Anúncios para o Mercado Educacional: como ter resultados?

Marketing Digital para instituições de ensino deixou de ser uma escolha e virou necessidade! O que já era inevitável, com a chegada da pandemia, não só o meio educacional, mas muitos outros segmentos precisaram se reinventar e procurar novas formas de aquisição de clientes. Além da divulgação, a forma de ensino também sofreu mudanças. E agora o EAD já é uma realidade para os brasileiros. A presença no digital de uma marca deixou de se resumir apenas a um site. Agora é preciso ter uma estrutura básica para atender seus atuais alunos e engajar os clientes em potencial. Mas afinal, no pós pandemia, será mesmo que o EAD vai continuar com sua popularidade? Ou as aulas presenciais vão retornar às preferências das pessoas? Bom, ainda não temos esta reposta. Mas uma coisa é certa: o mercado educacional precisa continuar vendendo. E o marketing digital é fundamental nesse processo. Mas, como sua empresa pode usar o Marketing Digital para escalar os resultados? Acredite se quiser: conseguir um novo cliente hoje, apesar da concorrência, é mais fácil do que há 10-15 anos. O tal do smartphone facilitou a vida de todas as empresas, pois agora conseguimos estar na palma da mão dos nossos clientes. Mas como fazer isso de forma leve, engajada e que trás resultados? Conhecendo exatamente o seu cliente ideal Antes de fazer qualquer coisa no digital, você precisa conhecer muito bem seu cliente. Documente quais são as suas principais dores, objeções, dificuldades e sonhos. Com essas informações, você poderá se comunicar de forma mais persuasiva. Produzindo conteúdo de ótima qualidade A melhor forma de gerar autoridade, reciprocidade e vender na internet é por meio de bons conteúdos.  Invista em vídeos sanando as principais dúvidas da sua persona, promova lives com os professores da sua instituição, interaja com sua audiência. E o principal: fique de olho nas tendências e saiba aproveitá-las a favor da sua empresa. Anúncios para o Mercado Educacional: distribuindo seus conteúdos Há muitas formas de distribuir seus conteúdos, mas todas elas giram em torno do tráfego orgânico, tráfego pago ou de influenciadores. O ideal é você ter uma estratégia amarrada com essas três vertentes: produzindo conteúdos para as redes sociais/plataformas, investindo em anúncios patrocinados e promovendo ações com criadores de conteúdo. Essa tríade é fundamental para distribuir os ideais da sua escola na internet e alcançar o público desejado. Relacionando-se com seus clientes e futuros clientes Criar formas de se relacionar com todos é essencial para uma estratégia de longo prazo.  É importante gerar conteúdos, fazer pesquisas de satisfação (visando melhorias no processo da sua escola) e educar sobre os princípios e metas da sua instituição. Tudo isso influencia no bom relacionamento entre sua marca e seus alunos. Já ouviu falar que o melhor marketing é o de indicação? Então, para fazê-lo você vai precisar ouvir e conversar com todos. Esses são os pilares que sustentam qualquer estratégia de mídia paga. Agora vamos falar sobre: Como fazer anúncios para o mercado educacional? Falar de Anúncios também é falar sobre a jornada de compras. O Facebook resume a jornada de de compras em 3 Grandes Categorias: Reconhecimento Consideração Conversão Lembra que falamos de persona? Dores, desejos, dificuldades, etc.? E de conteúdos? Então, o que falamos anteriormente está diretamente ligado à jornada de compra e você pode criar diferentes anúncios para cada etapa. Vamos ao que interessa: A estrutura de campanhas para o mercado educacional! Para ficar mais claro para você, vamos trabalhar em etapas. Onde a etapa 1 está relacionada à categoria de Reconhecimento, a etapa 2 está ligada à categoria de Consideração, e a etapa 3 está ligada à Conversão.  Etapa 1) Reconhecimento – Topo de Funil Nesta etapa, o Facebook disponibiliza dois objetivos de campanhas: Alcance e Reconhecimento de Marca. Como a categoria mesmo diz, é hora de fazer as pessoas conhecerem sua marca. Você pode fazer isso através de anúncios contando a história da sua marca, seus diferenciais e distribuindo seus melhores conteúdos. Geralmente campanhas com objetivo de alcance tem melhores resultados do que o objetivo de Reconhecimento de Marca.  Etapa 2) Consideração – Meio de Funil Esta etapa é muito importante, pois é nela que seus prospects vão considerar a comprar de você. Aqui, o Facebook disponibiliza vários objetivos de campanhas, são eles: Tráfego, Engajamento, Instalações de Aplicativos, Visualizações de Vídeos, Geração de Cadastros e Mensagens. Para o segmento educacional os mais relevantes desses objetivos são: Tráfego, Visualizações de Vídeo, Geração de Cadastros e Mensagens. Não que você deva iniciar anunciando para todos esses objetivos, mas é importante testa-los. Anúncios para o Mercado Educacional: o que fazer em cada objetivo de campanha? No objetivo de Tráfego você pode levar mais pessoas ao seu site. Uma dica é sempre usar o evento de visualizações de página de destino. No objetivo de Visualizações de Vídeo, você pode anunciar vídeos de conteúdos, como: dicas que sanem dores e dificuldades, vídeos quebrando objeções, etc. No objetivo de Geração de Cadastro, você pode oferecer algum material de valor gratuitamente ou até mesmo começar a captar leads com o interesse de fechar negócio.  Já o objetivo de Mensagens pode ser muito importante para gerar o contato direto do lead com um vendedor. Esse objetivo é muito importante para tirar dúvidas que seu público tem sobre sua empresa. Em todos esses objetivos você pode utilizar públicos frios e públicos quentes.  Públicos Frios são pessoas que ainda não te conhecem. Ex.: Públicos de Interesse, Lookalike e etc… Públicos Quentes são pessoas que já te conhecem. Ex.: engajaram com o Instagram, visitaram o site, baixaram algum material, etc… 3) Etapa 3: Conversão – Fundo de Funil Essa etapa é onde será realizada a venda.  O Facebook disponibiliza 3 objetivos nesta etapa, são eles: Conversões, Vendas do Catálogo e Tráfego para o Estabelecimento. Você vai usar somente o objetivo de conversão. Concentre seus esforços em anunciar para públicos quentes (que já te conhecem). Você pode oferecer alguma condição especial, anunciar feedbacks de alunos, oferecer algum bônus, etc. Nesta etapa você precisa ter um ótimo…

