Equipe de marketing e vendas alinhando sobre os mql e sql

O que é MQL e SQL e como usá-los para vender mais?

Você sabe o que é MQL? E SQL, você faz ideia do que esta sigla significa? A princípio, posso adiantar que esses dois conceitos podem te ajudar e muito a obter melhores resultados em vendas. Afinal, eles estão relacionados à conversão de leads ou oportunidades, que precisam ser trabalhados pela área de marketing e vendas para se tornarem leads qualificados, isto é, mais propensos a comparar a solução que sua empresa oferece. Parece complicado de entender? Então, continue acompanhando o artigo para entender melhor sobre o assunto. Por que qualificar leads? Adiante vou explicar o que é MQL e SQL, mas, antes, é importante que você saiba sobre a importância da qualificação de leads. Esta é uma estratégia indispensável para o sucesso da empresa, tendo em vista que as pessoas se comportam de maneira diferente na jornada de compra. Sendo assim, algumas comprarão seu produto sem muito esforço, enquanto outras, nem chegarão a se tornar clientes. Durante a qualificação de leads, o time de marketing passa para o time de vendas aqueles contatos que estão mais maduros e próximos da compra.  O marketing avalia e define se o lead já está qualificado (MQL) e se já pode ser mandado para a equipe de vendas. Logo após receber o lead, o time de vendas avalia suas informações para definir se o cliente tem fit com o produto/serviço. Se aceito, a equipe de vendas vai considerar o lead uma oportunidade, que será abordada de maneira efetiva. Ou seja, com um lead qualificado para vendas, o objetivo da equipe é fechar negócio. Por isso é tão importante que a empresa atraia leads que tenham mais facilidade de avançar pelo funil de vendas, sem muitas objeções. Agora, entenda o que é MQL e SQL MQL é a sigla para Marketing Qualified Leads ou Leads Qualificados pelo Marketing, em português. Eles são os leads que o setor de marketing classifica como potenciais clientes antes mesmo de enviá-los ao time de vendas. Em outras palavras, são os leads que os profissionais de marketing consideram ser qualificados com base na análise de diversos dados coletados nas ações de marketing. Ainda podemos dizer que o MQL é o lead que já reconhece que tem um problema e está em busca de uma solução para resolvê-lo. Logo, ele já interagiu bastante com a empresa, através de conteúdos como, por exemplo, posts no blog, e-books e outros materiais ricos, etc. Apesar disso, ele ainda procura conteúdos que o ajudem a escolher a melhor solução para sua dor. Portanto, o marketing ainda tem o desafio de convencer o lead sobre o valor da solução ofertada pela empresa. Agora que você já sabe o que é MQL, deve estar se perguntando sobre o SQL, onde ele entra, afinal? Bem, o SQL (Sales Qualified Leads) significa Lead Qualificado de Vendas e refere-se àquele potencial cliente que está mais perto de fechar negócio com sua empresa. Ou seja, ele conhece bem o problema e já sabe qual dos seus produtos é o ideal para ele. Para o Inboud Marketing, esse tipo de lead é o que já está bem nutrido e, por isso, devem ser prioridade na agenda dos vendedores. Como classificar MQLs e SQLs e formar uma base sólida de leads qualificados Após compreender a diferença entre MQL e SQL e descobrir a relevância da qualificação de leads, chegou a hora de descobrir como segmentar seus contatos. Confira a seguir, uma lista com as ações mais importantes deste processo: Identificando um MQL: Em primeiro lugar, para identificar os MQLs é preciso criar um método para atribuir pontuações para seus Leads.  Esse é um processo de classificação que funciona tanto para as características que formam o perfil do Lead quanto para o nível de interesse. Embora existam várias formas de identificar os leads qualificados pelo marketing, uma opção é categorizar cada contato como A, B, C ou D. Nesse processo, tudo será resumido com uma combinação de Perfil e Interesse.  Logo, se houver um interesse baixo, mas o perfil é adequado, ou seja, está dentro dos seus perfis de Personas, significa que o Marketing  ainda precisa nutrir esse lead. Além disso, também é necessário definir as características que farão do Lead alguém qualificado pensando no Perfil. Nesse sentido, podem entrar na lista de classificação critério, como: Por outro lado, olhando para o nível de interesse, é possível usar fatores, como: Com a ferramenta de automação de marketing da RD Station, esse processo é feito em pouco tempo, a partir de modelos de pontuação, como o Lead Scoring. Aproveite e veja como fazer a gestão de leads no RD Station. Por fim, esperamos que tenha ficado claro o que é MQL e SQL e porque é tão importante investir na estratégia de qualificação de leads. Agora é só implementar no seu negócio e começar a gerar muitas vendas.

Homem planejando sequência de e-mails o escritório.

