observe que as segmentações mais específicas – como cidade e bairro, por exemplo – continuam fazendo parte da segmentação mais ampla, mas sua localização faz com o que seus interesses sejam distintos. Ou seja, nada de ser generalista por aqui! O grande segredo é engajar seu público através do e-mail marketing para e-commerce se baseando nos interesses dele. via GIPHY E-mail para e-commerce: use uma linguagem direta Diferente das redes sociais, onde você cria conteúdo para todo-mundo-e-mais-um-pouco, o e-mail marketing é direcionado para aquela pessoa que está recebendo. Uma comunicação de 1 para 1. E isso muda completamente tudo. Primeiramente, porque você, ao enviar e-mails realmente relevantes, tem grandes chances de engajar o seu público – aumentando as taxas de abertura, clique, conversão e reduzindo a rejeição. Nas redes sociais, muitas vezes, ficamos reféns da boa vontade dos algoritmos. Nos e-mails, quem manda é, literalmente, o lead. Então fica muito mais fácil se relacionar com ele de uma forma saudável e eficiente, bastando que você faça a sua parte: nada de spam e conteúdos desinteressantes. Integração do e-commerce com ferramenta de automação de marketing Que bom seria ter todas as informações sobre o seu lead concentradas em uma plataforma de gestão de marketing, não é?! Você pode! Utilizar só a plataforma de e-commerce limita muito as possibilidades de e-mail marketing e outras ações de inbound marketing. O ideal é que você utilize uma ferramenta como o RD Station, que capta os dados de clientes da sua loja e possibilita que você explore as segmentações como preferir, seja por localização, idade, gênero, etc. A RG é parceira Gold do RD Station e nossa equipe possui a expertise necessária para criar campanhas de e-mail marketing com altas taxas de conversão para a sua loja virtual. Preencha o formulário e fale com um de nossos especialistas.

Como fazer um planejamento estratégico para e-commerce?

Planejamento estratégico para e-commerce é o ponto chave para surfar na boa maré do comércio eletrônico. Nos últimos anos, o mercado de lojas virtuais vem crescendo progressivamente no Brasil, mas a boa performance de novos projetos depende de visão estratégica. De acordo com relatório da Mastercard SpendingPulse, o e-commerce brasileiro cresceu 75% em meio aos primeiros meses da pandemia da Covid-19. Mas com o impulsionamento do segmento, surge também uma concorrência de proporção similar. Por conseguinte, parece bastante óbvio a necessidade de planejar um e-commerce. Mas no mercado digital a visão estratégica deve ser redobrada para alcançar bons resultados. Planejamento estratégico para e-commerce: por onde começar? Se você possui alguma experiência com o plano de negócios tradicional, saiba que a teoria é a mesma: o planejamento estratégico do e-commerce deve dispor as variáveis do projeto de forma organizada. O plano de negócios pode ser feito em diversos formatos diferentes a depender das preferências do empreendedor. Mas alguns tópicos são essenciais para garantir um bom resultado, como a análise do projeto, o planejamento de marketing, o planejamento financeiro e a análise do mercado. Um e-commerce de sucesso depende, além de uma proposta comercialmente viável, de um plano de ação para colocá-lo em prática. Por isso, identifique de onde o negócio vai partir, onde pretende chegar e, essencialmente, como. 7 passos para desenvolver um plano estratégico Chegou a hora de colocar a mão na massa! Apesar de parecer um processo burocrático, o planejamento estratégico do e-commerce é um verdadeiro exercício e merece dedicação.  Seja em papel ou digitalmente, recomendo que você “solte a imaginação” para construir informações que sejam coerentes com o que o seu e-commerce propõe. Confira, a seguir, 7 dicas para desenvolver o seu planejamento estratégico para e-commerce. 1) Planejamento estratégico para e-commerce: alinhamento com outros canais de venda Se você já tem uma empresa e está buscando o mercado digital como um novo canal de vendas, saiba que essa é a realidade de muitos empreendedores. Motivadas pelo isolamento social, muitas empresas encontraram no mercado online a possibilidade de expansão. Sendo assim, o planejamento estratégico do e-commerce deve estar alinhado aos objetivos da empresa como um todo. Definir metas globais e individuais para cada canal de venda é essencial para tomar decisões e analisar os resultados com mais precisão. 