desataque - Marketing e Vendas para Gerar resultados

Marketing e vendas para gerar resultados

Você já deve ter ouvido falar ou vivenciado conflitos entre marketing e vendas. Marketing falando que os vendedores não conseguem fazer a venda com tantas oportunidades geradas e por outro lado, vendas dizendo que os leads são frios ou coisa do tipo. Nesta disputa, o gestor fica tentando cruzar os dados e entender onde está o X da questão. A verdade é que as duas áreas são fundamentais em qualquer empresa e com um bom alinhamento entre marketing e vendas para gerar resultados a mágica acontece e sua empresa alcança novos patamares. Já fizemos um blog contanto um pouquinho como uni-los (confira aqui:) mas hoje quero contar como nós aqui na RG fazemos isso acontecer: Alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa Essa etapa começa no primeiro contato com o cliente, antes da venda acontecer. Precisamos entender o momento atual da empresa e onde ela quer chegar. Além disso informações como verba disponível para investimento do projeto, ações executadas anteriormente e alinhamento de expectativas são fundamentais. O alinhamento de vendas, marketing interno e agência só vai acontecer da melhor maneira possível, se o gestor tiver claro os objetivos estratégicos da empresa e compartilhar com todos os envolvidos. Alinhamento mensal de metas Ter metas e indicadores bem definidos mensalmente é fundamental. Por aqui, utilizamos muito o funil de vendas para definição de metas de visitantes, leads, oportunidades e vendas. Essas metas são compartilhadas com toda a equipe da RG e quando utilizamos ferramentas como o RD Station PRO essas metas também são compartilhadas com a consultora de sucesso da ferramenta. Mais uma vez repito, marketing interno, equipe de vendas, agência e equipe das ferramentas bem alinhadas sobre o papel de cada um e dos objetivos da empresa é uma fórmula de sucesso. Configurações essenciais e ferramentas Logo nas etapas iniciais do trabalho nos dedicamos a realizar todas as configurações necessárias para integrar as duas áreas. Usamos ferramentas como Google Analytics, RD Station Marketing, RD Station CRM, configurações de mídia paga, instalação de códigos de monitoramento no site da empresa, etc. Tudo isso é muito importante para mapear todo o caminho que o lead percorre desde a entrada do funil até a venda. Essas configurações ao longo do trabalho também são revisadas a fim de garantir a veracidade das informações. Para clientes de e-commerce essas integrações são até mais práticas, tendo todas as informações bem alinhadas. Mas se não for o caso, também auxiliamos com a implantação de CRM ou alinhamento desta ferramenta para que a integração aconteça. Alinhamento com vendas Para a gente é fundamental ter contato constante com a equipe de marketing interno e/ou venda, através de e-mails e reuniões. Falamos por aqui, que vendas é o nosso termômetro. Marketing e vendas para gerar resultados sólidos é preciso ouvir e entender as dores, sugestões e demandas que o vendedor trás do cliente final. Com essas informações conseguimos traçar estratégias para promoções, ações de marketing, fluxos de e-mails de apoio ao processo de vendas, criação de pautas de conteúdo, dentre outros. Marketing e Vendas para gerar resultados – Acompanhamento Os resultados são monitorados diariamente e mensalmente nos reunimos para avaliar junto àquelas metas que foram traçadas lá no início do mês. Basicamente olhamos o trabalho feito, quais metas foram alcançadas e o que podemos melhorar para os meses seguintes.  Esse momento possibilita troca entre as áreas e o gestor da empresa, estimulando geração de ideias para ações nos próximos meses.  Acreditamos que marketing e vendas para gerar resultados é preciso comprometimento de todos os envolvidos no alcance dos objetivos da empresa, assim a parceria é certeza de sucesso.

Como analisar fluxos de automação

Como analisar fluxos de automação

Os fluxos de automação são uma estratégia de relacionamento do inbound marketing. Através deles, a empresa consegue manter o relacionamento constante com os leads de forma automática seguindo critérios pré-estabelecidos. A grande diferença entre o disparo de e-mails convencionais e a automação de marketing é o objetivo. Enquanto os primeiros são dedicados a ações mais simples e gerais, os fluxos de automação são desenhados conforme uma série de questões. Outra diferença se encontra na duração das ações. Os e-mails se limitam ao momento do disparo, enquanto as automações continuam gerando resultados para a estratégia de inbound marketing. É por isso que saber como analisar fluxos de automação faz toda a diferença em uma estratégia de inbound marketing. Continue lendo este artigo e entenda como interpretar os resultados. Analisando os resultados dos fluxos de automação Em uma automação de marketing, mais importante do que a quantidade de leads é a qualidade. Isto é, qual é o tempo de permanência do lead no fluxo, qual é a qualidade das oportunidades geradas, etc. No e-mail marketing, conseguimos analisar dados mais gerais, como cliques, abertura e rejeição. Na automação, por se tratar de um processo construído, é possível fazer o acompanhamento dos leads para além das métricas básicas, atestando a eficiência da ferramenta ao longo do tempo. Diálogo com o funil de vendas Outro ponto a ser considerado sobre como analisar fluxos de automação é a relação marketing e vendas. Para o sucesso do Inbound, é primordial que ambas equipes estejam alinhadas. Se o marketing está captando leads, mas não está gerando boas oportunidades para a equipe comercial, os processos precisam ser revistos. Lembre-se: estamos em busca de resultados – no caso, vendas. Mas é claro que tudo depende dos objetivos de cada fluxo. Em e-commerces, por exemplo, onde trata-se de vendas menos complexas, é comum a adesão a fluxos de automação de boas-vindas, cupons de desconto, campanhas específicas, etc. Nesse caso, é fundamental identificar se os cupons de desconto estão sendo utilizados, se os leads estão se engajando com as campanhas, se há a recorrência de compra e por aí vai. Já no caso de empresas B2B, onde há a venda de produtos/soluções mais complexos, o “atestado de qualidade” do fluxo de automação está intimamente relacionado ao trabalho da equipe de vendas. Os leads estão se aquecendo ao passarem pelo fluxo? A equipe comercial está tendo mais facilidade para abordar potenciais clientes? Como está o nível de maturidade dos leads? Por isso a análise deve ser individual, sempre alinhada com a proposta da automação e com as necessidades da persona. Mas é claro que existem métricas indispensáveis na análise de qualquer fluxo de automação. Veja a seguir. Métricas para analisar a performance de fluxos de automação Além das já conhecidas taxas de clique, abertura, outras métricas menos específicas (nem sempre matemáticas) conseguem dizer se um fluxo está tendo uma boa performance. Qualidade dos leads: conforme dito anteriormente, os fluxos de automação também devem se basear no funil de vendas. Sendo assim, um dos principais pontos de atenção é em relação à qualidade dos leads. Qual é o nível de maturidade dos contatos? Essa qualidade está aumentando conforme o desenvolvimento do funil? Topo e Fundo de funil: é esperado que a quantidade de leads no fundo do funil seja inferior ao grupo do topo. Isso acontece porque, ao longo da jornada, muitos leads são descartados pela falta de fit com a empresa e as soluções. Mas a relação entre os dois estágios (ou seja, a diferença entre a quantidade de leads) é importante para averiguar a eficiência do fluxo. Custo de Aquisição de Cliente (CAC): você sabe quanto a sua empresa gasta para dar match com um novo cliente, entre custos com anúncios, atuação de vendedores, etc? Identificar esta métrica é importante para garantir o alinhamento entre as estratégias e fazer com que os fluxos de automação se tornem aliados. A RG é parceira da RD Station, a maior plataforma de automação de marketing da américa latina. Através do software, construímos fluxos de automação alinhados às necessidades de nossos clientes, entregando oportunidades de negócio qualificadas para nossos clientes. Clique aqui e entenda como funciona a nossa metodologia de Inbound Marketing.

