Inbound Marketing para E-commerce - Destaque

Inbound Marketing para e-commerce

Inbound Marketing para e-commerce, você sabe como fazer? Já adianto que as estratégias são semelhantes àquelas que você já conhece. Afinal, o objetivo continua sendo atrair, converter, efetivar a venda e fidelizar clientes através dos conteúdos de valor. No entanto, há algumas particularidades. Continue a leitura para entender mais sobre o assunto e aprender a aplicar essa metodologia em sua loja virtual. via GIPHY Como funciona o Inbound Marketing no e-commerce? O Inbound Marketing ou marketing de atração refere-se a um conjunto de táticas para atrair e converter clientes. Lembra? Em outras palavras, é uma estratégia para conquistar clientes de maneira passiva, por meio da produção de conteúdo em diversos canais. Ou seja, a ideia é que esses conteúdos apareçam, por exemplo, no seu site, nas mídias sociais, no Google, além de outros canais, para mostrar sua empresa aos consumidores e fazer com que eles se interessem por suas soluções. O mesmo acontece no Inbound para e-commerce, isto é, você produz conteúdos relevantes para chamar a atenção da persona para a sua loja virtual. Esses conteúdos também são fundamentais para fazer um lead avançar as etapas da jornada de compra.  Afinal, é necessário nutrir os consumidores que estão aprendendo, identificando o problema e considerando as soluções antes de focar apenas na etapa final do processo. Isso porque boa parte deles ainda não está pronta para colocar os produtos no carrinho. Funil de vendas para e-commerce O funil de vendas é um modelo estratégico que mostra cada etapa seguida pelo consumidor, até realizar a compra. Ou seja, é um processo que consiste em acompanhar o cliente a partir do momento em que ele toma conhecimento de uma solução vendida pela sua empresa até o fechamento do negócio. Assim, é preciso desenhar estratégias para cada estágio do funil de vendas, que possui três etapas: Topo do funil – momento em que o potencial cliente não sabe que tem uma dor a ser sanada. Logo, ele ainda não busca por nenhum produto. Nessa fase, você deve fazer o visitante descobrir que tem uma necessidade. Além disso, também é preciso fazer com que ele tenha interesse me sua empresa para que assim, ele avance para o meio do funil. Meio do funil – nesse estágio seu futuro cliente já entende que tem um problema e está à procura de solução. Certamente ele pretende comprar um produto, mas ainda não está totalmente certo disso. É provável que ele pesquise outras soluções antes de tomar sua decisão. Logo após decidir qual produto compra, ele passa para a próxima etapa. Fundo do funil – aqui, o cliente em potencial escolhe a melhor opção e concretiza a compra, finalizando o processo. Entender o funil de vendas no e-commerce e ajuda a compreender melhor as dores do usuário para convencê-lo a comprar em seu comércio eletrônico. 5 dicas para atrair clientes com o Inbound Marketing para e-commerce Seu e-commerce precisa de boas estratégias para despertar o interesse de consumidores que estão pesquisando, mas que ainda não decidiram em qual loja online comprar. Confira algumas dicas para atrair e converter os usuários: 1 – Defina seu público e ofereça conteúdos de qualidade Em primeiro lugar, defina seu público-alvo. Ou seja, saiba sobre seu comportamento, preferências, idade, etc. Com essas informações em mãos, é hora de produzir materiais bons o bastante para encantá-los e levar naturalmente à venda. Por exemplo, webinars são ótimas ferramentas para divulgar um produto novo no e-commerce. Além disso, os eBooks também são excelentes para entregar um conteúdo mais completo. 2 – Tenha um blog e landing pages otimizadas para conversão Você também pode promover seu e-commerce por meio de um blog. Isso porque esse é um canal muito eficiente quando o assunto é atrair o público e aumentar as vendas. Lembre-se ainda de adotar táticas de SEO. Assim, seu e-commerce ficará mais bem posicionado nos buscadores. Ademais, invista também um uma landing page otimizada para conversão e leve o usuário a  clicar em um botão, fornecer seus dados de contato, assistir um vídeo, etc. Enfim, o objetivo é incentivar o visitante a executar uma ação. Antes de conferir a terceira dica para vender mais com Inbound para e-commerce, veja como criar landing pages que convertem. 3 – Aposte em automação Inbound Marketing para e-commerce Você não pode nutrir os leads da sua loja virtual sem uma ferramenta de automação. Isso porque, com ela, você pode criar um fluxo de e-mails para enviar mensagens aos usuários que fizeram cadastro em seu site. Dessa forma, você terá mais facilidade em se aproximar do seu público, preparando-os para fechar negócio com você. 4 – Gere mais tráfego para seu e-commerce Você pode obter mais tráfego de duas maneiras: orgânica ou paga. No orgânico, você não paga nada para receber um clique ou visita no e-commerce. Por outro lado, no pago, é preciso investir em anúncios para atrair pessoas interessadas. Os anúncios pagos mais comuns para lojas virtuais são o Google Ads, o Facebook Ads e remarketing. 5 – Estabeleça metas e analise os resultados Por fim, considere monitorar o relacionamento com seus futuros clientes e todos os seus pontos de contato com eles. Para isso, identifique a métrica referente a cada ponto de contato da jornada do consumidor e use-a como KPI. Assim, você terá como medir e aprimorar os resultados. Exemplo: Primeiro contato – topo do funil: aquisição de visitas Início de relacionamento – meio de funil: aquisição do lead.  Fechamento da primeira venda – fundo do funil: conversão em cliente. O que achou do conteúdo? Se quiser saber mais formas de melhorar as vendas do seu e-commerce, recomendo também a leitura do artigo Taxa de Conversão do Seu E-commerce, Como Melhorar?

Brand Persona - Destaque

Brand Persona, sua marca é uma pessoa?

