CRM, vale a pena investir

CRM, vale à pena investir?

Vender! É pra isso que o seu negócio existe, ora bolas. Pense bem: se sua empresa parar de vender, quanto tempo de “vida” ela terá até ter de fechar as portas de uma vez?! Sim, são as vendas que fazem o jogo seguir e o mercado girar. Sua empresa vende para seus clientes, mas também compra de fornecedores, que por sua vez compram de outras empresas. Por isso o foco é sempre continuar vendendo. Mas como vender mais e melhor? Com apenas 3 letras: CRM.  Essa sigla é, ao mesmo tempo, um conceito e uma ferramenta poderosa que pode ajudar seu negócio a ir além e transformar não só o seu processo de vendas, mas também a cultura do seu negócio. Quer ver? Então continue lendo e descubra tudo sobre o CRM. CRM, o conceito A sigla vem do inglês (Customer Relationship Manegement), o que seria a Gestão de Relacionamento com o Cliente. E o que poderia ser mais importante para sua empresa do que os clientes? Vivemos a era do cliente. Empresas, serviços, produtos e soluções são criados orientados aos clientes. A maioria com enorme sucesso de mercado. E proporcionar uma experiência incrível ao seu cliente pode ser o grande diferencial do seu negócio. Para isso é preciso criar uma cultura em sua empresa que realmente se preocupe, em todas as etapas, a se relacionar com os clientes. É onde o conceito de CRM toma forma, pois de nada adianta ter estratégias de marketing encantadoras se o contato direto com os vendedores e o time de atendimento da empresa não estiverem alinhados à proposta de oferecer excelência. Se engana o vendedor que em pleno século XXI acha que o seu trabalho é apenas vender. As vendas são sim, sua principal meta, no entanto, uma venda consultiva pode fazer toda a diferença no LTV (Life Time Value) da empresa. O comportamento padrão das empresas Tradicionalmente, após o fechamento da venda, os contatos entre empresa e cliente se dão em apenas algumas ocasiões como: reclamações, dúvidas, sugestões, recomendações ou elogios. Quase todas as vezes a iniciativa é tomada pelo cliente, e a empresa então o retorna. Observe bem: como a sua operadora de telefonia ou o provedor de internet se relaciona com você? Com a exceção de informes promocionais, quando foi que a empresa entrou em contato para antecipar alguma necessidade sua? Pois é exatamente esse comportamento que o conceito de CRM transforma. Para ter uma cultura de excelência centrada no cliente, sua marca deve deixar de ser reativa e se tornar proativa em diversas situações. Antecipar as necessidades e solicitações mais comuns que os clientes fazem pode ser o ponto de partida para oferecer uma experiência mais completa. E uma vez que o cliente se torna o porque de todas as ações, sua empresa terá uma nova cultura que engloba a marca como um todo. CRM, a ferramenta Com o conceito em mente, compreender a ferramenta se torna bem mais fácil. A ideia do CRM em si é organizar as etapas e ações de relacionamento com leads, oportunidades e clientes. Os tradicionais cursos de venda possivelmente podem ter pincelado parte desta cultura de CRM ao trazer ferramentas de vendas como planilhas de gestão, ou próprias ferramentas de CRM. De fato, o ato de se relacionar com os clientes é prática comum dos melhores vendedores. No entanto, a ferramenta de CRM veio para organizar melhor e democratizar o relacionamento com clientes. Imagine que sua empresa possui dois vendedores, ambos competentes e empenhados em bater suas metas de vendas. Contudo, ainda não há implementada uma boa ferramenta de CRM, cada vendedor tem sua planilha de acompanhamento onde salvam um histórico dos contatos e necessidades de cada lead. Um de seus vendedores está em um processo de vendas quente com um possível grande cliente. Eis que no dia de uma reunião importante onde este vendedor poderia “bater o martelo”, uma gripe o impossibilita de realiza-la. E aí? O que fazer? Todo o histórico de relacionamento com este possível grande cliente está em seu notebook, que é levado para casa a fim de atualizar as informações e detalhes. Uma ideia seria colocar o outro vendedor na negociação, contudo, um briefing para entender as necessidades e dores do possível novo cliente só seria possível com a planilha do vendedor que ficou doente. Um CRM em nuvem poderia ser a solução prática para este problema. Há no mercado diversas opções com possibilidade de anotações, lembretes, anexo de documentos e todos detalhes relacionados a cada lead. Compartilhando as informações com o time de vendas, todos estariam alinhados com toda a negociação, assim qualquer vendedor poderia participar da negociação sem problemas. Ótimos CRMs disponíveis no mercado Com a modernização dos negócios e práticas de vendas, as ferramentas de CRM vieram, ao longo dos anos, ganhando novas e importantes atualizações. Novas funções, metodologias e maneiras de organizar e gerir o relacionamento com leads e clientes. Separamos aqui algumas das principais opções disponíveis no mercado. A maioria com planos gratuitos, mas também com versões mais robustas caso tenha uma equipe maior ou necessidades específicas em sua empresa. RD Station CRM Talvez o caçula da turma que vamos elencar aqui. o RD Station CRM é perfeito para quem já utilizar o RD Station Marketing e deseja unir as duas ferramentas. Com ele é possível montar seu pipeline facilmente e aproveitar a integração com mais de 30 apps e ferramentas web como Trello, Agenda Google e Whatsapp. Entre os recursos se destacam a possibilidade de envio de e-mails e realização de chamadas de dentro do próprio RD Station CRM e mesmo no plano free o número de usuários e contatos são ilimitados. E a ferramenta ainda possui um app disponível para Android e IOS para te ajudar na gestão do CRM de onde estiver. Pipedrive Um dos grandes nomes do mercado quando o assunto é CRM. O Pipedrive é uma das ferramentas mais utilizadas para gerenciar leads e clientes. Com uma plataforma cheia de recursos, ele também permite a realização de…

