Como fazer reuniões mais produtivas e assertivas na sua empresa

Em algum momento, todo empresário se depara com 1 milhão de pendências para resolver e esse acúmulo impacta diretamente no desempenho do negócio. Pois é, quando sua empresa está ganhando forma e crescendo cada vez mais não há lugar para fugir. Você irá perceber que chegou a hora de implantar processos e fazer reuniões com o time e colaboradores. Talvez em empregos antigos, já era um hábito participar desses encontros e que, algumas vezes, não tinham um objetivo de falar do negócio em si. Por esse motivo muitos empreendedores, quando criam suas empresas, evitam de aplicar reuniões como parte do processo interno de trabalho, mas é aí que mora o problema.  A reunião é algo indispensável para o desenvolvimento do time. É a partir de uma conversa aberta que planejamentos são construídos, metas são postas, soluções são discutidas, entre outras possíveis abordagens são realizadas. Então, o importante é tornar esse momento mais produtivo para que a equipe e clientes consigam perceber a organização e resolução das ações que sua empresa oferece. Reunimos alguns pontos que consideramos essenciais na hora de organizar uma reunião. Como fazer reuniões produtivas: pré-encontro Deixe a agenda compartilhada Um primeiro passo simples de planejamento é preencher sua agenda com as principais atividades do dia. Desse modo é muito mais fácil entender quais são os espaços vagos e preenchidos do seu trabalho. Mas antes de marcar uma reunião, compartilhe sua rotina para as pessoas que irão participar do encontro. Assim você evita aquele problema de “esse dia não posso” ou “estou viajando”. Existem várias ferramentas de calendário na internet que podem ser visualizadas por outras pessoas. Uma delas é o Google Calendário. Veja qual atende melhor a necessidade do seu negócio. Procure um ambiente sem interferências Algo bastante importante e que pode afetar a produtividade da conversa é o quão agradável é o lugar da reunião. Evite espaços que tenham barulho ou que haja muita circulação de pessoas. A situação requer atenção e os envolvidos podem se dispersar facilmente com interferências externas. Essa regra também vale para reuniões não presenciais. Utilize um espaço da sua casa ou da empresa que seja mais tranquilo. Estude a possibilidade de adquirir um fone de ouvido headset para diminuir ruídos. Faça uma pauta Como a reunião será conduzida? Se existe um elemento que irá mostrar para a equipe ou clientes que você é uma pessoa organizada é a criação da pauta. Reúna os assuntos mais importantes e deixe claro para os envolvidos qual será o objetivo da conversa. Sendo assim, todos conseguem se preparar melhor para o encontro e isso garante que todos os assuntos relevantes sejam debatidos. Durante a reunião Controle o tempo Todos temos que concordar que a vida de empreendedor não é fácil e que raramente existe um tempinho livre para descansar, por isso é essencial planejar o tempo de duração das reuniões. É interessante você estudar a sua agenda para determinar o período do compromisso. Ative o cronômetro do celular ou use recursos online para acompanhar o tempo. Documente os assuntos abordados Esteja preparado para anotar todas as pendências e tomadas de decisões, porque, no fim das contas, você estará fazendo esse momento valer a pena. A ata da reunião mostra para a equipe e clientes que a sua empresa está se comprometendo em solucionar os assuntos levantados na discussão. Então, escreva ou digite os temas mais importantes para depois dar um feedback dessas pendências.  Após a reunião Compartilhe o follow-up com os envolvidos Com a ata feita, chegou o momento de formalizar o pós-reunião. Chamado de follow-up no universo do marketing, o termo significa fazer um acompanhamento de um processo determinado logo após uma reunião ou apresentação de proposta. Então, crie um email trazendo esses assuntos documentados e envie para os envolvidos estarem a par da situação. Passe prazos ou estimativa de alguma resolução Último tópico e, talvez, um dos mais importantes, é de alinhar expectativas em relação às entregas, porque nada adianta se muitos temas foram discutidos e formalizados, mas eles ainda não receberam uma estimativa de prazo para serem finalizados. Seja o mais sincero possível e passe o retorno de quando aquele tópico específico pode ser concluído. Essas dicas te ajudaram? Recomendo a leitura de outros conteúdos: Como garantir a integração entre as áreas de marketing e vendas 3 motivos para investir em inbound marketing Como criar conteúdos com foco na persona