Brand persona, persona, buyer persona, são tantas que você pode até se confundir. No Marketing como um todo, não apenas no digital, todas elas são fundamentais para o sucesso. Mas hoje neste artigo vamos falar sobre a persona que define o tom de voz da sua marca. Que ajudará a definir o posicionamento de sua empresa nas redes sociais e em canais de contato com o público como e-mails e chat, por exemplo. Vamos falar sobre Brand Persona e sua importância no marketing digital. via GIPHY O que é Brand Persona Antes de mais nada, precisamos esclarecer o que é uma brand persona. Você certamente já ouviu falar do Magazine Luiza, certo? Se por acaso nunca ouviu falar, trata-se de uma das maiores empresas do varejo nacional. Uma marca que decolou nos últimos anos e vem investindo em diversos setores como tecnologia, educação e criação de conteúdo digital. Pois bem, o Magalu em meio a toda essa transformação digital criou um personagem, a Lu, para representar a marca no ambiente online. A Lu é a essência da marca e traz consigo todos os valores, sonhos e características que sustentam a marca Magazine Luiza desde sua fundação. Só nas redes sociais a Lu já passa dos 25 milhões de seguidores. Números comumente vistos por influenciadores digitais ou celebridades, mas não por marcas. Pois é exatamente isso que uma Brand persona pode fazer por uma marca, torná-la humanizada. Em termos gerais Brand persona é um personagem fictício que reúne as características da marca. No entanto é importante, ao criar este personagem que valores e comportamentos sejam também definidos, uma vez que será ela, a brand persona, que irá definir se a marca irá ou não apoiar se manifestar a respeito de polêmicas e casos mais delicados. Além disso, essa personalidade irá ajudar a marca a se posicionar, algo fundamental nos tempos atuais haja vista que as pessoas querem que as marcas tomem partido, levantem bandeiras e apoiem causas. Brand Persona x Buyer persona Uma confusão muito comum ao se falar de brand persona é confundí-la com a buyer persona, por isso é sempre importante definir as diferenças entre elas. Falamos acima sobre o que é a brand persona, a seguir vamos detalhar a buyer persona: Buyer Persona A Buyer Persona também é um personagem fictício que você e sua equipe podem criar. Muitas vezes conhecida apenas por Persona no Marketing Digital ela é criada para caracterizar o perfil ideal de cliente para sua empresa. Sendo assim, a buyer persona reúne os dados demográficos e interesses que o seu público principal da marca deverá ter. Neste outro artigo você aprende melhor o que é persona e como definir a sua? Aqui neste outro te ensinamos a criar estratégias e conteúdos para a sua persona. Brand Persona, como definir? Mas o assunto é brand persona, certo? Então vamos deixar a teoria e partir para a ação. A seguir você verá os principais pontos para definir a sua brand persona. O primeiro passo é fazer um estudo aprofundado da sua marca. Aqui vale até mesmo recorrer ao bom e velho Círculo Dourado do Simon Sinek. Sim, saber o seu propósito é o ponto de partida para definir a personalidade da sua marca. Temos um post bem legal sobre o assunto que é o Círculo Dourado para Encantar Pessoas. Feito isso é hora de seguir em frente. Defina os Pilares da sua Marca Se você já sabe “o por que”, “o como” e o “o quê”, fica bem mais fácil levantar os pilares da sua marca. Imagine que você está construindo algo grandioso como o Coliseu em Roma, então as pilastras precisam ser muito resistentes. Pense nos principais valores da sua marca que darão a sustentação para tudo o que ela for construir acima disso. Essência da Marca Pilares de pé, o próximo passo é encontrar a sua essência. Quero dar um exemplo aqui da Netflix que possui um branding que dispensa apresentações. Com anos de oceano azul pela frente a marca não só construiu o seu império como também nos ensinou a consumir filmes e séries de um jeito diferente. No entanto, a marca que antes era uma locadora de vídeos, desde sempre teve essa essência de inovação ao lançar um dos primeiros serviços de entrega de filmes em casa.  Inclusive, escrevemos este artigo sobre o branding da Netflix há algum tempo e apontamos lições valiosas que podemos aprender com a pioneira do Streaming. O exemplo da Nteflix é perfeito. Observe a marca no Twitter, Instagram, Youtube ou em qualquer lugar. A essência de inovação, diversão, espontaneidade e autenticidade é a mesma. Então sua missão aqui é encontrar algo que está enraizado em sua empresa desde o primeiro dia e transformá-lo em sua essência. Promessa de Marca Nunca prometa o que não se pode cumprir. Apesar de este ser um conselho válido, a promessa de marca não se trata disso, isto é, não é algo tangível. Aqui você precisa deixar claro para o seu consumidor, a buyer persona, o que ela terá  ao escolher a sua marca e não o concorrente. Esqueça diferenciais como “atendimento personalizado” e/ou “entrega rápida”, “preço justo” e etc. Isto não é mais diferencial hoje em dia, é commodity. A sua promessa precisa estar atrelada aos seus valores de marca. A Apple, por exemplo, é fortíssima neste quesito. Sem citar as filas enormes para comprar Iphones a cada novo lançamento, a marca recentemente removeu o carregador e os fones de ouvido da caixa. Isso quer dizer que ao comprar um Iphone 13 você ainda terá que pagar mais um pouco para ter o carregador do aparelho e os fones de ouvido. Mas a promessa de marca usada pela Apple é que ao fazer isso as pessoas estarão ajudando o meio ambiente. Isso porque segundo a marca, a quantidade de gadgets sobressalentes no mundo estão comprometendo os recursos naturais para a produção dos itens complementares do Iphone. E a galera acreditou? É claro que sim, o Iphone 13 é sucesso de…