Descomplicando o Inbound Marketing

“Ah, mas esse negócio é muito complicado. É coisa para vocês, jovens, ou então pro pessoal do departamento de marketing.” Quem nunca ouviu objeções como essa no ambiente corporativo? O tal do inbound marketing passou de ilustre desconhecido a famosinho do momento. Nos últimos 5 anos, então, nem se fala! E mesmo agora com o inbound, ou como muitos dizem, o marketing de atração na boca do povo, muita gente não entende ou tem preguiça de conhecer esse rapazinho. Mas o fato é que todo mundo que empreende ou deseja ter um negócio próprio ou até já possui anos de experiência em uma grande empresa consolidada precisa entender nem que seja um pouquinho sobre o assunto. Por isso, hoje estamos aqui descomplicando o inbound marketing. Este post é para você que não sabe o que é lead, segmentação ou não faz ideia se landing page é de comer ou passar no cabelo. Vamos nessa? Descomplicando o Inbound Marketing: Os principais termos Primeiramente é importante conhecer o pessoal que faz o inbound acontecer. Mas pode ficar tranquilo que, apesar dos nomes diferentes, eles são gente boa. Lead Ahhhh, o lead! Ô nomezinho desejado. Lead é todo e qualquer visitante do seu site que você pode se conectar diretamente, ou seja, alguém que foi até o site e deixou os dados de contato. Nome + email ou telefone. É muito importante ter uma boa base de leads e se relacionar com eles. A gente tem um post bem completo sobre esse assunto: Base de Leads, por que é importante construir uma? via GIPHY Landing Page Traduzir esse nome ao pé da letra ajuda bem a entender o seu conceito: página de pouso ou aterrissagem. É onde os visitantes poderão pousar e preencher um formulário de contato para solicitar um orçamento de seus produtos, serviços ou ainda baixar algum conteúdo. Uma característica das landing pages é não possuir menu de navegação como as páginas comuns do site. Isto porque o intuito dela é bem claro, transformar visitantes em leads, logo, ao chegar em uma landing page, o visitante tem apenas 2 opções, preencher o formulário e se tornar um lead ou fechar a página. Adivinha?! A gente também tem um post sobre landing pages, olha ele aqui: Landing Page, o que é e como usar? via GIPHY Conversão Não, não é uma conversa longa (péssima piada). Conversão é uma ação importante que um visitante ou lead realiza numa landing page ou no site mesmo. Preencher um formulário, solicitar uma ligação, baixar um material rico, enfim, uma atividade que demonstre interesse na sua marca e que possa ser registrada por algum plugin ou ferramenta de automação de marketing. Material Rico ou Material Isca Pode ser um e-book, uma planilha ou algum arquivo que seja útil ou tenha um conteúdo muito interessante para sua persona. Geralmente os materiais ricos ou iscas ficam disponíveis para serem acessados após uma conversão numa landing page, por exemplo. Daí o nome material isca. Os materiais ricos estão sempre bem alinhados à estratégia de transformar visitantes em leads. Popup Sabe aquelas janelinhas que