Como fazer e-mail marketing

O e-mail marketing é um método muito eficiente de promover relacionamento com leads que já fazem parte da sua base. Através dele, os clientes em potencial passam a conhecer mais sobre a sua empresa, seus produtos e serviços e se sente mais disposta a efetuar uma compra. Pesquisas apontam que 92% dos adultos que utilizam a internet adotam, também, o e-mail em seu dia a dia. Esse já é um importante termômetro sobre esse cenário. Se a sua empresa ainda não utiliza o canal para nutrir e qualificar leads, esta é a hora certa. Visto isso, muitos empreendedores se interessam pela estratégia. Mas as dúvidas sobre como fazer e por onde começar são muito frequentes. Por isso, elencamos a seguir o passo a passo básico de como fazer e-mail marketing. E-mail marketing: passos iniciais O primeiro passo para viabilizar o envio de e-mail marketing para a sua base de leads é escolher uma plataforma de automação. Assim, sua empresa consegue enviar campanhas para todos os seus contatos de e-mail a apenas alguns cliques. Além disso, pode acompanhar as estatísticas de cada ação. A RG é parceira e utiliza o RD Station para criar e-mails para nós e nossos clientes. Em 2019, fomos premiados no pódio do prêmio Agência de Resultados, que certifica o empenho da nossa equipe para gerar oportunidades de negócio para nossos clientes. Clique aqui e saiba como fazemos isso. via GIPHY Como fazer e-mail marketing na prática Após a ferramenta ser escolhida, chegou a hora de definir quais contatos receberão suas campanhas de e-mail. Se você já utiliza outros sistemas ou possui planilhas de e-mails arquivadas, esse é um bom começo para fazer e-mail marketing. Inserção de leads Antes de fazer o conteúdo, propriamente, você precisa importar a sua base de leads, ou seja, inserir seus contatos na ferramenta escolhida. É interessante que você possua, além dos endereços de e-mail, os nomes dos leads e demais informações que sejam relevantes para o seu negócio. Por exemplo, se a empresa se trata de um negócio de prestação de serviços locais, é interessante segmentar a base por cidade para garantir que só os leads mais interessantes estejam na sua base. Se tem-se um negócio que comercializa produtos para gêneros específicos, ter essa informação é importante também. Mas se sua base é muito primária e você ainda não possui tantos dados em mãos, não se preocupe. Existem diversas estratégias para obter essas informações em ações posteriores. Se a sua empresa não possui uma base de leads, faça a captação através de materiais ricos, formulários e landing pages. Criando o seu e-mail Leads inseridos na plataforma? Neste momento você deve começar a fazer o e-mail marketing. Aqui, há muitos detalhes que você precisa se atentar, pois eles afetam diretamente a entregabilidade e as taxas de interação dos leads. Como fazer e-mail marketing: defina o seu objetivo Qual é a intenção da primeira campanha de e-mail? O objetivo deve estar sempre muito claro para garantir uma execução alinhada. Seu objetivo pode ser: Introdução ao relacionamento – se é a primeira vez que sua empresa utiliza e-mail marketing, uma boa estratégia é dar as boas-vindas aos leads para apresentar o novo canal de relacionamento; Seleção de conteúdos – uma importante etapa do Inbound Marketing é a nutrição de leads. Para engajá-los e agregar mais valor à sua empresa, ofereça uma seleção de conteúdos à sua base de leads. Lembre-se: não se trata, necessariamente, de falar o tempo todo sobre seus produtos/serviços. Desconto especial – que tal aquecer os leads no início do relacionamento? Quando os primeiros e-mails são enviados, é comum que as taxas não sejam as melhores, exatamente porque a base ainda não está habituada com este canal. Enviar um cupom de desconto pode ser uma boa alternativa para fazer com que os leads interajam. Criação do template Após se preparar corretamente para iniciar sua estratégia de e-mail marketing, as chances de sucesso são grandes. Chegou a hora de aprender como fazer e-mail marketing, já que o layout é um grande aliado para que você atinja o seu objetivo. Como sempre dizemos, não existe fórmula mágica no marketing digital. É necessário fazer testes para compreender o comportamento e as preferências da sua audiência. Mas há algumas boas práticas que você deve adotar em seu layout de e-mail marketing. Veja a seguir. Assunto: é o grande responsável por uma boa (ou ruim) taxa de abertura! O assunto é o primeiro contato do lead com o seu e-mail. Por isso, leve sempre em consideração os interesses da sua persona ao criar o assunto do seu e-mail marketing. Utilize uma linguagem que aguce o interesse do usuário. Remetente: é comprovado que utilizar um nome próprio como remetente eleva as taxas de abertura e evita que seu e-mail caia no spam. Por isso, aplique isso em suas campanhas de e-mail. Sugerimos que você se identifique com o seu nome e o nome da empresa. Identidade visual: deixe claro a quem pertence o e-mail! Explore a sua identidade visual em todo o corpo da mensagem, utilizando o logo, as cores e os elementos. Isso atribui mais personalidade à sua empresa e evita que suas mensagens sejam genéricas. Botões de ação: as CTAS (Call to action ou Chamadas para ação) são, nos e-mails, apresentadas em formatos de botões. Se você está oferecendo um material rico ao lead, promovendo um produto específico ou convidando o usuário para iniciar um contato pelo whatsapp, o seu CTA é o que vai condensar o objetivo. Dependendo do tamanho do corpo do e-mail, insira botões em diferentes estágios do texto para facilitar a conversão dos leads. Imagens e textos: para tornar a mensagem mais dinâmica, utilize tanto imagens, quanto textos. Os símbolos também são bem-vindos para comunicar o seu objetivo com mais clareza. Mas atente-se ao tom: se o público for mais formal, utilize uma linguagem mais adequada e evite elementos que causem infantilização. Utilize as variáveis de forma estratégica: lembra daqueles dados que você possui do lead – como nome, cidade…