Cookies do Google chegam ao fim em 2022

Com a efetivação da LGPD no Brasil a exemplo da GDPR na Europa, a prática de coleta de dados sem a expressa autorização dos usuários se tornou um crime. E para fortalecer essa privacidade, foram estabelecidas novas regras na Lei Geral de proteção de dados (LGPD), e uma delas é que se torna uma prática invasiva quando esses dados são coletados pelos cookies sem o consentimento do usuário quando estão navegando em algum site, e por conta disso, o Google resolveu eliminar os cookies de terceiros do seu navegador. Porém, essa simples mudança vem tirando o sono de muitas empresas que realizam vendas pela internet, principalmente de muitos profissionais de marketing, que ainda não sabem o que fazer para elaborar novas estratégias de identificação de públicos. Mas não se preocupe, nesse artigo vamos esclarecer de forma didática o impacto do fim dos cookies de terceiros no marketing digital, como fazer para continuar captando o perfil ideal do seu cliente na internet e não prejudicar a receita de vendas e o faturamento do seu negócio. Então leia até o final para que você saia daqui sabendo o que fazer e se adaptar o quanto antes. O que são Cookies? Um cookie nada mais é que um pequeno arquivo de texto que contém uma etiqueta de identificação exclusiva, colocada no seu computador por um site. Neste arquivo várias informações podem ser armazenadas, desde páginas visitadas até dados fornecidos voluntariamente pelo usuário ao site. Eles servem para captar o comportamento dos usuários, identificar o perfil ideal do cliente de determinada empresa de acordo com suas ações na loja on-line ou website. Também possuem a utilidade de personalizar a navegação do usuário sendo utilizados para o carregamento de páginas dinâmicas, por exemplo. Há 3 tipos de cookies: os cookies de sessão, os cookies persistentes e os cookies de terceiros via GIPHY COOKIES DE SESSÃO/PRIMÁRIOS Esses cookies são arquivos que são deletados quando você fecha o navegador de internet. Ele é armazenado na memória temporária do computador e não é retido depois que o navegador é encerrado. Os cookies de sessão não coletam informações do seu computador e normalmente armazenam informações na forma de uma identificação que não coleta dados pessoais do usuário. COOKIES PERSISTENTES Chamados também de cookies permanentes. Esse modelo é usado para coletar informações de identificação sobre o usuário, como comportamento de navegação na internet ou preferências para um site específico. São gravados no disco rígido do computador e são apagados quando expiram em determinado tempo ou quando você mesmo realiza a exclusão. COOKIES DE TERCEIROS É aqui que está a preocupação da LGPD em proteger os usuários, pois estes cookies rastreiam você e seus comportamentos de navegação ao longo do tempo. São usados pelas empresas e profissionais de marketing para construir um perfil de seus clientes. A partir destas informações é possível a criação de campanhas de marketing personalizadas e muito bem direcionadas. A preocupação da LGPD não é quanto aos dados em si, mas quanto à forma como são coletados. A nova lei determina que as empresas deixem claro aos usuários, quantos e quais dados são coletados durante a navegação no website ou loja virtual. O que muda com o fim dos cookies de terceiros no marketing digital? O primeiro ponto é que isso irá dificultar a identificação do perfil do cliente no site. Mas não é só isso, irá dificultar também no entendimento do que eles fazem no site da empresa, quais os interesses deles na internet, o que mais pesquisam e dificultará também em enviar novos anúncios de forma específica para cada um. Isso acontecerá porque, a partir da vigência da LGPD, os dados dessas pessoas só poderão ser coletados com o consentimento prévio. Um exemplo foi a atualização referente aos usuários do IOS 14 que a Apple implementou. De acordo com um relatório de análises, 87% dos usuários da Apple não estão aceitando compartilhar seus dados com terceiros. O mesmo pode acontecer com o mercado digital inteiro, agora que essa permissão estará aplicada para todos. As métricas do Marketing Digital também deverão sofrer sem esses biscoitinhos. Isso porque tanto o pixel do Facebook Ads como as Tags de Google Analytics e Google Ads, se utilizam de cookies para saber quando o usuário faz uma compra, solicita um orçamento ou visita uma página importante no site. Agora que você entendeu bem o que são cookies, quais os seus tipos e como eles funcionam, vamos falar do que muda no Marketing Digital com o fim de Cookies do Google a partir de 2022. O que fazer após o fim dos cookies do Google? Como já sabemos, o mercado digital é um ambiente que muda rapidamente, e para se manter vivo e continuar lucrando neste mercado competitivo é necessário estar sempre se adaptando diante das novidades. Com a implementação da Apple em relação ao IOS 14, o Facebook, como sempre, não perdeu tempo e lançou um mecanismo de integração para se adaptar a essa mudança, a API DE CONVERSÕES, que junto ao pixel do facebook, consegue coletar dados das pessoas não por meio do navegador, mas por meio do servidor em que o site é armazenado e protegido. E assim como o Facebook, nós devemos nos adaptar e até mesmo nos reinventar diante desse cenário. Ainda não acabou, a seguir, iremos compartilhar algumas ferramentas e estratégias importantes para continuar no jogo. Federated Learning of Cohorts (FLoC) ou Aprendizagem Federada de Coorte (em português): o FLoC é uma alternativa desenvolvida pelo Google que tem o objetivo de continuar permitindo a segmentação dos anúncios por interesses e hábitos de comportamento on-line, mas sem aprofundar em todos os dados pessoais e privados como os cookies do google vinham fazendo. Com o FLoC é possível encontrar pessoas, de uma forma não invasiva, que possam ser seus potenciais clientes, porém, somente com base em seus interesses e comportamentos na web. Em vez de o FLoC gerar uma ID que identifica a Ana, por exemplo, que gosta de balada, torce para um time da série…

Como o frete influencia nas conversões no e-commerce

Atire a primeira pedra quem nunca acessou um site, selecionou um produto e estava decidido a fechar a compra, mas pelo valor exorbitante do frete, acabou abandonando o carrinho e deixando para depois o produto desejado. O frete alto é só um dos fatores que afastam os consumidores no momento de compra e reduzem a taxa de conversão no e-commerce. Nosso país é, geograficamente, muito amplo; o que faz com o que as taxas de entrega sejam, muitas vezes, bem salgadas aos consumidores. Mas além da distância, outros fatores como peso e volume também influenciam no cálculo das taxas de entrega. Numa situação como o exemplo, onde um cliente em potencial desiste da compra, todos saem perdendo, já que a sua loja dedicou esforço para conduzir o usuário por toda a jornada de compra e logo no checkout, quando finalmente a venda deve acontecer, surge o impasse do valor do frete. Por isso, os e-commerces devem se preparar para assegurar uma experiência de compra persuasiva aos visitantes. Neste artigo, vamos te contar como o frete influencia negativamente o seu número de vendas. Você também vai entender como driblar o problema e fazer mais gols – ou vendas! O grande vilão da conversão no e-commerce: o frete! Segundo pesquisa do Reclame Aqui, 63,9% dos entrevistados afirmaram que o alto valor de frete era motivo para não finalizar a compra. Em outras palavras, isso quer dizer que uma alta porcentagem das pessoas que chegam até o carrinho de compras desistem quando percebem o valor cobrado pela entrega. Outro fator que conta nesse momento é o prazo de entrega. Sendo assim, é necessário que o e-commerce ofereça políticas de frete mais direcionadas para seu público ideal. Grande parte das objeções são evitadas quando tem-se clientes de cidades mais próximas. Mas se a intenção é comercializar para todo o Brasil, faz sentido arregaçar as mangas e negociar as taxas cobradas, veja só: Frete grátis em valor mínimo de compra Atrair clientes com um ticket médio maior é positivo para o faturamento de uma loja virtual. Sendo assim, o frete grátis pode ser usado como um verdadeiro argumento de venda. Retirada Muitos clientes são apressados e demandam o produto de forma em tempo recorde. Um bom caminho para suprir essa necessidade é possibilitar a retirada dos produtos em um ponto físico. Além disso, é oferecida uma experiência Omnichannel aos clientes. Negociação com fornecedores Hoje, o volume de empresas que oferecem serviços de transporte de mercadorias é gigantesco. Vale entender quais são os parceiros mais estratégicos para o seu negócio, considerando os valores praticados, localização e proximidade com o seu estoque. Foco em regiões específicas Tendo em mente a base de cálculo do frete, podemos concluir que endereços mais próximos propiciam custos mais convidativos. Por isso, crie campanhas direcionadas para regiões específicas, trazendo tráfego mais qualificado para a sua loja. Leia também:

Anúncios para E-commerce, tudo que você precisa ler sobre.