Sequência de e-mails em 7 passos

Criar uma sequência de e-mails eficaz é primordial para sua estratégia de nutrição de leads. E a propósito, você já pensou se houvesse uma maneira de manter os seus contatos interessados sem ter que fazer muito esforço? Bem, devo te contar que com a automação de marketing, isso é possível. Enquanto a ferramenta envia as mensagens aos leads, você pode focar em outras tarefas e no desenvolvimento do negócio. Mas atenção! Para ter resultados reais, sua sequência precisa ser bem feita, ou seja, requer estratégia. Por isso, preparamos este conteúdo, para te mostrar como fazer uma sequência de e-mails insuperável em apenas 7 passos. Confira! Como funciona a sequência de e-mails? A automação é um processo de disparo automático de e-mails. Além de aumentar a escalabilidade da comunicação, criar uma sequência automatizada de e-mails promove um relacionamento personalizado com os possíveis clientes do seu negócio. Em outras palavras, é uma tática eficiente para guiar o lead pelos estágios do funil de vendas até o fechamento do negócio. E, você pode programar diversos tipos de e-mails como, por exemplo, de boas-vindas, de confirmação de compra, uma mensagem para datas e ações promocionais, etc. Por que enviar e-mail marketing de forma automatizada? Investir na automação se e-mails pode ser muito vantajoso para sua empresa, sobretudo por que: 1 – Melhora a produtividade da equipe Com uma ferramenta de automação de e-mails, sua equipe não precisará mais enviar mensagens uma a uma, já que poderá se comunicar com a sua base em poucos minutos. 2 – Facilita a integração dos times Além disso, é possível criar otimizações que identificam os leads no final do funil de vendas e já encaminhar para o departamento responsável pelo contato final. 3 – Mais precisão na análise de métricas O processo de automação garante uma análise mais assertiva, pois as ferramentas geram relatórios com as métricas de e-mail mais relevantes. Por exemplo: taxa de cliques, de abertura, de entrega, entre outras. 4 – Auxilia na fidelização de clientes O e-mail marketing é um dos canais preferidos dos usuários para receber comunicações de empresas. Portanto, uma boa sequência de e-mails ajuda a construir um relacionamento com os clientes e até mesmo fidelizá-los Como criar uma sequência de e-mails matadora? Agora confira os 7 passos para criar e-mails que funcionam de maneira inteligente: 1.     Desenhe sua estratégia antes de começar a automatizar Em primeiro lugar, é preciso planejar. Comece desenhando a jornada do lead pelas páginas. O que acontece quando o lead se cadastra? E após visitar uma página importante? Para ter mais chances de venda, você precisa pensar também na segmentação, no conteúdo, nos gatilhos de e-mail, nos links, etc. Enfim, é necessário planejar cada detalhe. 2.     Escolha seu destino Desenvolva duas sequências de e-mails diferentes, uma para os potenciais compradores e outra para os atuais clientes. Mas, para quê fazer isso? Basicamente, porque o foco muda depois que eles realizam a primeira compra. Então, é bom selecionar um destino, para garantir que vai chegar onde pretende. Mas, ao criar essa estratégia, você dever ter em mente uma imagem clara da experiência ideal que você quer que cada lead tenha antes e após fazer uma compra. Na prática, imagine a “experiência perfeita” que você quer que cada contato tenha e crie uma breve descrição. Lembrando que você deve descrever a experiência que você deseja que eles tenham como potenciais clientes e também como clientes. 3.     Não se perca durante o trajeto Conforme dissemos, o resumo que você criou corresponde ao seu destino. Logo, agora é hora de saber o que fazer no caminho. O que você gostaria que sua sequência de e-mails automatizada fizesse por você? Aumentasse as vendas recorrentes? Gerasse mais confiança? Encurtasse o ciclo de vendas? Esse é um momento ao qual você deve dedicar tempo, já que estamos falando dos resultados que a automação de e-mails vai produzir. Vale lembrar que essas metas são apenas uma “lista de desejos” e não devem ser mensuráveis. Logo após terminar sua lista, tente organizar as metas, dividindo-as entre potenciais clientes e clientes. Se elas refletirem as necessidades do seu negócio, é sinal de que já pode seguir para o próximo passo. 4.     Estude meios de atingir esses objetivos Chegou o momento de executar. Para facilitar, vincule métodos a cada meta da lista que você criou anteriormente. Por exemplo: “Aumentar as vendas recorrentes” via… Enfim, fazendo este exercício, você terá uma lista extensa com ideias. 5.     Mapeie a sequência de e-mails Com caneta e papel na mão, esboce alguns rascunhos dos seus e-mails. Se as primeiras tentativas não derem certo, não se preocupe. Aos poucos você vai descobrir como guiar potenciais consumidores através das fases do ciclo de compra e solidificar seu relacionamento com seus consumidores. Embora as metas da sua sequência possam variar conforme o seu modelo de negócios, em termos gerais, certifique-se de que seu marketing de follow up entregue conteúdo que cumpra a visão que você criou no “Passo 2”. 6.     Elabore um plano Neste passo você precisa definir as ações necessárias para alcançar as metas criadas no “Passo3”. Isso certamente será o conteúdo que você precisa criar como, por exemplo,  e-mails ou relatórios gratuitos. Mas também pode haver projetos totalmente novos que você precisa planejar. 7.     Avalie os resultados da sua sequência de e-mails Para mensurar o desempenho dos seus e-mails, você precisa saber os números que envolvem todo o processo. Por isso, listamos abaixo algumas métricas de e-mail que te ajudarão a entender melhor os resultados obtidos: Concluindo, esperamos que esse artigo te ajude a criar campanhas de e-mails imbatíveis. Gostou do assunto? Acesse o nosso blog e confira outros conteúdos sobre automação de marketing

Como analisar o funil de vendas?

Analisar o funil de vendas do seu negócio é primordial para melhorar os processos comerciais e aumentar suas taxas de conversão. Afinal, de nada adianta você estruturar todas as etapas e não examinar os dados de cada uma delas. Além disso, fazer esta análise vai ajudar a direcionar os próximos passos da sua estratégia de Inbound Marketing. Então, continue a leitura e aprenda a calcular a eficiência do seu funil. Ops, ainda não entende bem o conceito de Funil de vendas. Sem problemas, a Thaísa explica tudo no vídeo abaixo: Por que medir a eficiência do funil? Como você já sabe, o funil de vendas mostra visualmente cada etapa pelas quais os compradores passam, desde o primeiro contato com sua empresa até o fechamento do negócio. E, a partir da observação dessas etapas você consegue saber onde está perdendo potenciais clientes em cada estágio. Logo, analisar o funil de vendas é uma excelente tática para otimizar seus esforços de marketing e vendas e ampliar os resultados da empresa. Em outro artigo do blog, mostramos que produzir conteúdos de acordo com os estágios do funil faz os leads avançarem mais rápido na jornada de compra. Mas, além disso, também é preciso estudar os números obtidos em cada etapa para fazer uma gestão de vendas eficaz. Afinal, como analisar o funil de vendas? A princípio, você pode fazer a análise do funil de vendas de duas formas: a primeira é controlando o número de entradas e saídas dele; a segunda é descobrindo os gargalos em cada etapa. A seguir, explicaremos mais detalhadamente como esses dois métodos funcionam, na prática. Confira! Como calcular o número de entradas e saídas do funil As entradas de um funil são representadas pela quantidade de oportunidades de vendas, ou seja, pelas pessoas que correspondem ao perfil ideal de cliente do negócio e têm interesse em conhecer sua solução. Já as saídas, são representadas pelas oportunidades ganhas e também pelas oportunidades perdidas. Desse modo, para mensurar a eficiência das entradas e saídas do funil de vendas, você precisa fazer o seguinte cálculo: Taxa de negócios ganhos = (Nº de oportunidades ganhas / Nº de oportunidades que entraram no funil no mesmo período) * 100 Taxa de negócios perdidos = (Nº de oportunidades perdidas / Nº de oportunidades que entraram no funil no mesmo período) * 100 Esta é uma conta simples, mas muito útil, pois te ajuda a entender se será necessário aumentar o número de entradas de oportunidades no funil ou se o time comercial precisa melhorar a conversão de oportunidades em venda. Por exemplo: Imagine que no período de um mês entraram 100 oportunidades em seu funil de vendas, e no mesmo período você ganhou 30 oportunidades e perdeu 60. Portanto, sua taxa de conversão em ganho é de 30% e, em perda, 60%. Neste caso, o percentual que falta está em aberto no seu funil de vendas.  Como analisar o funil de vendas e identificar os gargalos em cada etapa Calculando a eficiência de entrada e a saída do funil, você está fazendo um diagnóstico quantitativo. Contudo, você também precisa analisar o funil de vendas de maneira qualitativa. Então, lembre-se de perguntar ao lead a razão de ele ter fechado ou de não ter fechado negócio com você. Assim, fica mais fácil descobrir em qual estágio o seu produto está atrativo e onde ele pode melhorar. Digamos que você note que a taxa de oportunidades ganhas não está nada boa. Para reverter a situação, você vai precisar entender em qual parte do processo está o gargalo. Logo, será necessário verificar a conversão de uma etapa para outra do seu funil de vendas.  Suponha que, após verificar os números, você percebeu que o gargalo está na transição  entre a negociação e assinatura do contrato, devido a uma queda na conversão. Neste cenário, o recomendável é investigar a abordagem dos vendedores durante os follow-ups ou a condução das apresentações comerciais. Desse modo, você vai detectar os pontos de melhoria e terá um norte para desenhar ações mais assertivas como, por exemplo, ajustar a apresentação comercial ou ofertar um treinamento focado no fechamento das vendas. Viu só, a importância de analisar os números do funil de vendas? Além disso, também é indispensável observar as métricas do funil. Afinal, elas também são fundamentais na hora de definir suas estratégias de marketing e de determinar seu retorno sobre o investimento (ROI). Quer saber mais sobre esse assunto? Então não deixe de ler também: Métricas do funil de vendas: conheça as principais Aproveite para se inscrever e receber conteúdo de marketing digital, vendas e Inbound marketing toda semana.