aparecem quando você já ia fechar o site? Elas são as polêmicas popups. Uns amam, outros odeiam. Se você ainda não faz inbound marketing pode ser que não goste muito. Algumas pessoas acham muito invasivas, mas é tudo questão de contexto, bom senso e criatividade na hora de criar as popups. Elas servem, basicamente, para direcionar o tráfego de uma página para outra específica. Geralmente estão posicionadas em páginas que são mais visitadas. Uma boa estratégia é usá-las para levar o tráfego da home page para uma landing page, por exemplo. Lead Qualificado Agora que você já sabe o que é um lead é mais fácil entender o que é um lead qualificado. Trata-se daqueles leads que estão sempre interagindo com seus posts em redes sociais, abrindo seus e-mails e visitando sempre o site. Eles estão engajados com sua marca e seu conteúdo tem agradado. Falta só um empurrãozinho para eles se tornarem oportunidades. Oportunidades São efetivamente oportunidades de venda ou fechamento de negócios. Se essas oportunidades percorreram o funil de vendas, seus vendedores terão mais facilidade em ter sucesso, uma vez que já conhecem sua empresa, possivelmente suas soluções e as vantagens em fechar negócio com você. Em marketing digital dizemos que o trabalho que realizamos é o de colocar os vendedores na cara do gol, isto é, tornar as oportunidades tão fáceis de concretizar em vendas quanto marcar um gol sem goleiro. Por isso, marketing e vendas precisam vestir a mesma camisa: a da sua marca! via GIPHY Métricas Pois bem, as métricas aparecem aqui quase no final, mas em um bom projeto de inbound marketing, elas devem ser definidas no planejamento, ou seja, no início do projeto. Basicamente são os números que dirão se a estratégia funcionou ou não. Temos um post super completo sobre métricas? Temos sim… Métricas do Marketing Digital São os resultados obtidos com as ações realizadas. Quantos visitantes conseguimos atrair para o site? Quantos novos leads geramos este mês? Quantas oportunidades? E o principal, quantas vendas? Mas essas são as métricas do funil de vendas. E por falar nele… Descomplicando o Inbound Marketing – Funil de Vendas O funil de vendas no inbound marketing é ao mesmo tempo um termômetro e uma bússola. Um termômetro por ser responsável por apontar os números em cada etapa do projeto. Sua estrutura consiste em um funil mesmo, onde a parte maior (superior) ilustra os visitantes do site e a menor, embaixo, ilustra as vendas. No meio do caminho estão as etapas de lead e oportunidades. Então o funil apresenta os números exatos de visitantes, leads, oportunidades e vendas. Com isso é possível mensurar todo o processo de aquisição de clientes e saber em qual etapa está o gargalo, onde é possível otimizar ou ainda se é preciso atrair mais visitantes para movimentar mais as etapas seguintes do funil. Ele também pode ser uma bússola do projeto, pois norteia grande parte dos conteúdos…

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Automação de marketing: saiba como investir nesta estratégia