Parceria entre empresas: como desenvolvê-las

No mundo empresarial, firmar boas parcerias pode trazer diversas vantagens para ambos envolvidos A resposta para muitas das questões que permeiam as empresas possivelmente seriam obtidas através de boas parcerias. Em meio à competitividade, dar suporte – e também se apoiar – em negócios semelhantes pode ser uma boa saída para atuar de forma eficiente no mercado. Mas apesar das inegáveis vantagens de firmar parceria entre empresas, é importante ressaltar que essa ação é um novo desafio. E como tudo no mundo empresarial, requer planejamento e estratégia. Se você quer firmar parcerias sólidas, é necessário considerar as questões que apontamos a seguir. Em casa de ferreiro, espeto não pode ser de pau! Aqui, o dito popular não pode fazer sentido. Ser você deseja desenvolver parcerias verdadeiramente sólidas, é necessário preparar a sua empesa, antes de qualquer coisa. Se os produtos, serviços e persona da sua empresa estão desorganizados, possivelmente as parcerias não serão prósperas. É necessário identificar quais são as dores dos seus clientes – as que você consegue e que não consegue solucionar – para, assim, ir em busca de parcerias B2B. Lembre-se: uma parceria só pode ser intitulada desta forma quando traz resultados para ambos envolvidos. E para dar certo, conhecimento é extremamente importante. Se você ainda tem muitas dúvidas sobre o seu perfil ideal de cliente, clique aqui e assista o vídeo da Thaísa sobre persona. Atinja empresas de nichos correlatos Bons parceiros são aqueles que têm personas semelhantes à sua. Assim, os interesses também serão semelhantes, o que vai gerar bons resultados para a parceria. Se você é dono de um buffet, por exemplo, pode não fazer sentido ser parceiro de uma empresa de engenharia. Nesse caso, é mais adequado fazer parceria entre empresas do mesmo ramo, como fotógrafos, salões de beleza, etc, partindo do pressuposto de que quem está realizando um evento precisará desses outros serviços. A grande vantagem de uma parceria entre empresas é realmente essa troca de público. Assim, todo mundo sai ganhando. O que você tem para oferecer numa parceria entre empresas? Exclusividade, condições especiais, troca de divulgação… uma parceria pode ter inúmeros objetivos! O que você está disposto a oferecer? E o que deseja receber do seu parceiro? Refletir sobre essas questões com toda certeza facilita a relação e evita frustrações. Você quer ter prosperidade em suas parcerias? Essa é a vontade de muita gente. Antes de ir para a prática, que tal aprender um pouco mais sobre empreendedorismo e marketing digital? Confira nossos últimos conteúdos. Marketing e vendas: como uni-los? Qualificação de leads: um verdadeiro desafio! O que é Persona? Como definir a sua?

Marketing e vendas: como uni-los?

De um lado, a equipe criativa. Do outro, a equipe comercial. Como uni-las?! Falar de marketing e vendas é falar de uma relação de mutualismo. Para entender, retornemos aos conhecimentos de biologia. Você deve se lembrar que, na natureza, há diversos tipos de relações – harmônicas e desarmônicas – que interferem diretamente na sobrevivência das espécies envolvidas. Marketing e vendas: mutualismo obrigatório No mutualismo obrigatório, as espécies em questão dependem, uma da outra, para sobreviver. Caso a relação seja rompida, ambas correm risco de vida. Portanto, para garantir a sobrevivência, determinadas espécies se associam e se protegem, mutuamente. O exemplo parece exagerado, mas acredite: por aqui, isso não é diferente. É verdade que marketing e vendas, se não vivem uma relação obrigatória de mutualismo, não, necessariamente, morrem. Mas também não prosperam. Não crescem. Não produzem resultados. Os problemas da separação “O marketing gera poucas oportunidades!”, “O comercial não dá o suporte necessário para a qualificação dos leads!”, “O marketing entrega leads pouco maduros”… essas e outras falas são muito comuns por aí. Na prática, elas significam que ambas equipes não têm uma comunicação eficiente. É preciso repensar a relação que existe entre Marketing e Vendas na sua empresa. Por mais que pareça intuitivo, todo o processo, da captação do lead à venda, depende de ambas as partes. Lead gerado > Lead nutrido > Oportunidade > Abordagem Precisamos lembrar que leads são pessoas. E pessoas têm diferentes comportamentos, seja pelo humor ou até pelo interesse no conteúdo oferecido. Com tantas influências e informações, é impossível considerar o funil de vendas de forma tão simplória. O resultado de Marketing e Vendas pouco integrados não poderia ser outro: de um lado, a dificuldade para entregar leads quentes e, consequentemente, do outro, a dificuldade para fechar bons negócios. Se a sua empresa está passando por isso, não se preocupe: preparamos dicas para você implementar agora mesmo. 