O que é Messy Middle?

Messy Middle é um conceito do Google e se propõe a entender o meio da jornada de busca do usuário, ou seja, o estágio entre os gatilhos e as decisões de consumo. Mas, por que isso é relevante? Bem, porque esse é o momento mais difícil da jornada, marcado por altos e baixos. Logo, é importante estudá-lo para saber como minimizar a perda de clientes e melhorar os resultados nesta etapa do processo. Venha entender mais sobre o assunto! via GIPHY Os micro momentos do Google Antes de tudo, vejamos um pouco sobre o conceito de micro momentos, divulgado também pelo Google. Ele refere-se a momentos em que o usuário utiliza o buscador para saber como chegar a uma página, para fazer alguma coisa ou ainda para comprar algo. Segundo o Google, para fazer parte desses momentos do potencial cliente, sua empresa deve focar na produção de conteúdo de valor. E, para isso, deveria considerar a jornada de compra e suas fases: descoberta, consideração da solução e decisão. Contudo, posteriormente, o próprio Google apresentou, por meio de um estudo, um novo conceito que trazia uma abordagem mais correta para analisar o comportamento do usuário durante uma pesquisa. Messy Middle: por que o meio é confuso? O The Messy Middle ou “o meio bagunçado” em português, é um modelo da jornada de compra, realizado através desse estudo que acabamos de mencionar. No gráfico abaixo, é possível visualizar o trajeto percorrido pelo usuário para encontrar o que está pesquisando: Na jornada representada, o início se dá a partir dos gatilhos encontrados em meio à exposição dos resultados da ferramenta de busca. Após interagir com os gatilhos que o looping começa, levando o usuário a uma etapa de exploração e avaliação, sem necessariamente levar direto para a conversão. Isso porque nem todos os consumidores que entram em sua jornada de compra fecham negócio. É nesse ponto que fica o meio confuso, isto é, o meio do caminho, um lugar complexo entre gatilhos e compra, no qual os consumidores são conquistados e perdidos. Também é nessa “confusão” que as pessoas buscam informações sobre marcas e produtos e, depois acabam pesando todas as opções. As fases do Messy Middle, intenções de busca e melhores conteúdos Agora, conheça alguns detalhes sobre as duas fases do Messy Middle: Exploração: Em geral, esta etapa é informacional. Portanto, os formatos de conteúdo que mais funcionam para atrair o usuário são: artigos, infográficos, e-books, tutoriais, fluxogramas, FAQ, etc. Avaliação: Já a fase de avaliação desperta o lado mais racional do comprador e requer conteúdos que abordem um determinado produto ou serviço, como por exemplo: páginas de avaliações, comparações e reviews, páginas de categorias e listagens e páginas de produtos. Fatores que influenciam a decisão de compra: De acordo com a pesquisa feita pelo Google, diversos vieses cognitivos definem o comportamento de compra e influenciam a escolha de um produto nesse looping de exploração e avaliação do Messy Middle. Nesse sentido, existem 6 principais fatores comportamentais que podem influenciar o consumidor na hora da compra: Análises heurísticas: Descrições curtas de especificações-chave dos produtos podem simplificar as decisões de compra. O poder do agora: Quanto mais tempo a pessoa espera por um produto, mais fraca se torna a proposta. Confirmação social: Recomendações, depoimentos e comentários de outros acerca do produto podem ser bastante persuasivos. Viés de escassez: Quanto menor a disponibilidade de um produto, mais desejável ele se torna. Autoridade:  O consumidor pode comprar o seu produto ou até mesmo trocar de marca se for convencido por um especialista ou por uma fonte confiável. O poder do gratuito: Ofereça algo grátis junto de uma compra para motivar o potencial cliente a fechar negócio. Como utilizar o Messy Middle para aumentar as vendas? Embora pareça complicado, o Messy Middle, fornece ao usuário não só informações, mas também a confiança necessária para a tomada de decisão de compra. Sendo assim, como usar o conceito para melhorar os resultados de marketing digital da sua empresa? A seguir, alguns insights: Construa uma presença digital forte para posicionar sua marca, produtos e serviços na mente dos consumidores para que eles se lembrem de você na etapa de exploração. Reduza o espaço entre o gatilho e a compra, para que os seus clientes, tantos os fiéis, quanto os potenciais, fiquem menos tempo expostos aos concorrentes. Utilize os fatores cognitivos mencionados anteriormente para tornar a sua proposta atraente aos compradores que estão avaliando as opções de compra. Faça otimizações de SEO em suas páginas, vinculando conteúdos do formato informacional às páginas do produto. Por fim, aproveitar o Messy MIddle para entender melhor o comportamento de compra do cliente é uma grande vantagem competitiva. Afinal, como vimos, as pessoas tomam decisões de forma cada vez confusa e nada lineares. Mas, conhecendo um pouco sobre esse processo, você pode traçar estratégias de marketing mais eficazes para conquistar clientes. E já que o assunto abordado neste conteúdo está relacionado ao Google, aproveite e conheça as principais ferramentas que o buscador oferece para alavancar suas táticas de marketing. Aproveite para assinar nosso blog e receber conteúdo como este em seu e-mail toda semana.