Aprenda sobre automação de marketing e como a estratégia pode dar o boom em sua empresa Quando falamos em marketing digital, logo surgem nomes de diversos conceitos e estratégias. O mercado está se ampliando cada vez mais para atender às novas demandas das empresas e, principalmente, dos novos perfis de clientes. Uma automação de marketing é construída de acordo com os interesses e necessidades dos clientes (assim como o inbound marketing, por exemplo.) É obrigatório estruturar qualquer estratégia de marketing digital refletindo sobre a(s) persona(s) de um negócio. A automação de marketing possibilita atingir potenciais clientes de forma individualizada Cada indivíduo possui necessidades e dúvidas distintas, e a automação de marketing possibilita lidar com todos estes perfis de forma simplificada. Isso quer dizer que é possível acompanhar e agir de forma personalizada com o público. A médio-longo prazo os resultados são notáveis no aumento das vendas e fidelização. Como iniciar uma automação de marketing A estratégia é complexa e requer um planejamento à risca. Inbound Marketing Compreender o inbound marketing é obrigatório para quem deseja iniciar uma automação de marketing. No inbound marketing são utilizados inúmeros recursos para estreitar o relacionamento com o cliente. Postagens em blog, materiais ricos e e-mail marketing são alguns dos componentes do marketing de atração. Mas, lembre-se: todos os recursos devem estar em conformidade com as necessidades dos clientes em potencial. Captação de leads Ao disponibilizar um material rico, construa formulários personalizados e solicite informações que sejam relevantes. Assim, será possível identificar com qual perfil de lead você está trabalhando e agir de forma personalizada. Os materiais ricos se posicionam no meio-fundo do funil, ou seja, espera-se que o lead já tenha certo relacionamento com a empresa. Por isto, pedir informações específicas nos formulários é uma atitude muito inteligente. Ele já conhece a empresa e esta prestes a realizar uma compra, então, não hesitará em fornecer informações mais específicas. E-mail marketing Base de leads construída? É hora de investir em e-mail marketing. Aproveite este canal para ofertar novos conteúdos e ofertas. Sempre refletindo sobre as necessidades de cada lead. É neste momento que a automação começa a oferecer suas vantagens Imagine que estamos lidando com um e-commerce de moda. Nesta empresa há roupas e calçados para o público masculino e feminino. A loja possui, também, um blog onde dá dicas de estilo para ambos públicos. É provável que para o público masculino não seja interessante receber ofertas e conteúdos para o público feminino. E vice-versa. Neste caso, a segmentação é importantíssima, e a automação de marketing pode ajudar. A partir de informações coletadas com formulários é possível criar segmentações de acordo com o perfil e interesses. Logo, as roupas e dicas sobre moda masculina iriam apenas para os homens, aumentando a possibilidade de venda. A automação de marketing é um trabalho constante Assim como qualquer outra estratégia de marketing digital, a automação exige constância. Um planejamento bem estruturado é essencial para aumentar as vendas e converter leads em clientes. A recorrência é um fator decisivo para a obtenção de bons resultados. Acompanhe os feedbacks dos clientes de perto, avalie os resultados e estruture as próximas ações. Alguns dados a serem analisados no e-mail marketing, por exemplo, são as taxas de abertura, as taxas de clique e compra. Assim é possível mensurar se a automação é eficaz ou se é preciso fazer mudanças. Vantagens Maior geração de leads – atraia uma quantidade superior de potenciais clientes através dos materiais disponibilizados; Maior qualificação de leads – contribua com a equipe de vendas captando informações valiosas sobre os leads; Identifique potenciais clientes – saiba o momento em que a empresa e o lead derem o famoso match; Reduza o CAC – dedique-se aos clientes que estão em fundo de funil e evite perda de tempo motivada por desqualificação. Deseja investir em automação de marketing para a sua empresa? Conheça o trabalho da RG!

Landing Page, o que é? E como usar?