Inbound marketing em 2021: 3 motivos para investir

Inbound Marketing em 2021 ainda vale a pena investir? O novo ano chegou cheio de expectativas, planos, metas e o desejo de deixar para trás todas as dificuldades de 2020. Nesse momento, há dois contextos possíveis. Pode ser que você esteja chegando no novo ano com um marketing digital bem estruturado, o que possibilitou o aproveitamento de oportunidades, mesmo com a pandemia; ou pode ser que seu segmento foi tão afetado pelo Covid-19 ao ponto de o marketing ser obrigado a frear. O primeiro cenário é, realmente, bem mais animador, mas é fato que, para todas as empresas que desejam gerar mais oportunidades de venda com o marketing digital, o planejamento se faz necessário, independentemente do que passou. E para escalar os resultados da sua empresa, o Inbound Marketing em 2021 é a solução. Entenda os motivos! O que é o Inbound Marketing? O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing digital utilizada para atrair seus clientes ao contrário de estratégias de prospecção, quando é a sua empresa que vai atrás dos clientes. Com o Inbound, a sua empresa passa a ser um imã que atrai os clientes. A estratégia de Inbound se baseia no funil de vendas para estruturar as ações, considerando e fazendo uso de suas cinco etapas: Atrair: Essa etapa se resume em atrair seu potencial cliente através de conteúdo, levando-o para seu site, blog, redes sociais, etc. Nessa fase, se utiliza muito o trabalho de SEO (Otimização para Motores de Busca) e mídia paga para potencializar os resultados. Converter: Conquistar o contato deste potencial cliente para poder se relacionar com ele. Essa coleta acontece através de formulários de inscrição, download de materiais, etc. Relacionar: Através de e-mails, fluxos automáticos e bons conteúdos é possível criar um relacionamento levando esse cliente para a tão almejada etapa de venda. Venda: Chegam nessa etapa os leads que estão verdadeiramente prontos para fechar negócio. Análise: Mensurar de forma rápida e clara os resultados alcançados e poder otimizar todas as etapas anteriores a fim de ampliar a entrada de potenciais clientes e a qualificação de leads. Por que investir em inbound marketing em 2021? 1) O Digital nunca foi tão importante Diante da pandemia, foi necessário ficar em casa e transpor hábitos analógicos para o digital. As compras pela internet aumentaram, o consumo de cursos e conteúdo também, as visualizações de vídeos cresceram, mais pessoas fizeram reuniões online e até quem tinha medo de comprar online se viu “obrigado” a se adaptar. Com isso, as pessoas perceberam que é possível facilitar muito a vida através do “mundo digital” e empresas perceberam que é possível crescer e reduzir custos apostando nesse mercado. Assim, mesmo com o fim da pandemia (infelizmente ainda incerto e provavelmente duradouro em parte de alguns meses de 2021), o hábito de consumo digital cresceu e se concretizou. Hoje é praticamente inviável que uma empresa não tenha uma presença digital e até mesmo um canal de vendas online. 2) As pessoas se informam muito para realizar uma compra Você já presenciou alguém dizendo que “hoje em dia o cliente sabe mais sobre o produto que o próprio vendedor”? Pois é, isso faz muito sentido! Atualmente, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, o consumidor pesquisa muito a respeito. Funcionamento, execução, durabilidade, custo x benefício… Ser referência neste momento exerce muita influência na decisão de compra do cliente. E é exatamente isso que o Inbound Marketing faz: tornar sua empresa autoridade no assunto do seu segmento com o auxílio de conteúdos estratégicos. 3) Inbound Marketing 2021: uma estratégia completa e estruturada Se você já investe em conteúdo para redes sociais, atualiza o blog do seu site sazonalmente, faz algumas campanhas de mídia paga, mas sente que não há uma estratégia que integra essas ações, que falta tempo para cuidar de toda estratégia de marketing e, principalmente, que os resultados estão estagnados, o Inbound Marketing é a melhor estratégia para você. Com ele é possível integrar todas as ações e canais de marketing, criando uma estratégia que atraia os potenciais clientes e os conduza até a venda. Sem contar que é possível automatizar muitas ações tornando este fluxo mais rápido e mais escalável. O Inbound Marketing fará com que você tenha uma presença digital clara e sólida, que ofereça todas as informações que seu cliente busca e que torne seu processo de venda estruturado e ágil, criando uma verdadeira máquina de vendas. A RG Digital é especialista em Inbound Marketing e ajuda várias empresas a se destacarem em seus segmentos. Quer saber mais? Fale com a gente!

Lead scoring no RD Station: o que é e como funciona?