Como montar um cronograma de conteúdo para blog?

Criar conteúdo para blog exige muita estratégia e planejamento. Até mesmo porque, para gerar mais tráfego e aumentar as conversões em sua página ou loja virtual, você precisa ser assertivo. Assim, além de escrever artigos consistentes e de qualidade, é necessário também focar em solucionar as dores da persona. Nesse sentido, mapear a produção de conteúdo pode ajudar e muito. Por isso, trouxemos algumas dicas que te ajudarão a organizar as tarefas relacionadas à criação dos seus materiais. Quer saber como elaborar um calendário de publicações eficaz para o seu blog? Então é só continuar a leitura. via GIPHY Por que você precisa planejar o conteúdo do blog? Para início de conversa, ter um cronograma é fundamental para o sucesso da sua estratégia de conteúdo, sobretudo porque essa ferramenta proporciona diversos benefícios, como: Mais organização Quando você cria um plano de ação para a produção de conteúdo do seu blog, fica mais fácil manter o controle de cada demanda e verificar se as tarefas estão em dia. Além disso, você evita atrasos nas publicações e garante mais clareza na comunicação entre os membros do time. Desse modo, o fluxo de trabalho tende a ser mais efetivo. Essa organização é ainda muito importante para alimentar um bichinho chamado algoritmo. Ele é bem faminto e gosta de saborear seu conteúdo com certa cadência. Então aproveite esse planejamento e já deixe o dia e horário de publicação dos conteúdos alinhado. Melhores resultados de SEO Planejando o conteúdo da página do blog, você consegue manter uma boa frequência de publicações. E por que isso importa? Porque a regularidade influencia diretamente no SEO do seu site, pois essa é uma forma de avisar que em certa data o blog será atualizado. Lembrando que as páginas que fazem uma boa gestão do conteúdo tendem a ser priorizadas pelo Google. Permite aprimorar a estratégia de Marketing de Conteúdo Além disso, documentando as publicações no blog, é possível saber o que deu certo e o que precisa ser revisto e melhorado. Por exemplo, se você tem um cronograma de conteúdos, poderá entender quais os melhores dias e horários para postar no blog, quais os assuntos mais acessados, a frequência ideal de postagens, entre outros insights. Sem falar que o calendário também serve de inspiração para novos temas, já que você pode melhorar e até adaptar posts antigos, reaproveitando-os. O que um calendário de conteúdo para blog deve ter? Basicamente, um calendário editorial ou cronograma de conteúdo é um documento que prevê a programação da produção de conteúdo para o blog. Em outras palavras, é o planejamento da sua estratégia de Marketing de Conteúdo, que deve conter pontos, como: Os temas e formatos de cada conteúdo; Datas de publicação no blog; Datas de promoção em redes sociais; As palavras-chave estratégicas; As personas e a etapa da jornada do cliente para as quais o post foi feito. Criando um cronograma de conteúdos para blog – passo a passo Na prática, para fazer um cronograma de publicações para o seu blog, basta seguir os passos a seguir: 1.     Escolha a ferramenta ideal Em primeiro lugar, para elaborar e compartilhar o cronograma com a equipe, você precisa utilizar a melhor ferramenta. O Excel, por exemplo, é uma boa opção, pois você pode adicionar o arquivo no Dropbox ou Google Drive para que todos tenham acesso. Outra ferramenta bastante eficiente é o Google Calendar, já que permite criar eventos para cada publicação, convidar os integrantes da equipe e também ajuda a lembrar das tarefas por meio de alertas. 2.     Defina a frequências de publicações de conteúdo para blog Antes de escrever os conteúdos da sua página, defina a periodicidade das postagens, considerando os seus objetivos. Embora seja bom postar com uma frequência alta, faça isso apenas se conseguir entregar a quantidade proposta e manter a qualidade dos textos e demais materiais. Se você não seguir a periocidade estipulada inicialmente, terá sérios problemas com engajamento. 3.     Pesquise para encontrar os melhores temas de conteúdos para blog Agora é hora de definir o assunto do conteúdo para blog. Como eleger os melhores temas? Para isso, você pode fazer benchmarking e avaliar a estratégia dos concorrentes. Contudo, tome cuidado para não copiar os conteúdos de outros sites. Além disso, você também pode escolher o tema do post se baseando nas palavras-chave mais buscadas nas pesquisas on line. Nesse sentido, ferramentas como o Google Trends, o Keyword Planner e o SEMRush são excelentes fontes de inspiração. Ademais, ao definir o assunto do conteúdo para o blog, leve em conta as dúvidas e necessidades da persona do seu negócio. Afinal, a o seu blog deve gerar valor com conteúdos úteis para a persona, isto é, que a ajude a avançar na jornada de compra. E caso não seja você que vai produzir o conteúdo para blog, recomendamos que elabore um briefing completo, com todas essas informações, além de referências sobre o assunto. Assim, fica mais fácil garantir que o resultado do material esteja alinhado à estratégia de conteúdo. 4.     Acompanhe os resultados Por fim, não adianta produzir conteúdo para blog e não mensurar os resultados obtidos. Portanto, não deixe de definir métricas e KPIs para monitorar a performance das suas postagens. Escolha os indicadores mais relevantes para a sua estratégia como, por exemplo, leads gerados, novos visitantes, taxa de conversão de vendas, etc. Agora que você já conhece os benefícios do cronograma de conteúdo para blog, que tal, colocar a mão na massa e dar início ao seu planejamento? Mas antes, leia também: Cronograma de conteúdo para funil de vendas, como montar o seu? Aproveite também para se inscrever em nosso blog e receber toda semana artigos sobre Marketing, de Conteúdo, Inbound Marketing, Tráfego Pago e muito mais…

Palavras-chave no Google Ads, como escolher?