3 dicas para unir Marketing e Vendas e ter bons resultados Objetivos em comum A prosperidade de uma boa estratégia começa na mentalidade! Por mais que exerçam atividades distintas, Marketing e Vendas devem ter objetivos em comum, já que vivem uma relação de mutualismo. A comunicação é muito valiosa! O primeiro passo para unir marketing e vendas é a comunicação. Veja um exemplo: o time de marketing cria e distribui um material rico que não está gerando bons leads. O comercial está recebendo oportunidades pouco segmentadas. A solução para esse tipo de problema é a comunicação! Os feedbacks constantes são muito importantes! O processo depende de todas as engrenagens em perfeito estado para funcionar corretamente. Utilização de plataformas de integração Para garantir o estreitamento de processos, é necessário adotar plataformas que integrem ambas equipes. O RD Station possui uma plataforma de marketing completa, além de um CRM próprio. A plataforma também se integra com os principais CRMs do mercado, facilitando a transmissão de informações e identificação de oportunidades. Quer saber como funciona? Somos uma agência parceira da Resultados Digitais e somos certificados em Inbound Marketing! Converse com nossos consultores e saiba como a plataforma pode te ajudar.

LGPD, o que sua empresa precisa saber!

Saiba o que é a LGPD e como a lei pode afetar suas ações e estratégias de marketing digital Sancionada em 14 de agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer, a LGPD, ou Lei Geral de Proteção de Dados, deverá entrar em vigor em 2020. Com a chegada da nova lei, o Brasil entrará para o grupo de mais de 120 países que possuem leis específicas para a proteção de dados pessoais. Leia também:Base de leads, por que é importante construir umaDescomplicando o Inbound Marketing4 conceitos de marketing digital para adotar hoje LGPD e suas influências Europeias O texto base da lei e seus principais pontos se alinham com as diretrizes da GDPR (General Data Protection Regulation), que entrou em vigor no ano de 2018 e regulamenta a questão nos países europeus. Mas afinal de contas, o que diz a LGPD? Com abordagem similar à GDPR, a nova lei visa regulamentar a operação das organizações acerca da coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais, ou seja, o processo de geração e relacionamento com leads será impactado. A LGPD considera dado pessoal toda e qualquer informação relacionada à pessoa natural. Já o tratamento de dados refere-se à coleta, classificação, armazenamento, utilização, acesso, reprodução e controle das informações. Os Dez Princípios da LGPD Até então ainda é comum que as empresas coletem dados pessoais sem saber exatamente quais serão as finalidades. Com a nova lei, esse mindset deverá mudar drasticamente. A LGPD estabeleceu 10 princípios que visam tornar mais transparente o processo de coleta, tratamento e uso de dados pessoais, tanto para as empresas e, principalmente, para quem os fornece, ou seja, os usuários. 1 – Finalidade especificada e informada explicitamente ao titular, ou seja, deixar claro para quê sua empresa está coletando aqueles dados. 2 – Adequação à finalidade previamente acordada e divulgada. Como os dados coletados serão adequados para atender à finalidade proposta pela empresa. 3 – Necessidade do tratamento, limitado ao uso de dados essenciais para alcançar a finalidade. 4 – Acesso Livre, fácil e gratuito das pessoas à forma como seus dados são tratados. 5 – Qualidade dos dados, deixando-os exatos e atualizados. Atendendo à real necessidade no tratamento. 6 – Transparência, ao titular, com informações claras e acessíveis sobre o tratamento e seus responsáveis. 7 – Segurança para coibir situações acidentais ou ilícitas como invasão, destruição, perda ou difusão indevida. 8 – Prevenção contra danos ao titular e aos demais envolvidos no processo. 9 – Não discriminação, ou seja, não permitir atos ilícitos ou abusivos. 