Anunciar o seu e-commerce na internet é relativamente fácil hoje em dia. São várias as plataformas de anúncios no modelo self-service, onde o próprio empreendedor consegue criar e mensurar os resultados de suas campanhas. Mas, com tanta opção disponível é bem comum que dúvidas como quais são os melhores formatos de anúncios para e-commerce? Ou como escolher o objetivo certo em minha campanha? Ou ainda a clássica, quanto investir em uma campanha? Surjam na cabeça dos empreendedores digitais. Mas não se preocupe, porque neste artigo vamos mergulhar nestas e em outras questões. Você vai descobrir quais os melhores formatos, objetivos e estratégias para criar seus anúncios para e-commerce como um profissional de mídia paga! Continue lendo… E-commerce no ar, viva! Você finalmente conseguiu, criou seu e-commerce e agora sua empresa está online. Sério mesmo, chegar até aqui já é uma baita vitória. Entre as fases de planejar e executar o projeto de uma loja virtual o empreendedor aprende, e muito, a respeito de hospedagem, domínio, logística, cadastro de produtos e etc. Mas com a publicação da sua loja novos desafios surgem. O momento para começar um e-commerce é perfeito já que o mercado segue muito aquecido. Para se ter uma ideia durante a pandemia o mercado digital cresce 36% na América Latina, segundo dados da Exame. Pois bem, mas o que isso tem a ver com a mídia paga para e-commerce? Tudo a ver. Com mais e mais lojas online entrando no ar todos os dias, a concorrência também se acirra. Por isso, se você pensou que colocar a loja no ar era seu principal objetivo, melhor repensar o planejamento. Com a loja online é que começa o jogo. Tráfego para E-commerce Se engana quem pensa que no dia seguinte sua loja online vai estar bombando. A menos que você possua um domínio muito popular, na melhor das hipóteses seu e-commerce terá alguns milhares de visitantes no primeiro mês. Isso acontece porque seus produtos e páginas da loja ainda estão sendo indexados pelo Google e isso meu amigo(a), leva um tempinho. Em média, 1 ano ou mais. Se você fez tudo certo na criação de sua loja, os produtos estão com fotos bonitas, ótimas descrições e com um layout super atrativo, especialmente no mobile. E para mostrar sua loja ao mundo você precisa da mídia paga, ou o famoso ‘tráfego pago’, como dizem agora. Parece mágica, mas em 2 ou 3 dias de campanha rodando, sua loja já poderá registrar as primeiras conversões. Os anúncios para e-commerce neste início de trabalho garantem o movimento na sua loja. Porque convenhamos, não dá pra ficar esperando o Google indexar sua loja e começar a trazer tráfego orgânico de braços cruzados. Faz todo o sentido, na verdade. Pense se você tivesse aberto uma loja física ao invés do e-commerce. Como faria para que as pessoas soubessem onde é a loja? Investiria em anúncios, né? E mais, o famoso boca a boca no mundo físico é bem parecido com o tráfego orgânico no online. Leva tempo até as pessoas começarem a visitar sua loja por terem ouvido alguém comentar. Então, os anúncios para e-commerce são o passo seguinte na etapa de pós criação da sua loja. Principais Plataformas de Anúncios Como dito, existem muitas plataformas de anúncio online hoje em dia. Muitas mesmo. Algumas especializadas em formatos específicos como áudio e vídeo. Outras mais abrangentes conseguem rodar anúncios em quase todo tipo de formato. Mas há de destacar os grandes players, Facebook Ads e Google Ads. Juntas, as duas plataformas recebem em torno de U$$ 230 bilhões em investimentos publicitários anualmente via GIPHY As empresas criaram estruturas enormes para atender anunciantes do mundo todo um ecossistema ao redor. De cursos online, pagos e gratuitos a certificações para profissionais e agências parceiras. Tais certificações garantem que aqueles profissionais estão aptos a criar e gerenciar campanhas com qualidade. A gente aqui já conquistou o selo do Face, o do Google está saindo do forno. 😉 Se quiser saber tim-tim por tim-tim do Google ads é só clicar aqui e ler este artigo que escrevemos. Neste outro artigo falamos bastante detalhadamente sobre os principais formatos de Facebook Ads Se quiser, pode deixar para ler mais tarde. Vamos adiante. Os Objetivos Toda campanha de mídia paga tem um objetivo. Graças às métricas do Marketing Digital somos capazes de mensurar absolutamente tudo em uma campanha. São eles, os objetivos que nos ajudam a encontrar nossos KPIs, os indicadores chave de performance. Trazendo para o nosso universo, mais especificamente em se tratando de anúncios para e-commerce, tanto google quanto facebook oferecem objetivos diversos na hora de criar as campanhas. Alcance Sua loja é nova? Então vamos torná-la conhecida. Anúncios de alcance são ideais para quem quer criar autoridade e ter uma marca memorável. Você já se perguntou, “onde é que eu vi esse logo mesmo?” Há grandes chances de ter sido em uma campanha de alcance. No Google ads a rede de display dá conta do recado. Com ela você cria banners que poderão aparecer em diversos sites parceiros, além do Youtube, é claro. O Facebook ads é mestre no assunto já que suas redes sociais são 100% voltadas a conteúdos visuais, sejam vídeos ou fotos. Tráfego no site Trata-se do nosso exemplo acima. Para quem não pode ficar esperando o e-commerce ser indexado para receber visitas, este é o objetivo básico em qualquer campanha. No Google Ads existem as campanhas de pesquisa que são ideais para conseguir muitos cliques e visitas em questão de horas. O facebook também conta com esta opção valiosa e usa toda a sua inteligência para exibir o seu anúncio para usuários que têm maior propensão a clicar e fazer uma visita. Conversão Tá tudo muito bom, mas o que a gente quer é grana no bolso. Gerar vendas, este é o principal objetivo de qualquer e-commerce. E não é por menos que este objetivo faça parte do leque das maiores plataformas de anúncios. Quando o assunto é vender o Google Shopping brilha! Dá…

Como fazer um planejamento estratégico para e-commerce?