Escolher as palavras-chave no Google Ads é uma etapa crucial para criar uma campanha bem-sucedida. Afinal, elas ajudam a segmentar o seu anúncio para que ele chegue ao público certo no momento ideal. Por outro lado, se você não souber fazer a escolha desses termos, vai acabar exibindo o anúncio para pessoas que não têm interesse em comprar o seu produto ou ainda não estão no momento certo. E o que isso significa? Perda de tempo e de dinheiro. Então, se você ainda seleciona as palavras da sua campanha de forma aleatória, sem pesquisa nem planejamento, esse artigo é para você. Continue a leitura e aprenda a escolher as melhores palavras-chave no Google Ads.   Por que usar palavras-chave no Google Ads A princípio, a utilização de palavras-chave é um recurso relacionado às técnicas de SEO – Search Engine Optimization, isto é, uma estratégia de marketing digital para gerar tráfego orgânico. Logo, para atrair a atenção das pessoas que usam buscadores, como o Google, é preciso saber o que elas estão pesquisando, quais termos elas usam nas pesquisas.  Assim, fica mais fácil produzir conteúdo focado nas necessidades dos usuários. Calda Longa ou Curta? Diferente do Faceboook ads, a plataforma de anúncios do Google nasceu como uma mídia de intenção. Isso quer dizer que os usuários fazem buscas com a intenção de comprar ou se informar sobre algo. E o que vai determinar a intenção do usuário é a fase em que ele se encontra no seu funil de vendas. Isso faz toda a diferença no momento de planejar as palavras-chave uma vez que usuários no topo do funil farão buscas por termos mais amplos e genéricos enquanto que os usuários na etapa de fundo de funil farão buscas mais específicas. Palavras-chave de Calda Curta As palavras-chave de topo, consideradas mais amplas, as short tails, são termos mais curtos compostos muitas vezes por uma ou duas palavras. Por serem termos amplos eles são perfeitos para gerar tráfego e atrair mais cliques em seus anúncios. Elas costumam ter o custo por clique (cpc) mais barato, uma vez que muitas pessoas estão buscando por elas. Palavras-chave de Calda Longa Já as palavras-chave de fundo são mais específicas, também conhecidas como long tails ou palavras-chave de calda longa. Estas não recebem a mesma quantidade de cliques que as palavras de topo, mas são excelentes para gerar conversões. Aqui o cpc vai ser mais alto. Isso porque bem menos pessoas estarão neste momento de compra. A seguir dois exemplos de palavras-chave, uma de topo e outra de fundo. Topo: “Carros Usados”, “Site de carros usados”Fundo: “Caminhonete usada 2018 1.6 preta”, “Caminhonete Preta Seminovos bh” Planejador de Palavra-Chave do Google Ads Com o Planejador de Palavras-Chave do Google, você consegue identificar quais são os termos mais relevantes para o sue negócio na plataforma de anúncios. Trata-se de uma solução dentro do próprio Google Ads que veio evoluindo junto com a plataforma de anúncios. Além de fornecer ideias de palavras-chave, a ferramenta gratuita também exibe uma estimativa de lance, te ajudando a entender quais são os termos nos quais vale mais a pena investir. O Planejador do Google mostra ainda a frequência de busca das keywords, bem como o número de anunciantes que já usaram as mesmas palavras. Desse modo, é possível traçar um planejamento para as campanhas pagas, o que melhora seus resultados. Leia também: Como gerar tráfego no Google Ads? Google Trends Outra ferramenta interessante do próprio Google para medir o interesse por assuntos e termos é o Google Trends.] A ideia da ferramenta é ser um termômetro global de buscas no Google. A dica é usar o Trends para mapear os termos mais amplos de sua campanha. A ferramenta mostra o histórico de interesse pelo termo pesquisado e até mesmo a tendência de buscas para os próximos meses. Outro recurso interessante são os assuntos relacionados que a plataforma mostra. Outras táticas para escolher as melhores palavras-chave no Google Ads Além de utilizar o planejador do Google e o Google Trends, há outras estratégias que você também deve ser considerar ao escolher as keywords da sua campanha de anúncios. A seguir, confira algumas dicas que aumentarão suas conversões: Foque na intenção de busca do usuário Em primeiro lugar, pense como a sua persona. Em outras palavras, avalie os termos que têm relação direta com o seu produto ou serviço e descubra quais deles o usuário irá digitar ao pesquisar. Essa é uma técnica essência para gerar leads qualificados. Além disso, leve em conta o momento do seu potencial cliente na jornada de compra. Assim, você impacta pessoas realmente interessadas no que você está oferecendo e que estão perto da tomada de decisão. Escolha as palavras-chave no Google Ads conforme o texto do anúncio Muitos anunciantes escolhem keywords que não têm coerência alguma com aquilo que está sendo anunciado. Não faça isso! Escolha as palavras- chave considerando o texto do anúncio, pois, assim, o Google tende a aumentar a relevância dele, o posicionando melhor nas páginas de pesquisa. Além disso, a página de destino também precisa fazer sentido pois o Google sempre prioriza a experiência do usuário. Vai pagar mais barato pelo clique quem proporcionar a melhor experiência.  Liste as variações e palavras relacionadas Apesar de pensar com a cabeça do usuário, as palavras que você cadastrou em seu anúncio nem sempre serão as mesmas que esse usuário usou. Portanto, tente diversificar a semântica do anúncio, usando variações e termos relacionados à palavra-chave escolhida. Nesse sentido, vale usar sinônimos, expressões coloquiais, siglas e outras formas que o usuário costuma usar na hora de buscar a solução que você oferece. Acompanhe de perto os Termos de Pesquisa Quando você adiciona uma palavra-chave no Google Ads em correspondência ampla, você está autorizando o Google a usar sua inteligência e exibir seu anúncio para termos que você não mapeou, mas que se relacionam a ele de alguma forma. Esses termos de pesquisa também acionam seus anúncios mas ficam em uma área separada das suas palavras-chave. Como o Google é…