Disponível nos planos Pro e Enterprise da plataforma, o Lead Scoring é uma ferramenta utilizada para automatizar a qualificação da base de leads A geração de leads é a queridinha do inbound marketing. Junto a ela, é necessário adotar estratégias eficientes de qualificação. Afinal, o nível de engajamento dos leads influencia diretamente nas estratégias de relacionamento e nas chances de fechamento de negócios. Para fazer uma qualificação eficiente e automatizada, um dos caminhos é utilizar o Lead Scoring, ferramenta disponibilizada pela Resultados Digitais em sua plataforma. A funcionalidade consiste, basicamente, em atribuir notas maiores ou menores de acordo com critérios personalizados. Esta qualificação deve estar alinhada ao perfil de cliente ideal de sua empresa, o famoso Ideal Customer Profile (ICP) que é basicamente o cliente que você sonha em atender. Lead scoring no RD Station: saiba mais sobre a ferramenta O lead scoring é uma ferramenta que avalia, de forma automática, as características e ações de cada lead de uma base. Ou seja, o RD Station classifica, através de notas, as características que contam no cadastro do lead. A grande vantagem da funcionalidade é a capacidade de personalização. Dependendo do segmento da sua empresa e do tipo de leads que ela atrai, é possível combinar distintas regras de classificação. O lead scoring auxilia na percepção da jornada de compra de um determinado lead, pois revela se o momento é propício para venda, de acordo com os critérios estabelecidos. Lead scoring no RD Station, colocando em prática. Imagine que você está promovendo uma campanha para atrair CEOs, sócios, gerentes e donos de empresas – os famosos tomadores de decisão. Após a divulgação de um material rico, sua empresa recebe um lead que atua no RH de uma empresa. Se os CEOs e donos são seus alvos, não é interessante atribuir um score alto a um lead que não se enquadre nesses padrões. É nesse ponto que o lead scoring desempenha seu papel: é possível atribuir uma nota maior para os CEOs e donos, já que estes são os maiores interesses, e atribuir uma pontuação menor para outros cargos. Na prática, a ferramenta classifica os leads da sua base em 4 grupos: A, B, C e D, sendo A o perfil ideal de cliente e D o menos interessante. Critérios do lead scoring podem se referir a diversos dados Não só o cargo pode ser utilizado como critério de classificação. É possível utilizar informações geográficas, idade, tamanho da empresa, faturamento, etc. Adequação de formulários aos interesses da empresa A configuração do lead scoring deve estar alinhada aos campos utilizados nos formulários de captação de leads, para que a ferramenta faça a análise das informações. Por isso, se a informação X é decisiva para a qualificação de leads, inclua uma pergunta sobre ela nos formulários. Lead scoring no RD Station, pontuação por engajamento. No Lead Scoring do RD Station também é possível atribuir pontuação aos leads de acordo com o nível de engajamento no site, landing pages, popups e e-mails enviados. Suponhamos que o mesmo lead do setor de RH, apesar de não possuir o perfil ideal, esteja muito interessado nas soluções de sua empresa. Desta forma este lead sempre abre os e-mails enviados, baixa materiais ricos e visita com frequência o site. Cada interação realizada pelo nosso lead do RH lhe renderam muitos pontos. E apesar de não ser um decisor, sua opinião acerca de seu produto ou serviço poderá influenciar a escolha de sua empresa por parte dos tomadores de decisão.  Talvez este lead que chegou meio desacreditado tenha se tornado uma ótima oportunidade de venda, uma vez que já conhece sua empresa, lê seus conteúdos e provavelmente sabe tanto sobre seu produto/serviço, quanto seus vendedores. Sendo assim, outra estratégia para aproveitar o lead scoring a seu favor é determinar a qualificação de leads por engajamento.  É possível até mesmo atribuir uma pontuação maior para ações mais próximas ao fundo do funil. Por exemplo, se o lead abrir a newsletter semanal, soma + 5 pontos em seu score. Se visitar uma Landing Page do novo material rico lançado, soma + 10 pontos, se fizer o download do material, + 15 pontos e assim por diante. O lead scoring é pra todo mundo? A resposta é… depende. Sempre é possível criar uma estratégia que se beneficie do Lead Scoring, mas há negócios em que a jornada de compras é percorrida com tanta rapidez que sequer é válido/possível pontuar e qualificar os leads. Como é o caso de alguns e-commerces que oferecem produtos com baixo valor e baixa complexidade de compra. Muitas vezes a entrada do lead acontece já no ato de compra.  Certamente é interessante traçar uma estratégia de relacionamento e pós vendas e, a partir dela, pontuar este lead, que na verdade já é um cliente. Mas, se sua empresa atua com vendas complexas o lead scoring é perfeito. Importante sempre lembrar que a implementação de um lead scoring que realmente faça sentido depende muito mais do planejamento do que o setup em si no RD Station Marketing. Nesta etapa invista a maior parte do tempo mapeando e planejando do que executando. E aí, bora qualificar seus leads?