O universo do marketing digital é repleto de conceitos e estratégias para captar clientes e vender mais Se o seu objetivo é gerar leads, a landing page é um dos recursos mais recomendados. Através dessa estratégia é possível captar informações relevantes sobre os seus clientes de interesse, oferecendo, em troca, algum tipo de material. É sobre essa estratégia que iremos conversar hoje! Leia também: Círculo Dourado para encantar pessoas E-mail marketing: como usar e vender mais De forma mais ampla, a landing page (ou página de destino) é a página que o usuário acessa quando busca por determinado conteúdo no google. Mas no marketing digital ela está no grupo dos recursos para gerar conversão, especificamente. Gerar uma base de leads <3 Como o próprio nome já diz, o artifício consiste em uma página criada para gerar cadastros, oferecendo, em troca, algum material relevante para quem se inscrever. Os componentes da landing page Uma página de aterrissagem requer alguns componentes básicos. São eles: Título e subtítulo: estima-se que 8 em cada 10 pessoas leiam apenas o título. Por isso esses dois componentes são fundamentais. São eles quem vão chamar atenção do visitante e incentivar a conversão. Imagem: deve estar relacionada com o conteúdo da landing page. Há diversos bancos com imagens gratuitas disponíveis para utilizar. Descrição: é o espaço dedicado a resumir o que o visitante encontrará no material em questão. Destaque os principais tópicos do material (os que chamarem mais atenção). Formulário: é a área que contém os campos para preenchimento, indispensável. Call to action: (ou chamada para ação) é o botão que conclui a conversão. Use cores e estilos chamativos. Nome e e-mail são suficientes? Depende. Em alguns casos, sim. Mas se você precisa de mais informações para melhorar ainda mais a qualidade dos conteúdos disparados, vá em frente. Só não vale pedir informações pessoais como CPF e RG. 🙂 É sempre válido avaliar o estágio do funil de vendas em que o visitante se encontra. Por exemplo, se for uma landing page que oferece um teste grátis do seu produto ou ferramenta, então o seu visitante está próximo da decisão de compra. Neste caso em específico e se necessário, é plausível solicitar dados pessoais como CPF e RG. Clique aqui e conheça um exemplo de landing page. Planejar é o verbo Como toda estratégia, planejar é o verbo principal quando nos referimos à landing page. Desenvolva pautas específicas para cada página de aterrissagem criada. Criar, testar, analisar As ações em marketing digital partem de um caráter experimental, dependendo de análises. Por este motivo, é importante investir em testes A B. Ofereça conteúdos variados, entendendo os números e avaliando outras possibilidades. O acompanhamento constante dos resultados é essencial. Não se esqueça! Os principais dados a serem analisados são: Número de visitantes: quantas pessoas acessaram a landing page? Taxa de conversão: qual é a taxa de visitantes que se cadastraram? Número de leads: quantos visitantes se cadastraram? Canais de conversão: de onde os visitantes vieram? A landing page no funil de vendas… O funil de vendas é um recurso que visa acompanhar o seu potencial de cliente desde a descoberta à efetivação da compra A landing page se encontra no meio-fundo do funil. Em geral, as pessoas que vão se interessar pelos conteúdos oferecidos nestas páginas já estão “meio caminho andado” no processo de descoberta. Os leads que chegam através desta estratégia tendem a serem potenciais clientes para o seu negócio, porque eles já se interessam pelo que você tem a oferecer. Como divulgar Use os demais canais digitais em que a marca está presente para divulgar o link da landing page. Redes sociais e e-mail marketing são ótimos aliados nesse sentido. Crie uma Pop Up no seu site com redirecionamento para a página de interesse! Esperamos que o conteúdo seja útil para potencializar suas ações de marketing digital! 