Métricas do funil de vendas: conheça as principais

As métricas do funil de vendas ou KPIs são essenciais para medir a saúde das vendas da sua empresa. A propósito, o que você analisa no seu departamento comercial para saber se os processos vão bem? Em geral, muitos gestores e profissionais de marketing costumam dar mais atenção ao total dos números e se esquecem dos indicadores mais importantes. Nesse sentido, analisar o funil de vendas é uma medida indispensável para entender a real situação das vendas, ajustar a rota e planejar as estratégias futuras. Mas, quais métricas de vendas você deve monitorar? Basta continuar a leitura deste conteúdo para descobrir. Quais são os tipos de métricas do funil de vendas? Atualmente, existem três grupos de métricas para analisar o desempenho das vendas, conforme a seguir: 1.     Métricas de interação Primeiro, vamos falar das métricas que estão relacionadas à interatividade entre o público e a empresa. As métricas de interação fornecem informações sobre como os leads interagem e respondem ao seu conteúdo. Para mensurá-las, é preciso considerar as visitas ao site, as taxas de clique, assim como a taxa de abandono. Embora sejam importantes para todo o funil de vendas, as métricas de interação costumam indicar, sobretudo, o sucesso das estratégias do topo de funil. 2.     Métricas de desempenho Já essas, são métricas que servem para avaliar a eficácia de todo o funil. Afinal, incluem o acompanhamento dos leads qualificados, das oportunidades de vendas e da duração do ciclo de vendas. 3.     Métricas de retorno sobre o investimento (ROI) Métricas do funil de vendas também mensuram indicadores relacionados ao ROI, isto é, ao retorno financeiro gerado por seus esforços de marketing. Ou seja, as métricas de ROI mensuram o custo de aquisição do cliente, a taxa de conversão, o lifetime value do cliente e a receita total gerada. Enfim, essas são as métricas do funil de vendas que fornecem insights mais relevantes para a geração oportunidades que convertam em vendas. Conforme você pode notar, cada uma tem uma finalidade e pode auxiliar a empresa de maneira diferente, conforme a necessidade da área comercial. No entanto, existem alguns desses KPIs que são considerados mais importantes para o crescimento de uma empresa e por isso, não podem ficar de fora da sua estratégia comercial. Veja, a seguir, quais são esses indicadores. As métricas de funil de vendas mais importantes para sua empresa Custo de Aquisição de Clientes (CAC) A princípio, esta é umas métricas do funil de vendas mais relevantes. Afinal, é ela que determina o retorno do investimento feito em uma ação de vendas. Nesse sentido, para ter sucesso, a campanha precisa gerar receita para sua empresa, concorda? Logo, esse é um indicador muito útil, pois ele serve para medir o custo de aquisição de um cliente que compra por meio de uma campanha ou de um determinado canal. Ciclo de vendas médio e por vendedor Esse número indica o tempo que e a empresa leva para converter um lead em cliente. Portanto, é essencial acompanhar essa métrica. Até mesmo porque ela permite encurtar o ciclo de vendas, já que indica qual vendedor leva mais tempo para fechar negócio. No entanto, é preciso ter cuidado. Afinal, um ciclo de vendas muito curto pode gerar o cancelamento da compra, além de outros transtornos. Customer Lifetime Value (CLV) O Customer Lifetime Value mostra quanto dinheiro a empresa receberá por cada novo cliente gerado pelas campanhas de venda. Em outras palavras, O CLV serve para projetar a receita gerada por um único cliente durante toda a sua vida útil para o seu negócio. E por que é importante ficar de olho nessa métrica do funil de vendas? Porque ela representa o lucro médio de todos os seus clientes. Se o CLV está crescendo é sinal de que o seu funil de geração de leads está convertendo e gerando clientes de maior valor.  Taxa de conversão de etapas do funil Trata-se de uma métrica usada para mensurar quantas pessoas avançaram de uma etapa do funil de vendas para outra, seja visitantes que viram leads ou leads que se tornam clientes.  É o número que mostra qual porcentagem da sua audiência converte e de fato traz resultados para o negócio Por isso, todas as etapas da jornada de compra — aprendizagem, consideração e decisão de compra — devem estar alinhadas com todas as etapas do funil de vendas. Por fim, você pode usar várias métricas do funil de vendas para avaliar a performance das vendas em sua empresa. Para facilitar esse processo é primordial usar as ferramentas certas. Inclusive, com uma boa plataforma CRM, você pode fazer a gestão de leads e acompanhar seus resultados em tempo real.

Landing Page de Sucesso

Elementos de uma Landing Page de Sucesso

Uma Landing Page de Sucesso é uma página criada para gerar altas taxas de conversão. Em muitas das vezes, você cria uma boa campanha de Marketing digital, mas não consegue retorno. Isso porque o problema pode ser a dificuldade de transformar visitantes em possíveis clientes. Mas, com uma boa página de captura, você pode mudar a situação e converter muitos leads. A questão é: como criar uma Landing Page de sucesso? Em outras palavras, o que ela precisa ter para render resultados efetivos? É sobre isso que falaremos neste artigo. Acompanhe e saiba quais os elementos essenciais em uma página de conversão. via GIPHY O que é são Landing Pages? As Landing Pages são páginas desenvolvidas com uma única finalidade: converter os visitantes.  No marketing digital elas também são conhecidas como páginas de destino, isto é, onde o visitante chega ao entrar em um site. Em geral, elas levam o potencial cliente a realizar uma ação planejada como, por exemplo, preencher um formulário ou clicar no botão de compra. Para isso, a Landing Page deve utilizar elementos que chamem a atenção do usuário para aumentar as chances de convertê-lo. Afinal, de nada adianta atrair milhões de visitar para o seu site ou blog se você não consegue conduzi-las pelo funil de vedas, fazendo-as avançar até a compra. Portanto, a Landing Page desempenha um papel fundamental na sua estratégia de marketing digital e, para aumentar as conversões, elas devem ser desenvolvidas de uma maneira que evite distrair o usuário. Muitas empresas acreditam que para criar uma página de captura de sucesso é necessário ter um conhecimento avançado sobre programação e design. No entanto, não é bem assim.  Utilizando os recursos certos, sua Landing Page certamente será um sucesso! O que não pode faltar uma Landing Page de Sucesso? Agora que você já sabe sobre a importância da Landing Page, lembre-se de que ela tem apenas um objetivo: conversão. A seguir, confira quais os elementos indispensáveis para uma Landing Page: Título e Subtítulo Antes de tudo, sua página de captura deve ter um título e um subtítulo atrativos, que comuniquem sua oferta. Ou seja, esses elementos devem transmitir de maneira clara e objetiva a proposta de valor da sua Landing Page. Desse modo, você desperta o interesse do visitante e deixa claro o que ele irá encontrar nessa página. Imagem Uma Landing Page também precisa ter uma imagem que ajude a traduzir o valor da oferta. Afinal, esse é um recurso que, em geral, é mais interessante do que os elementos verbais. Então, tente usar fotos ou ilustrações que gerem credibilidade e ajudem na conversão. Por outro lado, evite imagens muito genéricas e de bancos de imagem, pois elas podem atrapalham a conversão. Descrição da oferta Além do título, do subtítulo e da imagem, uma boa página de conversão precisa descrever a oferta para eliminar as possíveis dúvidas e vender bem a ideia para sua persona. Portanto, o ideal é que a descrição passe uma mensagem sucinta, sobre o objetivo da oferta e destaque os termos mais relevantes em negrito. Além disso, evite usar blocos de texto muito longos e fale dos benefícios, ao invés de funcionalidades. Para ofertas mais complexas, isto é, que precisam de mais informações, considere utilizar vídeos, pois são recursos de fácil consumo e que prendem a atenção do visitante. Formulário O formulário é sem dúvida, um dos elementos mais importantes para a conversão.  Por isso, é importante facilitar a vida persona e deixar claro quais são os campos que ela deve preencher. Além disso, tome cuidado com o excesso de informações, pois elas podem comprometer as conversões. Então tente focar nas informações que você precisa coletar dos leads. BOTÃO DE CTA E para finalizar, outro elemento que não pode ficar de fora de uma Landing Page é o CTA. O botão de call-to-action ou CTA nada mais é do que um recurso de chamada para uma ação. Trata-se do local no qual o usuário deverá clicar para assegurar a conversão. Para que o botão de CTA não passe despercebido na sua página de captura, você deve dar destaque a ele.  Então utilize cores que contrastem com a cor da Landing Page. Além disso, utilize verbos de ação para estimular a realização da ação. Por exemplo: “Baixe grátis”, “Inscreva-se aqui”, entre outras. Neste artigo, trouxemos 5 elementos valiosos para  criar uma página de conversão realmente eficiente. E, agora que você sabe quais são os recursos fundamentais para uma Landing Page, não deixe de utilizá-los em sua estratégia de marketing digital. Quer aumentar as vendas e melhorar ainda mais os resultados do seu negócio? Veja como utilizar a Landing Page em cada etapa do funil de vendas e potencializar a geração de leads.