Planejamento estratégico para e-commerce é o ponto chave para surfar na boa maré do comércio eletrônico. Nos últimos anos, o mercado de lojas virtuais vem crescendo progressivamente no Brasil, mas a boa performance de novos projetos depende de visão estratégica. De acordo com relatório da Mastercard SpendingPulse, o e-commerce brasileiro cresceu 75% em meio aos primeiros meses da pandemia da Covid-19. Mas com o impulsionamento do segmento, surge também uma concorrência de proporção similar. Por conseguinte, parece bastante óbvio a necessidade de planejar um e-commerce. Mas no mercado digital a visão estratégica deve ser redobrada para alcançar bons resultados. Planejamento estratégico para e-commerce: por onde começar? Se você possui alguma experiência com o plano de negócios tradicional, saiba que a teoria é a mesma: o planejamento estratégico do e-commerce deve dispor as variáveis do projeto de forma organizada. O plano de negócios pode ser feito em diversos formatos diferentes a depender das preferências do empreendedor. Mas alguns tópicos são essenciais para garantir um bom resultado, como a análise do projeto, o planejamento de marketing, o planejamento financeiro e a análise do mercado. Um e-commerce de sucesso depende, além de uma proposta comercialmente viável, de um plano de ação para colocá-lo em prática. Por isso, identifique de onde o negócio vai partir, onde pretende chegar e, essencialmente, como. 7 passos para desenvolver um plano estratégico Chegou a hora de colocar a mão na massa! Apesar de parecer um processo burocrático, o planejamento estratégico do e-commerce é um verdadeiro exercício e merece dedicação.  Seja em papel ou digitalmente, recomendo que você “solte a imaginação” para construir informações que sejam coerentes com o que o seu e-commerce propõe. Confira, a seguir, 7 dicas para desenvolver o seu planejamento estratégico para e-commerce. 1) Planejamento estratégico para e-commerce: alinhamento com outros canais de venda Se você já tem uma empresa e está buscando o mercado digital como um novo canal de vendas, saiba que essa é a realidade de muitos empreendedores. Motivadas pelo isolamento social, muitas empresas encontraram no mercado online a possibilidade de expansão. Sendo assim, o planejamento estratégico do e-commerce deve estar alinhado aos objetivos da empresa como um todo. Definir metas globais e individuais para cada canal de venda é essencial para tomar decisões e analisar os resultados com mais precisão. 2) Considere todas as áreas influenciadoras O e-commerce não está isolado. Em meio às vendas digitais, há o impacto de outras áreas, como o marketing, a experiência do cliente, a logística, o mix de produtos, etc. Faça um levantamento do que é necessário para atender a todas as demandas. 3) Defina metas claras e indicadores de desempenho O sucesso é algo muito relativo e está relacionado às expectativas que você possui em relação à empresa. Por isso, para conseguir avaliar a performance da loja virtual, é fundamental ter metas bem estabelecidas (com base em dados reais e possíveis, obviamente) pois, sem parâmetros, fica impossível avaliar o que é necessário adaptar ao longo do tempo. Por exemplo: qual é a meta de faturamento mensal? Qual é a progressão ao longo de 12 meses? Qual é o ticket médio ideal por cliente? 4) Acompanhe o mercado “Um olho no peixe, outro no gato!” via GIPHY Ignorar a concorrência é uma atitude impensável se o seu objetivo é ter um negócio competitivo. Acompanhar o mercado em tempo real é a melhor estratégia para entender quais caminhos tomar e abocanhar oportunidades antes de qualquer pessoa. 5) Planejamento estratégico para e-commerce: estipule um orçamento para cada área da empresa Quanto você vai despender para custear a equipe operacional? E manter o fluxo do estoque? Qual é o budget para custear campanhas de marketing? Para o início e a manutenção da empresa ao longo do tempo, os recursos financeiros são o principal fator. Afinal, para ter um e-commerce de sucesso, simplesmente não dá para escolher entre o marketing e o estoque. É preciso de ambos. 6) Busque capacitação para você e para sua equipe Conhecimento nunca é demais e é ele quem vai preparar você e seus colaboradores para atingirem patamares mais elevados. Busque capacitação através de cursos, parcerias, consultorias, palestras, etc., para ter mais propriedade sobre o seu segmento e antecipar tendências do mercado. 7) Estruture campanhas de venda com antecedência O varejo costuma ter um grande aquecimento quando se aproximam datas comemorativas – como a black friday, o fim de ano, o dia das mães, etc. Mas para aproveitar o grande fluxo de procura, é necessário planejar campanhas com bastante antecedência. Isso porque uma boa ação de vendas se constrói com a associação de várias áreas, que vão desde o estoque até o marketing, passando pela logística e pelo atendimento. Sendo assim, a antecedência é necessária para alinhar todas as frentes da empresa. Ufa, chegamos ao fim. Como já dito, apesar de parecer essencialmente burocrático, o planejamento do seu e-commerce merece tempo, criatividade e estratégia. E com os 7 passos informados acima você pode dar início ao seu projeto e validar sua eficiência. Leia mais conteúdos sobre planejamento, marketing e vendas:

Taxa de conversão do seu e-commerce, como melhorar?