😉 Se precisar de uma ajudinha, clique aqui e fale conosco.

e-mail marketing

Email marketing: como usar e vender mais

Fora de contexto? Que nada! Relacionar é a palavra-chave do email marketing! Muitas pessoas acreditam que esse tipo de estratégia está ultrapassada, mas muito pelo contrário: os emails não perderam espaço para as redes sociais. Por mais que elas tenham crescido cada vez mais e sendo canais bastante assertivos para o marketing digital, o e-mail marketing ainda é uma das melhores opções para manter relacionamento com clientes. Leia também: Nada de pensar que os emails estão ultrapassados, mude sua opinião urgentemente pois pode ser ele o responsável pelo próximo boom do seu negócio! Está convencido de que o email marketing pode ajudar? Entenda como começar. 95,2% das pessoas que possuem endereço eletrônico acessam suas caixas de mensagem diariamente Possua uma base de leads Possuir os endereços eletrônicos dos seus clientes é o primeiro passo para investir em e-mail marketing. Se você ainda não possui essa base de leads, uma boa solução é promover uma campanha de captação desses contatos, oferecendo descontos e conteúdos exclusivos. Se você vende em uma loja virtual, investir em uma página de cadastro para newsletter é um artifício simples que pode te ajudar na captação de emails. Quando alguém fornece o e-mail pessoal para você, você recebe a confiança e tem pessoas interessadas em seu trabalho. Não desperdice essa chance! Ofereça conteúdos interessantes O conteúdo das mensagens pode ser muito diverso e o mais importante é não focar apenas nas promoções. Intercale e-mails de ofertas com conteúdos relacionados ao seu produto, por exemplo. Um e-mail, assim como qualquer outra ação, precisa oferecer algo de útil à pessoa. Reafirmar o quanto a sua marca é legal o tempo todo com certeza não é a melhor alternativa. via GIPHY Nada de spam, hein? Não existe nada mais desagradável do que ter a caixa de entrada lotada com mensagens que você nunca pediu pra receber. O spam prejudica a imagem da sua empresa e vai provocar efeito contrário: rejeição. 77,2% das empresas utilizam o e-mail marketing em suas estratégias Analise os resultados! Já falamos muito sobre a importância do estudo dos resultados, e no e-mail marketing esse passo é essencial. A mensagem chegou com sucesso aos destinatários? Eles interagiram com o e-mail? E a taxa de rejeição? Aperte os cintos! Essa pode ser a chance da sua empresa decolar. É melhor apertar os cintos, arregaçar as mangas e se preparar pra vender muito mais com o e-mail marketing. Lembre-se sempre daquilo que a gente sempre enfatiza: não desista na primeira vez. Até mesmo a falta de retorno é um termômetro para o sucesso. Precisa de ajuda com essas e outras ações de marketing? Entre em contato conosco clicando aqui! Continue acompanhando o nosso #blog e receba conteúdos exclusivos sobre marketing digital, empreendedorismo e inovação.