Tráfego Pago para E-commerce

Gerar tráfego pago para e-commerce é o desejo de 11 em cada 10 empreendedores que decidiram abrir uma loja virtual. O termo está bem em alta e não se ouve falar em outra coisa no mundo do marketing digital. Mas afinal de contas, como fazer tráfego pago para e-commerce? Existem formatos que funcionam melhor nestas campanhas de tráfego? Será ele, o tráfego pago, a única saída para atrair visitantes à sua loja? Leia até o fim para aprender sobre isso e muito mais. O QUE É TRÁFEGO PAGO? Como dito anteriormente, o tráfego pago é o termo da moda. Muita gente têm o primeiro contato com o marketing digital através do tráfego pago, e não há nada de errado nisso. Mas, é importante dar um passo atrás antes de seguir adiante. Por isso, vamos recorrer ao bom e velho dicionário para nos ajudar. Segundo o Aurélio temos: Tráfego: “Circulação, movimento, fluxo de automóveis no trânsito / Movimentação feita pelos usuários ao acessar um site, normalmente se refere às visitas que um site pode receber.” Pago: Quitado; cujo valor foi liquidado; que se pode pagar, quitar: carro pago. Temos então na segunda definição da palavra tráfego o exato significado no contexto de marketing digital, atrair usuários para acessar um site. Já o termo pago é bem comum e tem o mesmo sentido no ambiente digital. Então quer dizer que tráfego pago é apenas a atração de usuários por meio de anúncios? Sim, se você quiser se referir a um dos objetivos de campanha, o Tráfego. E não se você estiver pensando que Mídia Paga é Tráfego Pago. Isso porque o termo em alta é usado, por muitos profissionais da nossa área, de maneira errada, resumindo todo um mundo de possibilidades com anúncios online a um termo que diz respeito a apenas um dos objetivos da Mídia Paga. Dito isto, a sugestão de um título mais apropriado aos Gestores de Tráfego seria Gestores de Mídia paga ou anúncios online, por exemplo. ANTES DE COMEÇAR O TRÁFEGO PAGO Contudo, termos a parte, vamos falar sobre as campanhas de atração de tráfego para o seu e-commerce. Antes de começar a investir em Facebook Ads, Google Ads, TikTok Ads ou qualquer outra plataforma de Ads, o mais importante é conferir se está tudo em ordem na sua loja. Se você também possui uma loja física já entendeu o que queremos dizer. Você não convida as pessoas para conhecer sua loja sabendo que os produtos estão fora do lugar, com preços errados e a maquininha de cartão inoperante, certo? Com o seu e-commerce é a mesma coisa. Antes de investir nos anúncios, certifique-se de que seu site é rápido, os produtos estão bem organizados em categorias com tags e ótimas descrições. Além disso, tem mais uma série de fatores que você precisa rever antes de colocar a campanha na rua, ou melhor na rede. Mas não se preocupe, fizemos um post com tudo o que você precisa saber para melhorar a taxa de conversão do e-commerce. TRÁFEGO PAGO PARA E-COMMERCE Com a casa em ordem, hora de pôr a mão na massa. Mas se você nunca fez um anúncio para o seu e-commerce ou está apenas começando, deve estar se perguntando: Quanto devo investir? Como montar minha estratégia de Tráfego Pago? Tráfego ou Conversão, qual objetivo é melhor? É normal se perguntar isso no começo, por isso vamos falar a seguir de cada uma delas. Quanto investir em Tráfego pago para E-commerce? Essa é uma questão mais complexa do que parece. Para chegar a esse número você precisa saber exatamente em que fase está seu e-commerce. Está apenas começando ou já sabe bem quais são seus produtos estrela, ou seja, produtos que mais vendem. Fora isso há também as questões externas como concorrência, sazonalidade, mercado e logística. São fatores externos que influenciam muito na decisão da verba para suas campanhas de tráfego pago. Para se aprofundar nesta questão não deixe de ler este artigo que repassamos a fundo as 4 principais estratégias para definir sua verba de mídia paga: Quanto Investir em Mídia Paga? Como montar minha estratégia de Tráfego Pago? A melhor estratégia para seu e-commerce é a que traz mais resultados com o menor investimento. Dito isto, é preciso se planejar com antecedência para entrar com tudo no mercado. Comece elencando um calendário anual com todas as datas de promoções, ofertas e períodos de liquidação.  Convenhamos, natal, dia das mães, dia dos namorados e black friday tem todo ano, então não é tão complicado se planejar com antecedência para conseguir ofertas atrativas e estoque suficiente para atender essas datas. Feito isso, comece a planejar os períodos de campanha. Com a verba já definida, é possível destinar um valor a cada ação e até mesmo traçar metas de faturamento com base no ano anterior, por exemplo. Se a sua loja está começando agora e não tem dados do último ano, sem problemas, busque pelas médias de faturamento de seu setor naquelas datas onde você irá rodar campanhas de tráfego. Este assunto é extenso o suficiente para escrever um livro, e foi exatamente isso que fizemos. A boa notícia é que você pode baixar gratuitamente clicando abaixo e aprender mais sobre como montar um planejamento de mídia paga para varejo. Tráfego ou Conversão, qual objetivo é melhor? A resposta é um grande e belo DEPENDE. Isso porque os objetivos correspondem a diferentes etapas de compra do consumidor no funil de vendas. Se você ainda não conhece o conceito, não deixe de assistir o vídeo abaixo. É muito importante saber para qual etapa do funil você vai anunciar antes de decidir o objetivo de campanha adequado. Se você vende carros, por exemplo, será quase impossível realizar vendas para pessoas que não conhecem ou nunca viram sua marca. Por mais que você selecione o objetivo de conversão nas campanhas o resultado não virá, e o pior, você gastar muito dinheiro. Então o objetivo da campanha não está ligado ao quanto de resultado você está “comprando” e sim…