2) Considere todas as áreas influenciadoras O e-commerce não está isolado. Em meio às vendas digitais, há o impacto de outras áreas, como o marketing, a experiência do cliente, a logística, o mix de produtos, etc. Faça um levantamento do que é necessário para atender a todas as demandas. 3) Defina metas claras e indicadores de desempenho O sucesso é algo muito relativo e está relacionado às expectativas que você possui em relação à empresa. Por isso, para conseguir avaliar a performance da loja virtual, é fundamental ter metas bem estabelecidas (com base em dados reais e possíveis, obviamente) pois, sem parâmetros, fica impossível avaliar o que é necessário adaptar ao longo do tempo. Por exemplo: qual é a meta de faturamento mensal? Qual é a progressão ao longo de 12 meses? Qual é o ticket médio ideal por cliente? 4) Acompanhe o mercado “Um olho no peixe, outro no gato!” via GIPHY Ignorar a concorrência é uma atitude impensável se o seu objetivo é ter um negócio competitivo. Acompanhar o mercado em tempo real é a melhor estratégia para entender quais caminhos tomar e abocanhar oportunidades antes de qualquer pessoa. 5) Planejamento estratégico para e-commerce: estipule um orçamento para cada área da empresa Quanto você vai despender para custear a equipe operacional? E manter o fluxo do estoque? Qual é o budget para custear campanhas de marketing? Para o início e a manutenção da empresa ao longo do tempo, os recursos financeiros são o principal fator. Afinal, para ter um e-commerce de sucesso, simplesmente não dá para escolher entre o marketing e o estoque. É preciso de ambos. 6) Busque capacitação para você e para sua equipe Conhecimento nunca é demais e é ele quem vai preparar você e seus colaboradores para atingirem patamares mais elevados. Busque capacitação através de cursos, parcerias, consultorias, palestras, etc., para ter mais propriedade sobre o seu segmento e antecipar tendências do mercado. 7) Estruture campanhas de venda com antecedência O varejo costuma ter um grande aquecimento quando se aproximam datas comemorativas – como a black friday, o fim de ano, o dia das mães, etc. Mas para aproveitar o grande fluxo de procura, é necessário planejar campanhas com bastante antecedência. Isso porque uma boa ação de vendas se constrói com a associação de várias áreas, que vão desde o estoque até o marketing, passando pela logística e pelo atendimento. Sendo assim, a antecedência é necessária para alinhar todas as frentes da empresa. Ufa, chegamos ao fim. Como já dito, apesar de parecer essencialmente burocrático, o planejamento do seu e-commerce merece tempo, criatividade e estratégia. E com os 7 passos informados acima você pode dar início ao seu projeto e validar sua eficiência. Leia mais conteúdos sobre planejamento, marketing e vendas:

Taxa de conversão do seu e-commerce, como melhorar?

Ações de marketing acontecendo, tráfego pago rodando, visitantes aumentando, mas a taxa de conversão do e-commerce não melhora. O final do funil de vendas não acontece e seu e-commerce não está vendendo bem ou não consegue crescer. Está acontecendo isso com você? Fique até o final que vamos ajudar você a avaliar alguns pontos no e-commerce que podem fazer essa taxa de conversão aumentar e com isso você vender mais. via GIPHY Taxa de Conversão? O que é isso? Para começo de conversa, o que é a taxa de conversão? De modo geral, a taxa de conversão é a relação do número de pessoas que entram no seu site e o número de interações que essas pessoas realizam enquanto estão navegando. Pode ser uma ação de assinar a newsletter, baixar um catálogo, realizar uma compra, depende do objetivo definido pela empresa para determinada ação. Quando falamos de e-commerce os objetivos mais comuns de conversão de maneira simples são: 1º o visitante ao estar dentro da loja adicionar produtos no carrinho e 2º o visitante finalizar a compra. Com base nisso, vamos às dicas para aumentar a taxa de conversão do e-commerce: Tenha uma boa ferramenta de busca Já aconteceu de você buscar um produto em um e-commerce e não encontrar? Ou a busca retornar com algo totalmente diferente? Isso pode ser muito frustrante para seu futuro cliente, principalmente se você oferece muitos produtos no e-commerce e a busca somente pelo menu pode ser demorada. Tenha uma ferramenta de busca que funcione bem. Além disso, avalie como seu cliente busca pelos produtos para te ajudar na hora de cadastrá-los na loja. Inclusive, essa avaliação de quais