Ações de marketing acontecendo, tráfego pago rodando, visitantes aumentando, mas a taxa de conversão do e-commerce não melhora. O final do funil de vendas não acontece e seu e-commerce não está vendendo bem ou não consegue crescer. Está acontecendo isso com você? Fique até o final que vamos ajudar você a avaliar alguns pontos no e-commerce que podem fazer essa taxa de conversão aumentar e com isso você vender mais. via GIPHY Taxa de Conversão? O que é isso? Para começo de conversa, o que é a taxa de conversão? De modo geral, a taxa de conversão é a relação do número de pessoas que entram no seu site e o número de interações que essas pessoas realizam enquanto estão navegando. Pode ser uma ação de assinar a newsletter, baixar um catálogo, realizar uma compra, depende do objetivo definido pela empresa para determinada ação. Quando falamos de e-commerce os objetivos mais comuns de conversão de maneira simples são: 1º o visitante ao estar dentro da loja adicionar produtos no carrinho e 2º o visitante finalizar a compra. Com base nisso, vamos às dicas para aumentar a taxa de conversão do e-commerce: Tenha uma boa ferramenta de busca Já aconteceu de você buscar um produto em um e-commerce e não encontrar? Ou a busca retornar com algo totalmente diferente? Isso pode ser muito frustrante para seu futuro cliente, principalmente se você oferece muitos produtos no e-commerce e a busca somente pelo menu pode ser demorada. Tenha uma ferramenta de busca que funcione bem. Além disso, avalie como seu cliente busca pelos produtos para te ajudar na hora de cadastrá-los na loja. Inclusive, essa avaliação de quais produtos são mais buscados pode ajudar também na hora de comprar mercadoria, já pensou que pode ter produto sendo buscado em sua loja e não tem no seu estoque? Tenha capricho na apresentação dos seus produtos A apresentação dos seus produtos é a hora de encantar seu cliente. Na loja física o empreendedor capricha na hora de montar a vitrine, treina a equipe de vendas para explicar bem os detalhes dos produtos e se preocupa com toda apresentação da loja. No e-commerce não pode ser diferente, é preciso ter fotos que mostrem bem os produtos, uma dica legal é fazer pequenos vídeos que mostram vários ângulos ou até mesmo o produto sendo utilizado. O texto que descreve o produto também é fundamental, ele é o discurso de venda no e-commerce. Confira como melhorar a descrição dos produtos aqui Avalie a usabilidade para dispositivos móveis do seu site Que boa parte dos acessos, ou até a maioria (dependendo do segmento) é realizada através de dispositivos móveis, não é novidade. Então lembre-se de sempre testar e acompanhar como é a experiência de comprar em sua loja pelo smartphone. Teste conexões diferentes de internet e diferentes aparelhos!  Tenha um bom design na sua loja Design além da aparência, que é importante para a identidade visual da sua marca e chamar a atenção do visitante, é funcionalidade. Ter um bom design no seu e-commerce significa ser fácil de comprar, intuitivo, rápido, etc. Comprar na sua loja online precisa ser fácil para todos, nada de site confuso aqui! Não liga muito para experiência do usuário? Veja como ela impacta no seu faturamento. Leia aqui! Disponibilize vários canais de contato para seus clientes Muita gente ainda tem medo de comprar online e principalmente de lojas que ainda não conhece. Ter canais de atendimento que o cliente possa entrar em contato em caso de dúvidas ou até mesmo para passar mais segurança sabendo que se algo de errado acontecer é possível se comunicar de forma rápida e fácil, pode ajudar muito na conversão. Aqui vale pensar nos canais de e-mail, chat online, WhatsApp, etc. Mostre avaliações de outros compradores Ainda falando sobre insegurança ao comprar, seja da loja ou até mesmo sobre o produto, ter avaliações de outras pessoas que compraram é fundamental. Isso dá mais credibilidade e enriquece sua venda online. Afinal, quem não ama uma recomendação, não é mesmo? Você poderá inclusive utilizar estas avaliações como criativos em uma campanha de remarketing nas redes sociais, já que é lá onde as pessoas vão buscar recomendações de produtos e serviços. Aliás, campanhas de remarketing são ótimas para aumentar a taxa de conversão do seu e-commerce. Clique aqui para descobrir como usar Facebook e Google Ads em suas estratégias de marketing digital.  via GIPHY Ofereça condições de entrega diferenciadas Gostou do produto, se convenceu da compra, adicionou no carrinho, foi ver o prazo de entrega e frete, o que acontece? Frete mais caro que o produto! Quem nunca? Por isso, buscar sempre opções de entrega e frete diferenciadas é um desafio necessário! Muitas compras são perdidas nesta etapa, diminuindo a taxa de conversão do seu ecommerce.  Mostre selos de segurança Mais uma vez, quebrar a barreira da desconfiança, do medo da compra é indispensável.  Para isso, conte com um certificado de segurança SSL sempre ativo e válido em seu e-commerce. Isso garante que navegadores como o Google Chrome não sinalizem sua loja online como não segura. Outra atividade que pode ajudar é a exibição de selos em seu e-commerce. Cadastre sua loja em plataformas como E-bit e Reclame Aqui, por exemplo. Ambas são ferramentas que validam a reputação de milhões de lojas online com base na experiência dos usuários e fornecem selos de validação do nível de qualidade e confiança. Exiba estes selos em sua loja. E por falar em selos, conte também com seus parceiros e fornecedores. Intermediadores de pagamento como Cielo, Pagar.Me e vários outros oferecem este recurso para validar os e-commerces que contam com suas tecnologias. Deixe visíveis os dados da sua empresa. Insira CNPJ, endereço e telefone em seu e-commerce. Muitas lojas exibem estas informações no rodapé, o que para muitos já é suficiente para assegurar a credibilidade. Por via das dúvidas, aposte em todos estes recursos para garantir que seu e-commerce é confiável. Checkout simples e rápido Tudo certo para finalizar a compra, o cliente chegou…

pagina d echeckout como melhorar a sua

Página de Checkout, como melhorar a sua?