Inbound Marketing para E-commerce - Destaque

Inbound Marketing para e-commerce

Inbound Marketing para e-commerce, você sabe como fazer? Já adianto que as estratégias são semelhantes àquelas que você já conhece. Afinal, o objetivo continua sendo atrair, converter, efetivar a venda e fidelizar clientes através dos conteúdos de valor. No entanto, há algumas particularidades. Continue a leitura para entender mais sobre o assunto e aprender a aplicar essa metodologia em sua loja virtual. via GIPHY Como funciona o Inbound Marketing no e-commerce? O Inbound Marketing ou marketing de atração refere-se a um conjunto de táticas para atrair e converter clientes. Lembra? Em outras palavras, é uma estratégia para conquistar clientes de maneira passiva, por meio da produção de conteúdo em diversos canais. Ou seja, a ideia é que esses conteúdos apareçam, por exemplo, no seu site, nas mídias sociais, no Google, além de outros canais, para mostrar sua empresa aos consumidores e fazer com que eles se interessem por suas soluções. O mesmo acontece no Inbound para e-commerce, isto é, você produz conteúdos relevantes para chamar a atenção da persona para a sua loja virtual. Esses conteúdos também são fundamentais para fazer um lead avançar as etapas da jornada de compra.  Afinal, é necessário nutrir os consumidores que estão aprendendo, identificando o problema e considerando as soluções antes de focar apenas na etapa final do processo. Isso porque boa parte deles ainda não está pronta para colocar os produtos no carrinho. Funil de vendas para e-commerce O funil de vendas é um modelo estratégico que mostra cada etapa seguida pelo consumidor, até realizar a compra. Ou seja, é um processo que consiste em acompanhar o cliente a partir do momento em que ele toma conhecimento de uma solução vendida pela sua empresa até o fechamento do negócio. Assim, é preciso desenhar estratégias para cada estágio do funil de vendas, que possui três etapas: Topo do funil – momento em que o potencial cliente não sabe que tem uma dor a ser sanada. Logo, ele ainda não busca por nenhum produto. Nessa fase, você deve fazer o visitante descobrir que tem uma necessidade. Além disso, também é preciso fazer com que ele tenha interesse me sua empresa para que assim, ele avance para o meio do funil. Meio do funil – nesse estágio seu futuro cliente já entende que tem um problema e está à procura de solução. Certamente ele pretende comprar um produto, mas ainda não está totalmente certo disso. É provável que ele pesquise outras soluções antes de tomar sua decisão. Logo após decidir qual produto compra, ele passa para a próxima etapa. Fundo do funil – aqui, o cliente em potencial escolhe a melhor opção e concretiza a compra, finalizando o processo. Entender o funil de vendas no e-commerce e ajuda a compreender melhor as dores do usuário para convencê-lo a comprar em seu comércio eletrônico. 5 dicas para atrair clientes com o Inbound Marketing para e-commerce Seu e-commerce precisa de boas estratégias para despertar o interesse de consumidores que estão pesquisando, mas que ainda não decidiram em qual loja online comprar. Confira algumas dicas para atrair e converter os usuários: 1 – Defina seu público e ofereça conteúdos de qualidade Em primeiro lugar, defina seu público-alvo. Ou seja, saiba sobre seu comportamento, preferências, idade, etc. Com essas informações em mãos, é hora de produzir materiais bons o bastante para encantá-los e levar naturalmente à venda. Por exemplo, webinars são ótimas ferramentas para divulgar um produto novo no e-commerce. Além disso, os eBooks também são excelentes para entregar um conteúdo mais completo. 2 – Tenha um blog e landing pages otimizadas para conversão Você também pode promover seu e-commerce por meio de um blog. Isso porque esse é um canal muito eficiente quando o assunto é atrair o público e aumentar as vendas. Lembre-se ainda de adotar táticas de SEO. Assim, seu e-commerce ficará mais bem posicionado nos buscadores. Ademais, invista também um uma landing page otimizada para conversão e leve o usuário a  clicar em um botão, fornecer seus dados de contato, assistir um vídeo, etc. Enfim, o objetivo é incentivar o visitante a executar uma ação. Antes de conferir a terceira dica para vender mais com Inbound para e-commerce, veja como criar landing pages que convertem. 3 – Aposte em automação Inbound Marketing para e-commerce Você não pode nutrir os leads da sua loja virtual sem uma ferramenta de automação. Isso porque, com ela, você pode criar um fluxo de e-mails para enviar mensagens aos usuários que fizeram cadastro em seu site. Dessa forma, você terá mais facilidade em se aproximar do seu público, preparando-os para fechar negócio com você. 4 – Gere mais tráfego para seu e-commerce Você pode obter mais tráfego de duas maneiras: orgânica ou paga. No orgânico, você não paga nada para receber um clique ou visita no e-commerce. Por outro lado, no pago, é preciso investir em anúncios para atrair pessoas interessadas. Os anúncios pagos mais comuns para lojas virtuais são o Google Ads, o Facebook Ads e remarketing. 5 – Estabeleça metas e analise os resultados Por fim, considere monitorar o relacionamento com seus futuros clientes e todos os seus pontos de contato com eles. Para isso, identifique a métrica referente a cada ponto de contato da jornada do consumidor e use-a como KPI. Assim, você terá como medir e aprimorar os resultados. Exemplo: Primeiro contato – topo do funil: aquisição de visitas Início de relacionamento – meio de funil: aquisição do lead.  Fechamento da primeira venda – fundo do funil: conversão em cliente. O que achou do conteúdo? Se quiser saber mais formas de melhorar as vendas do seu e-commerce, recomendo também a leitura do artigo Taxa de Conversão do Seu E-commerce, Como Melhorar?