Estratégia de Inbound Marketing na produção de conteúdo para web

Atualmente, as empresas investem em diversas estratégias de marketing para chamar a atenção do consumidor. Essas estratégias atribuem mais autoridades às marcas que as praticam, impactando diretamente nas vendas de produtos e serviços. Com uma estratégia de Inbound Marketing, sua empresa cria ações para atrair os clientes até seus produtos/serviços através de blogs, redes sociais, e-mails marketing, vídeos, automações de marketing e sites otimizados para busca no Google. Mas afinal, o que é o Inbound Marketing? O Inbound Marketing, conhecido como Marketing de Atração, é uma estratégia do Marketing Digital, que tem como objetivo atrair e fidelizar clientes. O inbound marketing pode ser dividido em 4 etapas, que são: Atração;  Conversão;  Fechamento; Fidelização. O Inbound Marketing de baseia na criação e compartilhamento de conteúdos para atrair um público-alvo específico e que seja um potencial comprador. Pare para pensar: apenas uma pequena parte do seu público está buscando por uma solução, ou seja, já está na decisão de compra. A outra parte precisa ser impactada durante a sua jornada de compra. Esse impacto vai ser feito através de conteúdos que vão atrair a atenção das pessoas até o seu produto e mostrá-las que elas têm problemas que precisam de solução e que você pode oferecer a solução ideal. O seu objetivo não é atingir uma grande quantidade de pessoas, como acontece no marketing tradicional, nesse caso, seus conteúdos serão direcionados para um segmento específico, que no caso, são os consumidores daquele produto ou serviço que a empresa oferece. Por exemplo, no caso de uma clínica odontológica, que realiza procedimentos como clareamento dental, podem ser produzidos conteúdos como clareamento dental preco, para atrair possíveis futuros pacientes. Agora que já sabemos o que é Inbound Marketing, que tal falarmos de como começar? Os primeiros passos Antes de criar uma estratégia de inbound marketing, é preciso definir algumas coisas, como a Persona. Precisamos saber para quem os conteúdos serão produzidos e em qual estágio do funil os leads podem estar. Persona A Persona é um personagem semifictício do seu cliente ideal e deve ser criada a partir de uma pesquisa com os clientes da empresa. Para uma estratégia de inbound marketing ser assertiva, ela deve ter o foco no público ideal da empresa. E isso funciona somente com a definição da persona persona (uma única empresa pode ter mais de uma persona). Para definir a persona da sua empresa, você precisa de alguns dados como: Idade; Estado Civil; Estilo de vida; Formação; Hábitos; Hobbies; Comportamento de compra. Uma dica: acrescente uma imagem a sua persona, isso pode torná-la mais humana. Essa humanização facilita a produção de conteúdos. No levantamento da sua persona, é necessário descobrir qual é a maior necessidade dela, para que você possa focar em solucionar tais problemas. Funil de Vendas Esse é um ponto muito importante na sua estratégia, pois é através do Funil de Vendas que você identificará em qual etapa de compra o potencial cliente se encontra. Com essa informação, sua empresa produzirá conteúdos que vão atrair a persona até o momento da compra, o chamado fundo de funil. via GIPHY O funil de vendas é formado por três etapas, cada uma com suas características e estratégias. 1 – Topo do Funil Nesta etapa, o consumidor está descobrindo que ele possui um problema e começa a entender melhor sobre o que é esse problema. Aqui, o usuário ainda não está em busca de produtos ou orçamentos. Essa etapa tem um alto volume, mas a conversão é baixa. Isso acontece porque a segmentação ainda não está bem definida: chegam leads de todas as origens, com interesses distintos. Para atrair um grande volume de leads, é necessário investir em conteúdos relevantes. Por exemplo, se você tem uma agência de marketing digital, para atrair seus consumidores poderá produzir conteúdos sobre “O que é Marketing Digital” ou “O que é Landing Page”, por exemplo. Você estará produzindo conteúdos informativos, que irão atrair a atenção do consumidor. O lead pode ser o dono de uma empresa, por exemplo, que, através dos conteúdos ofertados pela sua empresa, saberá reconhecer seus problemas. 2 – Meio do Funil O Meio do Funil também é comumente chamado de etapa da consideração. Aqui, o lead está cada vez mais perto da conversão. Nesta etapa ele já faz pesquisas mais avançadas para conseguir solucionar seus problemas. Essa etapa é caracterizada por ter médio volume, já que, aqui, o público é mais segmentado do que na primeira. Por isso, a taxa de conversão tende a aumentar. Para o consumidor que está no meio do funil, você pode oferecer conteúdos mais aprofundados, bem como instruí-lo sobre como fazer a melhor escolha. Por exemplo, se você tem uma rede de academias, você pode produzir conteúdos sobre “Se exercitar em casa X ir para a academia”. Mesmo que o consumidor escolha não ir para uma academia e você não consiga convertê-lo em cliente, sua empresa se mostrará referência no assunto. 3 – Fundo do Funil O Fundo do Funil é a etapa da decisão: é onde o consumidor vai fechar a compra. Nesta etapa você poderá apresentar a sua marca e seus produtos ou serviços para o consumidor. O lead que chega no fundo do funil já sabe que tem uma necessidade, já conhece sua marca e está fazendo as pesquisas de onde irá realizar a compra. Então, aqui é o momento de mostrar para ele que a sua solução é a melhor escolha. Esta etapa tem um baixo volume de alcance, contudo um alto volume de conversão. Os conteúdos podem se referir a sua marca, propriamente, os benefícios e as qualidades dos seus produtos/serviços. Lembre-se que a criação de conteúdos, independentemente do estágio do funil, deve sempre ter o objetivo de levar o lead para a próxima etapa. Colocando em prática! Agora que já sabemos o objetivo da sua estratégia de Inbound Marketing e os primeiros passos, vamos ver como podemos aplica-la na produção de conteúdo. Na produção de conteúdo para web, podemos utilizar a estratégia de Inbound Marketing através do marketing…

Qualificação de leads: um verdadeiro desafio!