produtos são mais buscados pode ajudar também na hora de comprar mercadoria, já pensou que pode ter produto sendo buscado em sua loja e não tem no seu estoque? Tenha capricho na apresentação dos seus produtos A apresentação dos seus produtos é a hora de encantar seu cliente. Na loja física o empreendedor capricha na hora de montar a vitrine, treina a equipe de vendas para explicar bem os detalhes dos produtos e se preocupa com toda apresentação da loja. No e-commerce não pode ser diferente, é preciso ter fotos que mostrem bem os produtos, uma dica legal é fazer pequenos vídeos que mostram vários ângulos ou até mesmo o produto sendo utilizado. O texto que descreve o produto também é fundamental, ele é o discurso de venda no e-commerce. Confira como melhorar a descrição dos produtos aqui Avalie a usabilidade para dispositivos móveis do seu site Que boa parte dos acessos, ou até a maioria (dependendo do segmento) é realizada através de dispositivos móveis, não é novidade. Então lembre-se de sempre testar e acompanhar como é a experiência de comprar em sua loja pelo smartphone. Teste conexões diferentes de internet e diferentes aparelhos!  Tenha um bom design na sua loja Design além da aparência, que é importante para a identidade visual da sua marca e chamar a atenção do visitante, é funcionalidade. Ter um bom design no seu e-commerce significa ser fácil de comprar, intuitivo, rápido, etc. Comprar na sua loja online precisa ser fácil para todos, nada de site confuso aqui! Não liga muito para experiência do usuário? Veja como ela impacta no seu faturamento. Leia aqui! Disponibilize vários canais de contato para seus clientes Muita gente ainda tem medo de comprar online e principalmente de lojas que ainda não conhece. Ter canais de atendimento que o cliente possa entrar em contato em caso de dúvidas ou até mesmo para passar mais segurança sabendo que se algo de errado acontecer é possível se comunicar de forma rápida e fácil, pode ajudar muito na conversão. Aqui vale pensar nos canais de e-mail, chat online, WhatsApp, etc. Mostre avaliações de outros compradores Ainda falando sobre insegurança ao comprar, seja da loja ou até mesmo sobre o produto, ter avaliações de outras pessoas que compraram é fundamental. Isso dá mais credibilidade e enriquece sua venda online. Afinal, quem não ama uma recomendação, não é mesmo? Você poderá inclusive utilizar estas avaliações como criativos em uma campanha de remarketing nas redes sociais, já que é lá onde as pessoas vão buscar recomendações de produtos e serviços. Aliás, campanhas de remarketing são ótimas para aumentar a taxa de conversão do seu e-commerce. Clique aqui para descobrir como usar Facebook e Google Ads em suas estratégias de marketing digital.  via GIPHY Ofereça condições de entrega diferenciadas Gostou do produto, se convenceu da compra, adicionou no carrinho, foi ver o prazo de entrega e frete, o que acontece? Frete mais caro que o produto! Quem nunca? Por isso, buscar sempre opções de entrega e frete diferenciadas é um desafio necessário! Muitas compras são perdidas nesta etapa, diminuindo a taxa de conversão do seu ecommerce.  Mostre selos de segurança Mais uma vez, quebrar a barreira da desconfiança, do medo da compra é indispensável.  Para isso, conte com um certificado de segurança SSL sempre ativo e válido em seu e-commerce. Isso garante que navegadores como o Google Chrome não sinalizem sua loja online como não segura. Outra atividade que pode ajudar é a exibição de selos em seu e-commerce. Cadastre sua loja em plataformas como E-bit e Reclame Aqui, por exemplo. Ambas são ferramentas que validam a reputação de milhões de lojas online com base na experiência dos usuários e fornecem selos de validação do nível de qualidade e confiança. Exiba estes selos em sua loja. E por falar em selos, conte também com seus parceiros e fornecedores. Intermediadores de pagamento como Cielo, Pagar.Me e vários outros oferecem este recurso para validar os e-commerces que contam com suas tecnologias. Deixe visíveis os dados da sua empresa. Insira CNPJ, endereço e telefone em seu e-commerce. Muitas lojas exibem estas informações no rodapé, o que para muitos já é suficiente para assegurar a credibilidade. Por via das dúvidas, aposte em todos estes recursos para garantir que seu e-commerce é confiável. Checkout simples e rápido Tudo certo para finalizar a compra, o cliente chegou…

Experiência do usuário, como ela aumenta seu faturamento?