Agência de Marketing Digital. Como escolher?

Veja como escolher a sua agência de marketing digital dos sonhos! Chegou a hora de dar o passo seguinte e investir em marketing digital! No entanto, você precisa de uma agência especializada no assunto mas não entende bulhufas ou vagamente sobre ações digitais. E aí vem a dúvida, como escolher a agência de marketing digital ideal para a sua empresa? O primeiro passo é olhar para dentro. Avalie com calma em seu plano de negócios como o marketing deve ser trabalhado. Quais são os principais objetivos? Como o seu produto ou serviço deve ser promovido? O passo seguinte é traçar uma meta. Mas lembre-se bem de que metas tem que ser quantificáveis em números. Se deseja ampliar o seu negócio defina em números. Quer ampliar o mercado? Quantifique. Estes serão os principais KPIs da sua estratégia de marketing digital. Meta definida, é hora de escolher a agência de marketing digital dos seus sonhos! Que vai fazer o seu negócio bombar na internet. Mas como fazer? Quais critérios avaliar? Separamos 7 quesitos fundamentais para avaliar e escolher uma boa agência de marketing digital: 1 – Avalie a Reputação da Agência É como diz o ditado: “Me diga com quem andas e te direi quem és”. É muito importante saber exatamente com que agência de marketing digital você está lidando. Sabemos que o marketing digital está em alta e que é um mercado relativamente novo. Como em qualquer segmento há empresas e profissionais não qualificados, ou pior ainda, mal intencionados. Por isso é fundamental avaliar os seguintes pontos: História da agência e como ela chegou até onde está hoje. Certificações e parcerias (Certificada ou parceira do Google, Facebook ou outra empresa referência no segmento?) Premiações (porque não?) Notícias na mídia Clientes atendidos (Você conhece alguma empresa no portfólio da agência?) 2 – Onde a agência está localizada? Apesar de ser uma agência de marketing digital (ênfase em digital), é bom saber onde a empresa está instalada. Não é via de regra, mas uma precaução extra. Além de legitimar a agência, também facilita em casos de reunião com os profissionais, ou mesmo para conhecer a estrutura que irá atender à sua marca. Mas como dissemos este é um ponto que não tem tanto peso assim. Praticamente todos os conteúdos e serviços prestados pelas agências de marketing digital poderão ser avaliados e aprovados (ou não) à distância. Dessa maneira se a localização da agência não for primordial para a sua decisão, considere empresas que estejam fora de sua região. 3 – Dê uma olhada nos cases de sucesso! Ah sim, muito importante avaliar as histórias com final feliz proporcionadas pela parceria entre agência e clientes. Dê preferencia aos cases de sucesso do mesmo segmento da sua marca. Geralmente as agências de marketing digital destinam um espaço de seus websites para esta finalidade. Mas esta também não são todas que o fazem e isso, seja por ser muito jovem e (ainda) não ter um case para mostrar ou por escolha da empresa. Nestes casos é válido fazer um contato e solicitar ao pessoal do atendimento que enviem os principais resultados obtidos para clientes através de estratégias de marketing digital. 4 – Converse com os clientes da agência. Tente fazer contato com algum dos clientes que compõem a carteira da agência e tenha uma conversa aberta e franca. Exponha a sua situação e pergunte a ele se está satisfeito com os serviços de sua atual agência de marketing digital. Pergunte pelos pontos positivos e negativos de se manter uma relação com a empresa e se possível entre em detalhes a respeito de forma de pagamento e até mesmo valores, porque não? Uma boa agência de marketing digital oferece a mesma qualidade a todos os seus clientes. Por mais que as estratégias sejam diferentes, o objetivo de alcançar o sucesso é comum a todos os clientes. 5 – Analise os canais de comunicação da agência. O mínimo que se espera de uma agência de marketing digital é que ela esteja pelo menos nas maiores redes sociais e que possua um site ou blog corporativo. O ditado “casa de ferreiro, espeto de pau” não tem lugar neste mercado. Se uma empresa de marketing digital não toma o cuidado de manter os próprios canais digitais atualizados, então ela não deverá ser capaz de atender à sua marca. Alguns quesitos mínimos para se avaliar quanto aos canais de uma agência de marketing digital: Site: Avaliar o design e usabilidade das páginas. Avalie se o site é responsivo (isto é, se adapta à tela de smartphones) Blog: Conteúdo atualizado e de qualidade? A agência gera conteúdos mais elaborados como ebooks, webinars e infográficos? Redes Sociais: Estão atualizadas? As postagens são informativas? Como a agência se relaciona com seus seguidores? Vídeos e imagens bem produzidos? SEO: Avalie se os posts apresentam palavras-chave e faça buscas por elas no google, o post apareceu na primeira página do Google? 6 – Se possível conheça a equipe. Conhecer os profissionais que vão efetivamente trabalhar para a sua marca no dia a dia também pode ser determinante para a escolha de uma agência de marketing digital. São profissionais capacitados? Estão atualizados quanto às mais recentes práticas do mercado? Dominam as ferramentas? São simpáticos (porque não!?) rsrs. Além destes fatores as empresas são feitas de pessoas. Se o ambiente de trabalho é bom é porque as pessoas que o compõem são felizes e capazes e principalmente estão satisfeitas com seus empregos. Tudo isso pode fazer a diferença na hora de alcançar os resultados para a sua marca. 7 – Pesquise preços. O mercado digital também sofre de uma enorme variação de preços entre as empresas. Pode ser que um mesmo serviço custe R$ 100,00 ou R$ 1.000,00, mas e a qualidade? Procure entre as melhores agências de sua região os valores médios para pacotes e serviços avulsos. Dessa maneira será possível ter um parâmetro de comparação e com isso ter um poder de negociação maior, quando for fechar o contrato com a agência dos seus sonhos!…