Ter uma base de leads é muito importante – mas mais importante, ainda, é ter uma estratégia de qualificação de leads eficiente Você já deve saber que, no marketing digital, qualidade vale mais que quantidade. Apesar de muita gente almejar uma gigantesca base de leads, sabemos que esse desejo pode ser fruto de um grande mito: as métricas de vaidade. Ter uma base de leads é essencial para executar uma estratégia de relacionamento, sim. Mas com leads pouco qualificados, é muito provável que você e seu time comercial se frustrem muito. Não vale à pena ter um lead que não consome seu conteúdo e não quer consumir o seu produto. A verdade dói, né, minha filha?! E-mails com baixíssimas taxas de abertura, materiais ricos pouco baixados, conteúdos sem engajamento: para resolver esses gargalos (e até evitá-los), aposte na qualificação de leads. Qualificação de leads: o que é, afinal? A qualificação de leads é uma questão que deve permear toda e qualquer ação de inbound marketing – da produção de um material rico até o disparo de um e-mail. Em diferentes níveis, é ela quem garante bons leads para a sua base. Ou seja, ao produzir um material rico com foco nas necessidades do seu perfil de cliente ideal, é mais provável que os leads sejam mais qualificados. E quais são as vantagens de qualificar leads? Leads mais qualificados são mais prontos, e essa boa característica não se restringe ao marketing. Comercial: sua equipe de vendas consegue contato de forma fácil, tem boa receptividade e alta possibilidade de fechar negócio. Assim, não perde tempo e se dedica àqueles leads que, realmente, valem à pena. Marketing: melhores taxas de conversão, mais leads chegando ao fundo do funil, mais oportunidades para o time comercial: só motivos para se orgulhar! Financeiro: veja o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) diminuir. A equipe se tornar mais produtiva. O começo de um sonho/Deu tudo certo! 🙂 3 categorias para classificar leads Na jornada da qualificação de leads existem 3 possibilidades: descarte, nutrição e oportunidade. Após gerar o lead e nutri-lo, é inevitável não fazer essa avaliação. Descarte As chances de um lead fechar negócio são baixíssimas. Nesse caso, a solução é descartá-lo. Assim, você abre espaço para a chegada de novos leads e evita que o comercial perca tempo com leads frios. Qualificação de Leads: Nutrição Aquele lead que pode se tornar uma oportunidade, mas esse momento ainda não chegou. Ele não deve ser descartado, mas também não está pronto para a venda. A nutrição entra em ação para mudar o status desse lead. Oportunidade Se seu lead demonstrou interesse e conhecimento nos conteúdos enviados e até solicitou um contato, ele é o que chamamos de oportunidade. É hora de transferi-lo para a equipe comercial, pois é muito provável que haja uma venda. Apesar das classificações, a qualificação de leads não é uma receita pronta. É importante que a empresa tenha um perfil de cliente ideal bem definido para, assim, a equipe de marketing atraí-lo. Portanto, todas as ações executadas no marketing digital devem se basear nas necessidades da persona. Com informações detalhadas é possível saber o que falta para seu lead avançar no funil de vendas. Que tal aumentar a taxa de conversão da sua empresa e levar mais clientes para o fundo do funil? A RG pode te ajudar! Converse com nossos consultores e saiba como fazemos qualificação de leads com o RD Station

LGPD, o que sua empresa precisa saber!

Saiba o que é a LGPD e como a lei pode afetar suas ações e estratégias de marketing digital Sancionada em 14 de agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer, a LGPD, ou Lei Geral de Proteção de Dados, deverá entrar em vigor em 2020. Com a chegada da nova lei, o Brasil entrará para o grupo de mais de 120 países que possuem leis específicas para a proteção de dados pessoais. Leia também:Base de leads, por que é importante construir umaDescomplicando o Inbound Marketing4 conceitos de marketing digital para adotar hoje LGPD e suas influências Europeias O texto base da lei e seus principais pontos se alinham com as diretrizes da GDPR (General Data Protection Regulation), que entrou em vigor no ano de 2018 e regulamenta a questão nos países europeus. Mas afinal de contas, o que diz a LGPD? Com abordagem similar à GDPR, a nova lei visa regulamentar a operação das organizações acerca da coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais, ou seja, o processo de geração e relacionamento com leads será impactado. A LGPD considera dado pessoal toda e qualquer informação relacionada à pessoa natural. Já o tratamento de dados refere-se à coleta, classificação, armazenamento, utilização, acesso, reprodução e controle das informações. Os Dez Princípios da LGPD Até então ainda é comum que as empresas coletem dados pessoais sem saber exatamente quais serão as finalidades. Com a nova lei, esse mindset deverá mudar drasticamente. A LGPD estabeleceu 10 princípios que visam tornar mais transparente o processo de coleta, tratamento e uso de dados pessoais, tanto para as empresas e, principalmente, para quem os fornece, ou seja, os usuários. 1 – Finalidade especificada e informada explicitamente ao titular, ou seja, deixar claro para quê sua empresa está coletando aqueles dados. 2 – Adequação à finalidade previamente acordada e divulgada. Como os dados coletados serão adequados para atender à finalidade proposta pela empresa. 3 – Necessidade do tratamento, limitado ao uso de dados essenciais para alcançar a finalidade. 4 – Acesso Livre, fácil e gratuito das pessoas à forma como seus dados são tratados. 5 – Qualidade dos dados, deixando-os exatos e atualizados. Atendendo à real necessidade no tratamento. 6 – Transparência, ao titular, com informações claras e acessíveis sobre o tratamento e seus responsáveis. 7 – Segurança para coibir situações acidentais ou ilícitas como invasão, destruição, perda ou difusão indevida. 8 – Prevenção contra danos ao titular e aos demais envolvidos no processo. 9 – Não discriminação, ou seja, não permitir atos ilícitos ou abusivos. 10 – Responsabilização do agente, obrigado a demonstrar a eficácia das medidas adotadas. LGPD na Prática, o que vai mudar? A priori, todas as empresas que coletam dados pessoais deverão mudar sua cultura. Sim, esse é o primeiro (e mais importante) passo para se adequar à LGPD. Sua equipe precisará adotar a cultura de maior transparência e responsabilidade com os dados de seus leads. Vale lembrar que a lei se aplica também aos dados offline. Por isso, organizar a papelada e criar uma rotina de constantes avaliações e atualizações se faz necessário. Um bom começo para adequar sua empresa é:1 – Identificar quais dados são coletados;2 – Separá-los e organizá-los corretamente;3 – Gerenciá-los de maneira sistematizada. Privacy By Design Empoderar o usuário. Dar a ele o controle sobre seus dados de maneira direta e gratuita sem afetar a qualidade do serviços a ele oferecidos. Em linhas gerais, privacy by design é sobre isso. É claro que existem, dentro desse contexto, as especificidades de cada serviço. Em alguns casos, a oferta de produtos ou serviços poderá ser limitada, se esses necessitarem dos dados pessoais para operar e o titular não desejar fornecê-los. No entanto, isso deverá ser explícito ao usuário no momento do aceite/contratação ou compra. Além da transparência, o privacy by design também abrange o campo da segurança e proteção de dados. Logo, as empresas deverão investir em soluções que garantam um ambiente seguro para abrigar os dados pessoais dos usuários. Bons exemplos desta prática são banners e popups que trazem consigo uma caixa de seleção onde o titular/lead clica e declara estar de acordo com a finalidade da coleta, tratamento e uso de seus dados pessoais por parte da empresa. O Encarregado de Dados Quase um guardião das boas práticas adequadas à LGPD, o Encarregado de Dados será uma figura importante nas empresas. Sua função principal é garantir que a empresa processe dados pessoais de leads (titulares de dados), fornecedores, colaboradores e quaisquer outros que mantenham relação com a empresa de maneira correta. Empresas denominadas controladoras (que decidem o que acontece com os dados) e/ou operadoras de dados (que processam e tratam os dados conforme diretrizes do controlador) vão precisar deste profissional, que poderá ser pessoa física ou jurídica. De acordo com a § 2º da LGPD, as funções do encarregado de dados são: 1 – Aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos e adotar providências; 2 – Receber comunicações da autoridade nacional e adotar providências; 3 –  Orientar os funcionários e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais; e 4 – Executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares. São mudanças que já estão acontecendo. Algumas empresas poderão ter mais facilidade para se adequar, já outras (que vendem e oferecem dados pessoais) terão de repensar toda sua cultura e propósito. E no final das contas, a LGPD deve ser vista como algo positivo para o mercado. Uma vez que vivemos na era da informação, nada mais justo que tratá-la com respeito, responsabilidade e ética. É o que desejamos para o presente e futuro. 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Como criar uma Experiência do Cliente Incrível em sua Empresa?