Imagina só: você entra numa loja de departamento de um shopping procurando por roupas de banho, pois está com uma viagem de férias marcada. Mas, para a sua surpresa, devido às inúmeras araras espalhadas pela edificação, não consegue localizar aquilo que precisa. Você percorre os corredores, observa as sinalizações… mas tudo que enxerga são roupas de inverno. E para piorar, não encontra um vendedor que possa te ajudar. Tem frustração pior do que sair de uma loja simplesmente por não conseguir comprar aquilo que você deseja? No ambiente online, infelizmente não é raro se deparar com experiências muito parecidas com esta que acabamos de citar. A partir de uma má experiência, o usuário sai da loja da mesma forma; todavia, com poucos cliques, acessa um e-commerce que ofereça a experiência que ele deseja. E é aí que as más experiências começam a impactar negativamente no faturamento das lojas virtuais. LEIA TAMBÉM: Experiência do usuário no e-commerce, como otimizar? Antes de qualquer coisa, é importante perceber a experiência do usuário como guia para o e-commerce – desde a concepção ao marketing. Os itens do menu, as cores da loja, a posição das descrições na página de produtos, as cores dos botões… exatamente tudo que é inserido numa loja deve presar pela experiência do cliente. Por isso, nada de fazer uma loja fundamentada no achismo e no uso de modelos pré-prontos. O público é o melhor termômetro para construir um e-commerce com boa usabilidade e alta taxa de conversão. Quer descobrir como fazer isso? Te contamos algumas etapas que são fundamentais para aprimorar a experiência do cliente. Veja só. 1) Site responsivo Grande parte das transações realizadas em e-commerces provém de dispositivos móveis, como celulares e tablets. Sendo assim, a sua loja deve ser responsiva e ter um layout amigável, que favoreça a navegação. Por isso, o mais importante é fazer “o simples bem feito” e evitar recursos exagerados. A navegação deve se apresentar de forma clara ao usuário, tornando o processo de compra mais fácil e rápido. 2) Descrições completas Outro impasse enfrentado por muitos consumidores no momento de comprar pela internet é a carência de informações mais detalhadas sobre o produto almejado. Muitos empreendedores concentram seus esforços na produção de fotos impecáveis dos produtos, mas se esquecem que um bom detalhamento (em texto escrito) dos produtos pode ser um grande facilitador de compra. Em uma loja física, o cliente tem a oportunidade de se aproximar, tocar, manipular e experimentar os produtos. No ambiente digital, essas possibilidades se perdem – mas é possível, através do foco na experiência do cliente, reproduzir o sensorial necessário para a compra. Se você comercializa roupas, que tal, além de falar sobre medidas e cores, descrever as características do tecido (textura, peso, temperatura, etc.)? Com toda a certeza, os compradores se sentem mais seguros quando acessam informações mais específicas sobre o produto. Inclusive, nossa equipe preparou um conteúdo específico sobre descrições para e-commerce. Clique aqui para ler! 3) Utilize filtros de navegação Assim como aconteceu no exemplo citado no começo deste conteúdo, já pensou o quanto é desagradável não encontrar aquilo que você procura? E o pior: ser surpreendido com uma avalanche de produtos sem contexto? A título de organização, o uso de categorias facilita a experiência do usuário dentro do e-commerce e favorece, ainda, o aumento do ticket médio de compra. Isso porque, com produtos organizados por critérios, seu cliente pode, além de comprar aquilo que deseja, descobrir novos itens de interesse. via GIPHY 4) Aprimore seu site ao longo do tempo À medida que seu e-commerce ganha maturidade, as demandas vão mudando. Por isso a estruturação de uma loja virtual não deve ser definitiva; o processo de otimização com base em dados reais deve fazer parte da gestão do e-commerce. Em meio a tantas lojas virtuais, é um verdadeiro desafio conquistar a confiança da audiência. Mas com a aplicação dessas e outras estratégias, você terá mais competitividade, vendas e faturamento. Quer receber mais conteúdos como este? Assine a nossa newsletter e receba nossos novos conteúdos em seu e-mail.