Sua página de checkout pode ser a grande estrela ou grande vilã do seu e-commerce. Um comportamento muito comum nas lojas virtuais é de o consumidor visitar o e-commerce, colocar o produto no carrinho mas ao chegar no checkout, não efetuar a compra de fato. São diversos os motivos para isso acontecer, desde a escolha da plataforma, transportadora, estratégia de SEO, poder de convencimento da loja, interface pouco intuitiva, frete caro, etc. Buscar melhorar a taxa de conversão da página de checkout é colocar mais dinheiro no bolso. Leia também: via GIPHY O que é o checkout: Basicamente é o momento em que o cliente vai até o carrinho de compras e: Confere os itens que vai levar; Digita suas informações, como nome, e-mail e endereço; Checa o preço final e prazo do frete; Escolhe o meio de pagamento e, de fato, faz a compra; Recebe a confirmação de processamento do pedido. Agora que ficou mais claro o que é o Checkout para você, vamos falar sobre como otimizá-lo. Simplicidade converte! Ninguém merece ter que ficar a vida toda preenchendo dados que nem são relevantes para aquela compra, não é mesmo?  Pedir dados em excesso, além de deixar o consumidor com preguiça, também faz com que ele pense novamente se realmente precisam daquele produto. Você não quer que sua página de checkout gere tanta incerteza nos visitantes, certo? Peça apenas informações necessárias para que as pessoas possam comprar na sua loja, como nome, e-mail, CPF e endereço, além é claro, dos dados de pagamento. Ofereça várias opções de pagamento na página de checkout: Uma grande objeção nos e-commerces é o método de pagamento. Ofereça mais de uma opção para seu cliente efetuar a compra. Não é todo mundo que utiliza cartão e não é todo mundo que tem o dinheiro em mãos para pagar um boleto, por exemplo. As formas mais populares são: cartão, boleto e atualmente PIX. *Muitos e-commerces estão preferindo o PIX do que o boleto, por ser pago na hora. Trabalhe com cupons promocionais Os consumidores também amam um cupom, por isso é essencial que sua página de checkout tenha essa funcionalidade. Os cupons desempenham um papel estratégico muito importante em um e-commerce. Você pode oferecer condições especiais na primeira compra, em promoções de lançamentos e até para quem já comprou de você (pensando em aumentar o LTV). Libere o cadastro por redes sociais: Outra forma para facilitar a vida do seu cliente é dar a possibilidade dele fazer login e se cadastrar através de suas redes sociais ou provedor de e-mail. Muitas pessoas costumam deixar suas redes logadas no navegador, por isso, essa funcionalidade acaba estimulando ainda mais o cliente a se converter, afinal facilita a vida e evita de ele ter que preencher mais um formulário. Invista em um site responsivo: Os dispositivos móveis estão com tudo. Atualmente eles já representam mais de 70% das conversões na maioria dos e-commerces. Comprar pelo celular se tornou um forte hábito dos consumidores. E como eles já estão acostumados a comprar pela tela do celular, é muito importante que não só sua página de checkout seja responsiva, mas como também, todo o seu site! Utilize certificado SSL Sabe aquele cadeado que fica na barra do navegador? Então, ele significa que o site é seguro e que as informações, como senhas e dados pessoais (incluindo o número do cartão de crédito), permanecem privadas quando digitadas naquela página. O Google Chrome até mesmo notifica os usuários que tentam acessar sites com certificados vencidos ou inválidos. Portanto, se quiser garantir mais conversões na sua página de checkout garanta ao consumidor que seu e-commerce é seguro. Não redirecione o usuário para outras páginas: E por falar em segurança, a desistência da compra, muitas vezes, acontece porque o usuário não se sentiu seguro o suficiente. Não dê a oportunidade do cliente sentir-se inseguro ou desistir no meio do caminho, mantê-lo o tempo todo em seu e-commerce, diminui o processo de compra e ainda entrega mais credibilidade. Por isso, utilize ferramentas que não façam redirecionamento para páginas externas, alongando o processo e dando mais chances do cliente pensar e desistir. Outra dica é tentar manter o layout da página de checkout sempre alinhado com o restante da loja virtual. Isso traz mais segurança e a sensação de que o consumidor realmente permanece no mesmo site e não foi direcionado para uma página externa. Mostre as etapas para o cliente: Outro grande erro é não dizer ao cliente o quanto falta para finalizar aquela compra.  Não tenha medo de passar essa informação, você precisa demonstrar transparência para que as pessoas pensem que aquele processo é bastante rápido e pode ser feito naquele momento. As melhores páginas de checkout das gigantes do varejo geralmente oferecem esse recurso e tornam essa etapa bem curta. Em apenas 2 ou 3 etapas, a compra é realizada com sucesso. Apresente uma tela de confirmação: Também é importante mostrar uma tela com a confirmação do pedido. Deste modo, você garante que seu consumidor saiba que deu tudo certo e evita que, por exemplo, ele cancele a compra ou peça estorno do valor por ficar na dúvida sobre a conclusão do processo. Feito isso é correr pro abraço e começar a trabalhar na retenção deste novo cliente. Para isso, conte com técnicas de Inbound Marketing para manter um relacionamento direto com seu público. E aí, você já utiliza alguma das dicas em seu checkout? Quer receber mais conteúdos como este? Assine a nossa newsletter e receba nossos novos conteúdos em seu e-mail.

Experiência do usuário, como ela aumenta seu faturamento?

Imagina só: você entra numa loja de departamento de um shopping procurando por roupas de banho, pois está com uma viagem de férias marcada. Mas, para a sua surpresa, devido às inúmeras araras espalhadas pela edificação, não consegue localizar aquilo que precisa. Você percorre os corredores, observa as sinalizações… mas tudo que enxerga são roupas de inverno. E para piorar, não encontra um vendedor que possa te ajudar. Tem frustração pior do que sair de uma loja simplesmente por não conseguir comprar aquilo que você deseja? No ambiente online, infelizmente não é raro se deparar com experiências muito parecidas com esta que acabamos de citar. A partir de uma má experiência, o usuário sai da loja da mesma forma; todavia, com poucos cliques, acessa um e-commerce que ofereça a experiência que ele deseja. E é aí que as más experiências começam a impactar negativamente no faturamento das lojas virtuais. LEIA TAMBÉM: Experiência do usuário no e-commerce, como otimizar? Antes de qualquer coisa, é importante perceber a experiência do usuário como guia para o e-commerce – desde a concepção ao marketing. Os itens do menu, as cores da loja, a posição das descrições na página de produtos, as cores dos botões… exatamente tudo que é inserido numa loja deve presar pela experiência do cliente. Por isso, nada de fazer uma loja fundamentada no achismo e no uso de modelos pré-prontos. O público é o melhor termômetro para construir um e-commerce com boa usabilidade e alta taxa de conversão. Quer descobrir como fazer isso? Te contamos algumas etapas que são fundamentais para aprimorar a experiência do cliente. Veja só. 1) Site responsivo Grande parte das transações realizadas em e-commerces provém de dispositivos móveis, como celulares e tablets. Sendo assim, a sua loja deve ser responsiva e ter um layout amigável, que favoreça a navegação. Por isso, o mais importante é fazer “o simples bem feito” e evitar recursos exagerados. A navegação deve se apresentar de forma clara ao usuário, tornando o processo de compra mais fácil e rápido. 2) Descrições completas Outro impasse enfrentado por muitos consumidores no momento de comprar pela internet é a carência de informações mais detalhadas sobre o produto almejado. Muitos empreendedores concentram seus esforços na produção de fotos impecáveis dos produtos, mas se esquecem que um bom detalhamento (em texto escrito) dos produtos pode ser um grande facilitador de compra. Em uma loja física, o cliente tem a oportunidade de se aproximar, tocar, manipular e experimentar os produtos. No ambiente digital, essas possibilidades se perdem – mas é possível, através do foco na experiência do cliente, reproduzir o sensorial necessário para a compra. Se você comercializa roupas, que tal, além de falar sobre medidas e cores, descrever as características do tecido (textura, peso, temperatura, etc.)? Com toda a certeza, os compradores se sentem mais seguros quando acessam informações mais específicas sobre o produto. Inclusive, nossa equipe preparou um conteúdo específico sobre descrições para e-commerce. Clique aqui para ler! 3) Utilize filtros de navegação Assim como aconteceu no exemplo citado no começo deste conteúdo, já pensou o quanto é desagradável não encontrar aquilo que você procura? E o pior: ser surpreendido com uma avalanche de produtos sem contexto? A título de organização, o uso de categorias facilita a experiência do usuário dentro do e-commerce e favorece, ainda, o aumento do ticket médio de compra. Isso porque, com produtos organizados por critérios, seu cliente pode, além de comprar aquilo que deseja, descobrir novos itens de interesse. via GIPHY 4) Aprimore seu site ao longo do tempo À medida que seu e-commerce ganha maturidade, as demandas vão mudando. Por isso a estruturação de uma loja virtual não deve ser definitiva; o processo de otimização com base em dados reais deve fazer parte da gestão do e-commerce. Em meio a tantas lojas virtuais, é um verdadeiro desafio conquistar a confiança da audiência. Mas com a aplicação dessas e outras estratégias, você terá mais competitividade, vendas e faturamento. Quer receber mais conteúdos como este? Assine a nossa newsletter e receba nossos novos conteúdos em seu e-mail.