10 – Responsabilização do agente, obrigado a demonstrar a eficácia das medidas adotadas. LGPD na Prática, o que vai mudar? A priori, todas as empresas que coletam dados pessoais deverão mudar sua cultura. Sim, esse é o primeiro (e mais importante) passo para se adequar à LGPD. Sua equipe precisará adotar a cultura de maior transparência e responsabilidade com os dados de seus leads. Vale lembrar que a lei se aplica também aos dados offline. Por isso, organizar a papelada e criar uma rotina de constantes avaliações e atualizações se faz necessário. Um bom começo para adequar sua empresa é:1 – Identificar quais dados são coletados;2 – Separá-los e organizá-los corretamente;3 – Gerenciá-los de maneira sistematizada. Privacy By Design Empoderar o usuário. Dar a ele o controle sobre seus dados de maneira direta e gratuita sem afetar a qualidade do serviços a ele oferecidos. Em linhas gerais, privacy by design é sobre isso. É claro que existem, dentro desse contexto, as especificidades de cada serviço. Em alguns casos, a oferta de produtos ou serviços poderá ser limitada, se esses necessitarem dos dados pessoais para operar e o titular não desejar fornecê-los. No entanto, isso deverá ser explícito ao usuário no momento do aceite/contratação ou compra. Além da transparência, o privacy by design também abrange o campo da segurança e proteção de dados. Logo, as empresas deverão investir em soluções que garantam um ambiente seguro para abrigar os dados pessoais dos usuários. Bons exemplos desta prática são banners e popups que trazem consigo uma caixa de seleção onde o titular/lead clica e declara estar de acordo com a finalidade da coleta, tratamento e uso de seus dados pessoais por parte da empresa. O Encarregado de Dados Quase um guardião das boas práticas adequadas à LGPD, o Encarregado de Dados será uma figura importante nas empresas. Sua função principal é garantir que a empresa processe dados pessoais de leads (titulares de dados), fornecedores, colaboradores e quaisquer outros que mantenham relação com a empresa de maneira correta. Empresas denominadas controladoras (que decidem o que acontece com os dados) e/ou operadoras de dados (que processam e tratam os dados conforme diretrizes do controlador) vão precisar deste profissional, que poderá ser pessoa física ou jurídica. De acordo com a § 2º da LGPD, as funções do encarregado de dados são: 1 – Aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos e adotar providências; 2 – Receber comunicações da autoridade nacional e adotar providências; 3 –  Orientar os funcionários e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais; e 4 – Executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares. São mudanças que já estão acontecendo. Algumas empresas poderão ter mais facilidade para se adequar, já outras (que vendem e oferecem dados pessoais) terão de repensar toda sua cultura e propósito. E no final das contas, a LGPD deve ser vista como algo positivo para o mercado. Uma vez que vivemos na era da informação, nada mais justo que tratá-la com respeito, responsabilidade e ética. É o que desejamos para o presente e futuro. 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Como criar uma Experiência do Cliente Incrível em sua Empresa?

Cada vez mais os consumidores estão em busca de não apenas comprar produtos ou contratar serviços, mas de viver experiências. Por isso, se sua empresa ainda não pensa no cliente como principal ativo, é bom começar a repensar esta cultura defasada. Leia também: Experiência do Cliente para agregar valor à sua empresa RD Summit 2019, tendências e aprendizados Descomplicando o Inbound Marketing Focar suas ações pensando na experiência do cliente é o que grandes empresas já fazem há muito tempo. E acaba que o fazem tão bem que cada vez mais ganham destaque em seus respectivos mercados. Proporcionar uma boa experiência aos seus clientes é estar alinhado com o que o mercado exige em tempos atuais. Além disso, clientes que vivem grandes experiências estão mais propensos a compartilhá-las, ao passo que uma experiência negativa com sua marca pode render reclamações e um buzz e negativo para seu negócio. Observe o exemplo de marcas como Disney, Harley Davidson e Heineken, por exemplo, que são referências em seus mercados pelo fato de centrarem o consumidor como alvo de suas culturas. Mas neste post, mais do que observar bons exemplos, vamos compartilhar uma metodologia que usamos na RG na fase de planejamento de nossos clientes e embasamento de projetos de inbound marketing, branding e marketing digital. Revise Sua Persona Antes de mais nada é importante avaliar novamente, se é que você ainda não tem, a sua persona. Afinal de contas, você precisa conhecer muito bem os seus clientes se quiser proporcionar a eles uma experiência incrível. Por isso, esse primeiro passo de revisar a persona é o ponto de partida para a aplicação de todas as demais ferramentas de planejamento desta etapa. Além de poder revisar as