Google Shopping: o que é e como utilizá-lo

Comparar e exibir produtos e indicar as melhores opções aos clientes. É essa a premissa do Google Shopping, ferramenta lançada pelo buscador em 2011 que beneficia (e muito) empresas que comercializam produtos pela internet. A grande vantagem da ferramenta é a facilidade. Através de uma busca simples o usuário consegue localizar ofertas do que procura. Se você acessar o Google agora e pesquisar o nome de qualquer produto vai se deparar com a vitrine do Google Shopping. Mas qual é o critério de exibição? Relevância! Para fisgar o usuário, o Google Shopping exibe nome, foto, preço e até descrição daquelas que considera as melhores opções disponíveis. Assim, quanto mais próximo dos olhos do consumidor, maiores são as chances de concretizar a venda. Sortudo é o e-commerce que consegue alcançar o “pódio” dos resultados de busca, não é? Mas por trás da relevância no Google Shopping existe um importante trabalho de otimização – e conteúdos patrocinados – que você vai conhecer a seguir. Como utilizar o Google Shopping? Para fazer uso da ferramenta, é necessário acessar o Google Menchant Center e fazer o envio da lista de produtos que sua loja vende. Mas atenção: o formato de envio é específico da plataforma, por isso, verifique antes de preparar a submissão. A maioria dos e-commerces já gera uma lista de produtos em formato xml com todos os dados que o Google Shopping exige. Feito isso basta completar o cadastro de sua empresa no Merchant Center com logo, cores e verificação de domínio da loja. Quando a lista estiver pronta para uso e aprovada é hora de partir para o google ads e criar os anúncios com produtos. As campanhas de Google Shopping funcionam da mesma forma que as campanhas de pesquisa ou da rede display do Google Ads. Você poderá escolher palavras-chave, segmentar público e regiões onde seus produtos poderão ser exibidos. O Google Shopping é um poderosíssimo canal de conversão online. Analise pela sua própria experiência! Você com certeza já pesquisou um produto no buscador e, a partir dos resultados exibidos, concretizou uma compra. Isso acontece com grande parte dos usuários. O Google é o buscador queridinho e suas indicações atribuem autoridade aos produtos/empresas mostrados. E, desde 2020, a exibição de produtos na vitrine não é, necessariamente, patrocinada. Google Shopping Orgânico e Google Shopping Patrocinado Yeeah! Essa é uma ótima notícia. Apesar de o Google ser muito conhecido no marketing digital pela possibilidade de anúncios pagos, o Google Shopping exibe, também, conteúdos orgânicos. Mas o que meu e-commerce deve ter para pleitear um bom posicionamento nos resultados de busca de produtos? Relevância e histórico de buscas: quem “determina” quais resultados serão exibidos nas primeiras posições orgânicas são a relevância da oferta e a adequação ao histórico de buscas do usuário. Já os anúncios patrocinados, além desses dois critérios, também levam em conta os lances de cada empresa. O que são lances? São os valores (em dinheiro, propriamente) que uma empresa investe no Google para ser exibida de forma privilegiada. Se você quer saber mais sobre como o Google Ads funciona, recomendo a leitura do artigo Anunciar no Google Ads: como começar? O Google Shopping é integrado com a plataforma de anúncios. Então é muito fácil anunciar seus produtos e criar campanhas específicas para resultados de busca. Além das pesquisas exibidas na primeira página, o usuário pode acessar o menu shopping onde conseguirá avaliar todas as opções disponíveis, tanto patrocinadas, como orgânicas. Agora você já conhece mais um método poderoso para impulsionar as vendas do seu e-commerce! Conte com a ajuda do time da RG, especialista em inbound marketing e marketing digital. Deixe sua dúvida nos comentários.Seja um case de sucesso da RG! Clique aqui e fale com nossa equipe.