Descrição de Produtos no E-commerce, é importante? Como fazer?

Você tem um e-commerce? Ou pretende criar um em breve? Em ambas situações, certamente você já deve ter pesquisado muito a respeito do assunto. Provavelmente já avaliou questões como estoque, plataforma, marketplaces, marketing digital, etc. Mas é muito comum empreendedores não darem tanta atenção para um detalhe muito importante: a descrição de produtos no e-commerce. Dependendo do segmento de atuação, gasta-se muito tempo e dinheiro na produção de lindas fotos e vídeos para tentar convencer o usuário a “levar pra casa” o seu produto. Contudo, a descrição muitas vezes é ainda mais eficiente na tarefa de convencer e, quando bem feita, é a peça chave para altas taxas de conversão no e-commerce. Descubra a importância de uma boa descrição de produtos no e-commerce e antes do fim, aprenda a criar descrições eficientes em sua loja virtual. Leia também Mídia paga para e-commerce: 3 ótimas estratégias E-mail marketing: como usar e vender mais Inbound marketing em 2021: 3 motivos para investir A Importância da Descrição de Produtos Quando você visita uma loja como é a sua experiência de compra? Você pode tocar nos produtos, ler as embalagens, sentir o peso e comparar com outros. Além de tudo isso, dependendo da loja, você ainda tem um vendedor pra te explicar tudo. Já no e-commerce, a experiência é diferente. Apesar da possibilidade de comprar de qualquer lugar, toda essa experiência de compra fica comprometida. Você não tem ali todos os recursos citados acima para te auxiliar nas escolha da melhor opção. É neste ponto que uma boa descrição de produtos no e-commerce pode auxiliar e trazer um pouco dessa experiência para o online. Experiência do Usuário As pesquisas indicam que, em média, 87,4% dos usuários buscam em outro site quando não encontram informações relevantes sobre ele em uma página de produto. Isso indica algo óbvio, ninguém compra algo sem saber o que é. Por vezes nos deparamos com páginas de produtos com apenas fotos e pouquíssimas informações. A imagem pode até valer por mil palavras, mas não consegue sozinha convencer alguém a comprar. Isso acontece porque o usuário chega na página de produto com uma dor. Essa dor pode ou não ser sanada por este produto. Mas o fato é que ele só saberá disso se estiver bem claro quais são as vantagens e benefícios de se adquirir aquele produto. Descrições que informam e educam Tome como exemplo uma loja de materiais elétricos. Você precisa comprar uma tomada para ser instalada em sua cozinha, para ligar o micro-ondas. Você logo pesquisa no google e chega numa página com essa descrição de produto: “Tomadas de energia 20A tem plugues com pinos mais grossos (4,8mm) e é recomendado para conectar equipamentos que exijam maior capacidade. A capacidade da corrente total dos equipamentos conectados não deve exceder 20A. A potência máxima em 127V, é de 2540W e em 220V, de 4400W“ Note como as informações estão de encontro com a sua dor, “ligar o micro-ondas”. A descrição não apenas fala do produto, mas também ensina de maneira prática que a tomada de 20a tem plugues para pinos mais grossos. Exatamente iguais aos pinos do seu micro-ondas. Se você não é eletricista pode ser que tenha chegado essa página de produto sem saber sobre essa questão do plugue, tampouco saberia sobre as capacidades de potência. Descrições que otimizam a experiência de compra Imagine agora que você precisa comprar uma short jeans. Novamente faz a busca e acessa na página com a seguinte descrição de produto: “Um básico diferenciado que você precisa. O short é feito no jeans claro, possui passante para cinto, fechamento regular por zíper e botão metalizado, três bolsos frontais e dois bolsos traseiros. Sua barra é dobrada, dando aquele toque vintage à peça. Acompanha cinto removível, também no jeans, com fivela quadrada e níveis de ajuste. Como usar: Sem dúvida alguma, esse modelo fica perfeito para um look casual cheio de estilo. Um item essencial e versátil que combina com qualquer modelo de blusa, e pode ser usado tanto em um look dia como em um look noite.“ Lembra que falamos acima que o online tem suas vantagens mas perde um pouco na experiência de compra? O que a descrição deste produto faz é justamente preencher a lacuna de não poder experimentar a roupa antes de comprar. Sequer colocamos a foto aqui e apenas com a descrição você já sabe que: O short é feito no jeans claro; Possui passante para cinto; Fechamento regular por zíper e botão metalizado; Três bolsos frontais e dois traseiros; Agora feche os olhos e veja a peça de roupa se materializar na sua mente. Mágica? Não, texto bem escrito. Outro trecho que otimiza a experiência de compra, é o como usar. Você pode combinar com qualquer modelo de blusa e pode usar tanto em looks do dia quanto da noite. Há ainda na página do produto detalhes como medidas, composição de materiais e outras dicas para vestir bem essa peça. Uma boa descrição despensa qualquer provador. Descrição de Produtos no E-commerce e o SEO Todo bom texto deve ser escrito para alguém específico. Ao fazer as descrições de seus produtos, tenha sempre isso em mente. Contudo, os buscadores como Google e Bing costumam beneficiar páginas de produtos com boas descrições. Estamos falando do bom e velho SEO. Só que ao longo dos anos essa técnica veio se atualizando, junto com as inovações nos motores de busca. O Google, principalmente, tornou seu sistema de pesquisa mais “humanizado”. Com isso, não basta mais repetir a palavra-chave de maneira desenfreada ao longo do texto. É preciso criar um contexto, usar sinônimos e palavras que se relacionem com o termo principal. Em suma, as descrições de produtos mais bem feitas ganham maior relevância nos resultados de busca. Então você consegue matar dois coelhos com uma cajadada só. Escreva descrições de produtos que convençam, informem e encantem os visitantes. Mas como fazer para escrever boas descrições? Como fazer uma boa descrição de produto? Escrever bem demanda prática! Se colocar no lugar de quem…