dores, anseios e principalmente, a maneira como sua empresa pode resolve-las, é nesta etapa que irá identificar hábitos comuns de seus futuros clientes. Quais canais eles mais usam? Por onde se dará o primeiro contato com sua marca? Planeje a Experiência do Cliente com sua Marca Repensar o posicionamento de sua marca ou até mesmo o plano de negócios de sua empresa com foco no cliente exige muito planejamento. Um bom começo é mapear toda a jornada de compra avaliando o que seu cliente pensa, sente e espera em cada etapa. Também é um bom momento para verificar quais são os pontos de contato, ou seja, com que canais ou pessoas ele faz contato em cada etapa da jornada. E o mais importante, é hora de pensar e ter ideias de como inovar e tornar a experiência do cliente em cada etapa. O que você e sua equipe podem fazer para encantar o cliente em cada passo rumo ao fechamento de uma venda? É esse também o momento ideal para rever os canais de contato, mantê-los atualizados e em dia podem ajudar a proporcionar uma boa experiência do cliente. Experiência do Cliente com base em dados. Com a ajuda de ferramentas de automação de marketing como o RD Station Marketing, por exemplo, é possível colher e analisar dados em cada etapa da jornada de compras. Quantas vezes ele visitou seu site? Quantos e-mails abriu? Baixou algum material rico? Tudo isso e muito mais em uma página completa do perfil de seus clientes. Assim fica mais fácil e assertivo planejar ações de engajamento oferecendo exatamente o que seu cliente quer no momento certo. Um Propósito bem definido pode mudar tudo Em seu conceito de marketing 3.0 Philip Kotler, considerado o pai do marketing retrata que os consumidores do século XXI não estão apenas em busca do menor preço ou das maiores qualidades. As pessoas preferem comprar produtos ou contratar serviços de marcas que fazem a diferença no mundo. É preciso representar bem mais que isso para conquistar o suado dinheirinho das pessoas. Marcas com propósitos bem definidos tendem a conseguir fidelizar mais clientes e criar ao redor de si uma comunidade forte e atuante. Levantar bandeiras ou vestir a camisa da responsabilidade social, ou sustentabilidade são exemplos mais comuns em nosso cotidiano. Mas atente-se para definir um propósito real. Não adianta simplesmente parecer querer fazer a diferença, é necessário realmente arregaçar as mangas e por a mão na massa. Colha os Frutos de uma boa relação Um cliente satisfeito é capaz de defender sua marca, indicá-la e se tornar um embaixador. Da mesma forma que experiências ruins podem “traumatizar” seu cliente, uma experiência incrível também pode marcá-lo para sempre. Com uma relação assim tão sólida você poderá construir uma comunidade de entusiastas e promotores do seu negócio. E quem nunca ouviu a clássica frase “É mais barato manter um cliente atual do que conquistar novos”? Pois não há verdade mais palpável. Então se tudo isso não for suficiente para repensar a experiência do cliente com sua empresa, que tal esta última? Proporcionar uma experiência incrível aos seus clientes pode fazer sua marca economizar! Quer ficar por dentro deste e outros assuntos que permeiam o marketing digital? Assine nossa news e receba as novidades antes de todo mundo! Se precisar de ajuda para tornar incrível a experiencia do seu cliente conte conosco! Temos a metodologia certa para alavancar seu negócio.

Tendências de Marketing Digital para 2020

É sabido que o marketing digital tem crescido muito nos últimos anos. Graças a isso, o posicionamento de uma marca é quase inexistente se não habitar igualmente o ambiente digital e o mundo físico. Ano após ano, tendências vem e vão. Umas se tornam verdades, outras às vezes não vingam. E em 2020 não é diferente. Separamos 5 delas para você posicionar melhor a sua marca desde o início dos anos 20. Leia também: A sensibilidade que todo negócio precisa ter Círculo Dourado para encantar negócios e pessoas 4 conceitos de marketing digital para adotar hoje 1 – Pressão Ecológica Em 2020, a pressão sobre as marcas será maior. Cada vez mais as pessoas estão agregando ao seu modo de vida valores alinhados ao meio ambiente e sustentabilidade. E com isso a exigência é que as marcas também o façam. Ao contrário do que se observou nos anos 2000, onde as empresas ecologicamente corretas “lacravam” pelo simples fato de adotarem este posicionamento, a maré agora é outra. Se sua marca não pratica ações sustentáveis, não é ecologicamente correta e não advoga em favor do meio ambiente, prepare-se para a desaprovação e até mesmo o boicote de boa parte