Cada vez mais os consumidores estão em busca de não apenas comprar produtos ou contratar serviços, mas de viver experiências. Por isso, se sua empresa ainda não pensa no cliente como principal ativo, é bom começar a repensar esta cultura defasada. Leia também: Experiência do Cliente para agregar valor à sua empresa RD Summit 2019, tendências e aprendizados Descomplicando o Inbound Marketing Focar suas ações pensando na experiência do cliente é o que grandes empresas já fazem há muito tempo. E acaba que o fazem tão bem que cada vez mais ganham destaque em seus respectivos mercados. Proporcionar uma boa experiência aos seus clientes é estar alinhado com o que o mercado exige em tempos atuais. Além disso, clientes que vivem grandes experiências estão mais propensos a compartilhá-las, ao passo que uma experiência negativa com sua marca pode render reclamações e um buzz e negativo para seu negócio. Observe o exemplo de marcas como Disney, Harley Davidson e Heineken, por exemplo, que são referências em seus mercados pelo fato de centrarem o consumidor como alvo de suas culturas. Mas neste post, mais do que observar bons exemplos, vamos compartilhar uma metodologia que usamos na RG na fase de planejamento de nossos clientes e embasamento de projetos de inbound marketing, branding e marketing digital. Revise Sua Persona Antes de mais nada é importante avaliar novamente, se é que você ainda não tem, a sua persona. Afinal de contas, você precisa conhecer muito bem os seus clientes se quiser proporcionar a eles uma experiência incrível. Por isso, esse primeiro passo de revisar a persona é o ponto de partida para a aplicação de todas as demais ferramentas de planejamento desta etapa. Além de poder revisar as dores, anseios e principalmente, a maneira como sua empresa pode resolve-las, é nesta etapa que irá identificar hábitos comuns de seus futuros clientes. Quais canais eles mais usam? Por onde se dará o primeiro contato com sua marca? Planeje a Experiência do Cliente com sua Marca Repensar o posicionamento de sua marca ou até mesmo o plano de negócios de sua empresa com foco no cliente exige muito planejamento. Um bom começo é mapear toda a jornada de compra avaliando o que seu cliente pensa, sente e espera em cada etapa. Também é um bom momento para verificar quais são os pontos de contato, ou seja, com que canais ou pessoas ele faz contato em cada etapa da jornada. E o mais importante, é hora de pensar e ter ideias de como inovar e tornar a experiência do cliente em cada etapa. O que você e sua equipe podem fazer para encantar o cliente em cada passo rumo ao fechamento de uma venda? É esse também o momento ideal para rever os canais de contato, mantê-los atualizados e em dia podem ajudar a proporcionar uma boa experiência do cliente. Experiência do Cliente com base em dados. Com a ajuda de ferramentas de automação de marketing como o RD Station Marketing, por exemplo, é possível colher e analisar dados em cada etapa da jornada de compras. Quantas vezes ele visitou seu site? Quantos e-mails abriu? Baixou algum material rico? Tudo isso e muito mais em uma página completa do perfil de seus clientes. Assim fica mais fácil e assertivo planejar ações de engajamento oferecendo exatamente o que seu cliente quer no momento certo. Um Propósito bem definido pode mudar tudo Em seu conceito de marketing 3.0 Philip Kotler, considerado o pai do marketing retrata que os consumidores do século XXI não estão apenas em busca do menor preço ou das maiores qualidades. As pessoas preferem comprar produtos ou contratar serviços de marcas que fazem a diferença no mundo. É preciso representar bem mais que isso para conquistar o suado dinheirinho das pessoas. Marcas com propósitos bem definidos tendem a conseguir fidelizar mais clientes e criar ao redor de si uma comunidade forte e atuante. Levantar bandeiras ou vestir a camisa da responsabilidade social, ou sustentabilidade são exemplos mais comuns em nosso cotidiano. Mas atente-se para definir um propósito real. Não adianta simplesmente parecer querer fazer a diferença, é necessário realmente arregaçar as mangas e por a mão na massa. Colha os Frutos de uma boa relação Um cliente satisfeito é capaz de defender sua marca, indicá-la e se tornar um embaixador. Da mesma forma que experiências ruins podem “traumatizar” seu cliente, uma experiência incrível também pode marcá-lo para sempre. Com uma relação assim tão sólida você poderá construir uma comunidade de entusiastas e promotores do seu negócio. E quem nunca ouviu a clássica frase “É mais barato manter um cliente atual do que conquistar novos”? Pois não há verdade mais palpável. Então se tudo isso não for suficiente para repensar a experiência do cliente com sua empresa, que tal esta última? Proporcionar uma experiência incrível aos seus clientes pode fazer sua marca economizar! Quer ficar por dentro deste e outros assuntos que permeiam o marketing digital? Assine nossa news e receba as novidades antes de todo mundo! Se precisar de ajuda para tornar incrível a experiencia do seu cliente conte conosco! Temos a metodologia certa para alavancar seu negócio.