Inbound Marketing, o que é e como ele pode te ajudar a vender mais?

Conheça o famoso marketing de atração, o inbound marketing que faz com que os clientes vão até às empresas. Há algum tempo o Inbound Marketing vem ganhando força no mercado digital, isso se deve ao fato de que esse novo jeito de se planejar e executar as estratégias digitais tem dado muito certo. Em suma o termo surgiu no Estados Unidos no fim da década passada, em 2009. Ou seja, há quase 10 anos já se fala e se faz Inbound Marketing Mas se você ainda não tinha ouvido falar a respeito, não se preocupe, o inbound marketing só veio dar as caras por aqui nos últimos 4 ou 5 anos. Para se ter uma ideia, ainda são poucas as agências digitais a oferecer essa fantástica estratégia. Neste post você vai conhecer um pouco sobre o inbound marketing, SEO, funil de vendas e como a sua empresa poderá vender mais com a ajuda de tudo isso! Como Funciona? Ao contrário das demais estratégias que já estamos acostumados a ver e praticar, no inbound marketing é o cliente que vem até à empresa e não o contrário. Isso porque o relacionamento entre os dois começa bem antes de um tomar conhecimento sobre o outro. Pense bem, quando você tem um problema, uma pia entupida, um aparelho eletrônico com defeito ou o seu carro não quer ligar, o que você faz primeiro? Busca no Google. É quando a estratégia começa a funcionar. O cliente parte de um problema e busca uma solução que a sua empresa oferece, maravilha, temos um novo cliente certo? Nem tanto. Não basta a sua empresa oferecer a solução para o cliente que a está buscando, ela precisa estar “visível” aos olhos dele. E que melhor lugar para ser encontrado do que a primeira página do google? É lá que o seu site precisa estar quando o cliente buscar pela solução que você oferece. Funil de Vendas Já parou pra pensar em todas as etapas que o cliente percorre até o momento de realizar a compra do seu produto ou serviço? Em marketing digital e principalmente no inbound marketing, utilizamos o funil de vendas. Ele tem esse nome porque o gráfico que ilustra todo o procedimento se baseia em um funil onde os visitantes do seu site se tornarão leads que posteriormente serão qualificados até se tornarem oportunidades que estarão mais predispostos a serem os seus clientes. Tudo isso também tem a ver com as etapas do funil de vendas que são atrair, converter, relacionar, vender e analisar. Vamos falar sobre cada uma delas a seguir: Atrair É o primeiro estágio e por isso normalmente chamamos de topo de funil. O objetivo nesta etapa e atrair o máximo de visitantes possível para o site da sua empresa. As formas de se realizar essa atração são várias, posts em redes sociais, disparos de e-mail marketing, campanhas em google adwords e facebook ads e etc. Note que o que estaremos promovendo nesta etapa são conteúdos relevantes para o seu “futuro” cliente e não um artigo falando sobre a história sua marca, ele ainda não está pronto para isso ok? Converter Na etapa de conversão começamos a “filtrar” os visitantes do site coletando dados como nome, e-mail, telefone e etc. No entanto as pessoas só deixarão seus dados em troca de algo que poderá ser útil no seu dia a dia. Ou então caso tenham gostado muito do seu conteúdo e queiram recebê-lo com recorrência em sua caixa de entrada. Com a coleta desses dados começamos a construir uma base de leads que já se mostrou mais interessada nos conteúdos que a sua empresa tem a oferecer, ótimo não? Relacionar Manter o diálogo sempre aberto é o segredo para se ter uma audiência engajada. É o momento da sua empresa manter contato por e-mail com a base de leads. Semanalmente ou com uma recorrência que seja agradável, é fundamental enviar conteúdos interessantes, dar dicas ou pedir a opinião dos leads. Enquanto se relaciona, sua empresa estará qualificando os leads para um futuro momento de venda. Vender O grande momento é chegado e sabe o que sua empresa terá de fazer nesta etapa? Vender. Simples assim e com um esforço muito menor por serem vendas realizadas para leads qualificados ou oportunidades. Estes estão muito mais inteirados sobre sua marca, produtos, soluções e até mesmo a história da sua empresa, agora sim! Analisar Venda realizada, fim das etapas do funil de vendas certo? Nada disso, estamos falando de marketing digital, mais especificamente de inbound marketing e aqui os dados são a base de tudo. Por isso analisar cada etapa é fundamental. Das vendas realizadas, quanto tempo foi gasto para se qualificar os leads? Qual foi o nosso esforço de venda? E o CAC (custo de aquisição de cliente)? Esses dados serão a base para otimizar toda a estratégia de inbound marketing e dessa maneira otimizar os custos. E os resultados são imediatos? Claro… que não! Trabalhar com conteúdo além de tempo, esforço e dedicação também exige um tempo maior para se ter o retorno. Mas calma, vale e muito a pena investir em inbound marketing. Pense bem em quanto você investe (ou deveria estar investindo) em Google Adwords para o seu site aparecer na primeira página do Google? Agora imagine, daqui a um ano seu site lá, no primeiro resultado sem pagar nada por isso! É apenas uma das vantagens do inbound. Graças ao SEO (Search Engine Optimization) otimização de conteúdo para buscadores, o google entende que o seu site é referência no assunto pesquisado por seu cliente e por isso ele mostrado primeiro. Com a frequente rotina de postagens, criação de materiais e aumento do tráfego o seu site passa a ser mais relevante do que outros e por isso é melhor posicionado. Conteúdo Ainda não tinha falado sobre isso!? Então, sua empresa vai precisar gerar conteúdo, muito conteúdo, muito mesmo e o principal, com qualidade! É através dele que faremos toda essa engrenagem do inbound marketing funcionar lindamente. Os formatos são diversos, blog posts, e-books, whitepapers, webinars e uma infinidade…