dos consumidores. É fato que as marcas que se propõem a abraçar este valor desde sempre têm muito mais vantagem agora. Em 2008, a Tesla Motors lançou seu modelo Roadster, seu primeiro super carro elétrico. A ideia de Elon Musk era dar aos carros elétricos um status de esportivos, descolados e desejados. Algo que até então não era visto. No entanto, à época, o modelo era tido como um conceito. Em 2020, a Tesla já conta com diversos modelos elétricos pelas ruas dos EUA e Europa e o Model 3 alcançou o 3º lugar na lista dos mais vendidos no Reino Unido. Se sua marca já era “verde”, bom para você, aproveite para surfar ondas maiores. Mas se ainda não é, o tempo de inserir uma cultura sustentável está quase esgotando. 2 – Humanização das Marcas Em 2020 as marcas humanizadas terão ainda mais poder. Você com certeza já esbarrou por aí com algum bom exemplo de marca humanizada. Uma das fortes tendências de marketing digital para 2020 é a criação de avatares que trazem consigo toda a personificação das marcas. Você conhece a Lu? Há algum tempo o Magazine Luíza lançou sua personagem digital que é, ao mesmo tempo, uma pessoa e a própria marca. A partir dessa criação, o branding da empresa alcançou novos patamares. Uma rápida olhadinha no twitter da Lu revela não somente ofertas da loja, valores da empresa, mas também seus gostos e sua personalidade. A Lu chegou a ser até palestrante no último ano e caiu no gosto e simpatia de quem mais importa: os consumidores. É uma maneira inteligente de se aproximar do público uma vez que relações interpessoais acabam sendo bem mais naturais e prazerosas. E já não há aquela estranheza por lidar com avatares e robôs com inteligência artificial. Google Assistant e Alexa já estão milhões de lares brasileiros. Isso sem contar a presença em smartphones, território que a Google divide com a Siri, a Cortana e tantas outras. Pense em sua marca como uma pessoa. Dê a ela sonhos, desejos, medos, desafios. Personifique tais valores na comunicação e tenha um relacionamento mais natural com seu público. 3 – Personalização de Experiências Consumidores querem mais relevância. “Me dê exatamente o que eu quero!” – Essa não é uma das tendências de marketing digital para 2020. Este desejo é quase tão antigo quanto o próprio capitalismo. Mas então por que raios ele voltou à tona em 2020? Ora, muito simples, veja quantos novos serviços por assinatura surgiram nos últimos 5 anos. Netflix, Spotify, Globoplay… Quer exemplos que não sejam streaming? Clubes de café, de vinhos, de cervejas, de comida. Que tal uma assinatura mensal que entrega sempre seus produtos de higiene favoritos? Achou essa ideia genial? Tarde demais, alguém foi mais rápido. As pessoas simplesmente se acostumaram a receber exatamente o que desejam, mas ainda há espaço para mais. É possível personalizar um pouco mais. E é o que grandes players do varejo vêm fazendo com a personalização de ofertas, por exemplo. Pra quê receber um alerta de tênis de corrida em oferta se você não pratica esportes e nunca comprou nada dessa seção? Entenda quem são as pessoas que compram da sua marca e personalize sua comunicação. Ofereça exatamente o que elas querem. 4 – Conteúdos em Áudio Sua marca ganha pontos se não exigir 100% da atenção de seu público. Conteúdo em áudio é uma das grandes tendências de marketing digital não só para 2020, foi em 2019, 2018 e até mesmo antes. Não significa que a era de ouro do vídeo chegou ao fim, mas é fato que os podcasts roubaram a cena em 2019. Ao contrário das mídias analógicas, onde o rádio fez sucesso antes e só depois a TV teve seu espaço, no marketing digital e na internet como um todo só agora o áudio é a bola da vez. Já comentei ali em cima sobre a Google Assistant e a Alexa. Pois elas são embaixadoras de outra das grandes tendências de marketing digital para esta década, as buscas por voz. Até o fim deste ano, estima-se que 30% de todas as pesquisas não usarão uma tela. Então levante bem as orelhas da sua marca e se atente ao que os consumidores estão dizendo. Em resposta, aposte nos conteúdos em áudio. É hora de criar seu Podcast. Um conteúdo mais imersivo, com maior taxa de retenção e menor investimento em produção. Sua marca pode estar em contato com seu público durante 30, 40 ou até 60 minutos ininterruptos. É tempo de ouvir e de falar. Sua marca precisa conversar com as pessoas. 5 – Marcas Transparentes Brilham Mais As pessoas querem honestidade, bom senso e transparência das empresas. Ninguém gosta de se sentir enganado ou lesado. Entregar o que foi prometido e ser honesto com os consumidores é…